Primaveras destas há poucas!

Señor Pelota



O Primavera Sound da Invicta chega ao seu 4º ano e há quem reclame que o cartaz deste ano trazia apenas mais do mesmo, com demasiada nostalgia e sem aquilo que o sempre o caracterizou: a aposta em novos valores. De facto, pode dizer-se que voltou a haver um excesso de revivalismo, mas eu não iria tão longe. Em comparação com o irmão mais velho de Barcelona, este cartaz até pode parecer pobre, mas lá onde existe (quase) de tudo para todos os gostos, há também horários impossíveis de cumprir para se ver tudo que se quer, filas, atropelos, muito betão e espanhóis a falar muito alto. Nada disso acontece no parque da cidade do Porto. 

Claro que, dos nomes consagrados que desfilaram na Catalunha, faria todo o sentido terem pisado o palco NOS uns Radiohead ou LCD Soundsystem, embora tenham infelizmente sido repescados por outros festivais; também veteranos como John Carpenter ou Cabaret Voiltaire teriam feito a minha delicia (sabe deus se algum dia virão a Portugal); mas a maior falha terá sido o valor emergente do jazz de fusão, o Americano Kamasi Washington, álbum incrível e concerto que não fica atrás, pelo que sei.

A verdade é que, dos festivais grandes em Portugal, este é aquele que apresenta o melhor equilíbrio entre a diversidade da oferta dos 4 palcos. Há sonoridades e momentos para todos os gostos e, segundo a organização, 58 nacionalidades diferentes entre o publico, pelo que pude praticar o meu Sueco e outras línguas vivas.

A natureza do bonito parque faz jus ao nome do festival, onde 3 dos 4 palcos são anfiteatros naturais em relva, com muita zonas de vegetação que durante a noite ganha muita vida, pelo que é fácil apanhar uma flor para oferecer a quem a merecer. O bom gosto e a sensatez são qualidades já reconhecidas neste patrocinador principal, que voltou a estar em perfeita harmonia com o espaço que o recebe. A torre/ovni cheia de leds e luzes ganha vida própria, e é já um marco deste evento com um papel activo na envolvência do palco principal.




O ambiente continua muito recomendável, com idades acima da média e pessoas que realmente sabem ao que vêm; talvez por isso mesmo exista vinho e toda a variedade de bebidas espirituosas em todos os bares do festival além das clássicas cerveja e cidra. Nunca é demais voltar a falar nisto. 

Houve algumas alterações em relação ao ano passado, e todas para melhor. Vejamos: o Palco Pitchfork foi deslocado para outra zona perto da entrada, pelo que há mais espaço para o publico. O antigo espaço onde ficava esta tenda gigante deu origem a uma nova zona de street food com representantes da cidade do Porto e também de Espanha, França e Inglaterra, o que tornou a experiência gastronómica deste festival ainda mais rica, para além dos já clássicos Casa Guedes — com a sua sandes de pernil — ou das famosas bifanas da Conga.

Ao ter sido a primeira vez que os bilhetes esgotaram, confesso que ia um pouco a medo de encontrar o caos onde em anos anteriores tinha sido tão feliz. Mas não, aqui a ganância de vender mais bilhetes não falou mais alto. E embora sem saber números oficias, vi mais gente que nos anos anteriores, é certo, mas mantendo-se a mesma facilidade em circular e em fazer vida de festivaleiro (não entramos em esquemas VIPs).




Como cereja no topo do bolo, posso afirmar com orgulho que este é o primeiro dos festivais grandes em Portugal a usar o copo ecológico, (outros mais pequenos como Lisb_On e o PinNik Electronik já tinham dado o exemplo). A ideia é simples: em qualquer bar do recinto podemos adquirir o nosso copo por 2€, que é de plástico resistente e tem o logótipo do evento, e que serve para beber tudo o que quisermos. Ao devolvê-lo recebemos os nossos 2€ de volta. O resultado? um festival sem lixo no chão. Deixo um conselho aos Booms, Alives e Rock in Rios desta vida: se calhar estava na altura de pensarem nisso… por um mundo melhor. 

 

 

Quinta 9




Isto começou logo bem, com o calor esquisito da Islândia, Sigur Ros: estes 3 músicos em palco exercitam uma disciplinada contenção, pautada por rasgos de intensa explosão, com mais barulho e distorção do que em formato disco. Foi uma primeira vez para mim, e uma agradável surpresa.  O líder, Jónsi Birgisson, marca a diferença pela voz em falsete e pela sua bowed guitar, que embora perda ataque ganha densidade e nos transporta num mantra sem fim. A componente visual é fortíssima, com as paisagens geladas da Islândia  a contrastar com o calor em crescendo que emana da potente aparelhagem. Nos momentos mais melancólicos começaram as trocas de mimos entre casais á minha volta, e eu fui beber um shot.

Entretanto fui ao Palco. (ponto, ex-ATP) ver os Partney Courts, que assumem os Pavement como referencia, mantendo a fasquia desde logo alta. Mas embora esta banda que se divide entre NY e Texas, vista camisas de qualidade superior (um apreciador sabe a diferença à distancia), aqui o punk-rock tem tudo no sitio. Diverti-me como era suposto. Entretanto começaram a cair gotas do céu e dei-me conta de que era meia-noite em ponto.




É uma da manhã, a chuva está mais forte mas está uma noite estranhamente quente aqui junto à praia de Matosinhos. Deve ser a primeira vez que sinto na pele um Porto tropical, fica-lhe bem e casa na perfeição com o que aí vem. Arranca assim Animal Collective no palco principal e trazem uma poderosa produção vídeo com motivos psicadélicos claramente inspirados no cubismo de Picasso. Ouvi mais do que uma vez pelo publico "estes não tem andamento pra fechar o principal". Errado. O som não foi o melhor mas a experiência valeu. É concerto para seguir com atenção pois de facto é difícil perceber a dinâmica exata dos 4 músicos: há muita coisa a acontecer em palco e é isso que os torna absolutamente incríveis. Panda Bear assume o papel de frontman. Parece não ter mãos a medir com tanto teclado e vai comunicando com o publico entre canções. Ele conhecem-nos bem é fã de Portugal, de Lisboa — onde vive há 10 anos — e do glorioso a quem dedicou uma canção do seu repertório a solo com o nome de “Benfica”. Um americano de excepção. Portanto ainda há esperança que Trump morra na praia. 

Quem são Red Axes e como descrever o  som deles? É simples: quem nunca os ouviu e diz gostar de electrónica em 2016, não tem feito o trabalho de casa. Dori Sadovnik e Niv Arzi formam esta dupla israelita de produtores, que são também DJs acima da média. Posso afirmar isto com certeza pois esta foi a terceira vez que os vi. “Caminho de Deyfus”, “Sabor” ou “Waiting for a Surprise” são cantadas em português do Brasil pela voz de Abreu, colaborador improvável mas habitual da dupla. Os beats são quentes e evolventes, bem mais lentos do que é normal nestas andanças ás três da manhã, mas nada que não faça sentido se nos deixarmos transportar nesta viagem pelo caminho certo em direcção à luz.

Nuestro hermano Talabot deu-lhe forte e com classe, sem facilitismos, e levou-me a dança até às seis. À minha volta, na linha de frente do palco Pichfork havia muita gente a dar tudo: é o chamado “Síndrome do Primeiro Dia de Festival”. Eu cheguei a casa e o resto é história.  

 

Sexta 10


São oito da noite e, tal como Patti Smith há exatamente um ano atrás, no segundo dia sobe ao palco o artista mais esperado do festival: o verdadeiro dinossauro Brian Wilson. A boa noticia é que veio em paz com os seus demónios. Embora o músico septuagenário não tenha já obviamente a voz nem a energia de outros tempos, passou ainda assim todo o concerto ao piano, tal como o tinha visto já em Benicassin na tour de Smile em 2004, se não me falha a memória. O frágil Brian fez-se acompanhar por uma grande banda com 11 músicos, mas foi sobre ele que recaíram todas as atenções, pois a premissa deste concerto era tocar Pet Sounds, o álbum mítico de 1966 da banda da Califórnia muito associado ao rock psicadélico. Este é um o disco complexo e provavelmente o mais avançado em termos de produção feito até àquela data. Há quem defenda que é mesmo das mais completas gravações de sempre, e que se renomeada a sua audição completa sob substâncias que abram as portas da percepção. E se dúvidas havia que ao vivo fosse possível reproduzir todas as camadas sonoras de canções como “Would't it be Nice” ou “Don't Talk”, estas desaparecem ao ouvir o que saía pelas colunas do palco principal. Apenas um reparo: o som podia e devia ter estado mais alto durante o concerto.

Brian estava muito bem disposto e ia fazendo piadas entre as músicas, enquanto chamava a atenção do público para as letras: "Ouçam bem estas letras, vejam como são belas!" — Os 60's nos seu máximo esplendor. Chegou então o momento alto com “God Only Knows”, que foi deliciosamente apoteótico, mas o melhor ainda estava vir, havia mais nos Beach Boys do que se esperava. Para o final, numa espécie de encore, estavam guardados outros grandes hits da banda que não se alinhavam em Pet Sound: “Good Vibrations”, canção que fala por si e que casou perfeitamente com aquele pôr-do-sol, Barbara Ann”, “Surf In Usa” e “Fun Fun Fun”. Foi toda a gente a dançar, dos 20 aos 60: uma bonita festa. Obrigado pai e mãe pela herança discográfica.




Não regressar onde já se foi feliz?  Para mim isso é mito. Descobri as Savages neste mesmo festival em 2013, noutro palco, que só não foram o melhor concerto desse ano porque os Swans levaram a taça, mas ficou amor para a vida por estas senhoras do rock post-punk. Canções como “Husbands” ou “She Will” (as novas não ficam atrás) são sempre incríveis de ver ao vivo. Esta banda continua a ser uma força da natureza. Jenny Beth, a vocalista, é rainha e senhora em palco, mas se eu acreditasse no casamento era a senhora que segura o baixo, Fay Milton, quwe me levava ao altar.




E por falar em rainhas, finalmente conheci PJ Harvey em carne e osso. Nunca é tarde, mas confesso que teria sido mais feliz com um pouco mais rock’n’roll do animal de palco dos 90's. Esta pose de diva assenta-lhe agora que nem a coroa feita de penas negras que leva na cabeça. O concerto dedicou-se sobretudo ao novo disco, “The Hope Six Demolition Project”, que tem uma componente política forte, mas que aos poucos foi-se transformado num ritual cénico, intercalando as canções mas festivas com as mais intimistas. São 9 os músicos que a acompanham em palco mas é PJ, assumidamente multi-instumentista, que brilha a domar o saxofone e a cantar na mesma música. Soltam-se milhares de balões no ar com luzes led quando chega o clássico “Down by The Water”: bonito Houve ainda tempo para PJ acabar com uma acapela que não reconheci, e o público estava totalmente com ela.

Subi a colina o mais rápido que pude mas já não apanhei os Mudhoney no início, é claro que não podia passar ao lado desta lição de história do rock. Seattle e o grunge não estariam no mapa se não fosse por estes senhores. Aqui há barulho a sério, continuam em forma estes rapazes — ou senhores se preferirem — e o publico retribui com mosh e voos sérios. Tudo certo aqui no Palco.



 

Ao mesmo palco chega um dos concertos que mais aguardava. Floating Points é o alter ego de Sam Shepherd, um jovem britânico neurocientista mas que é também provavelmente dos produtores mais influentes da sua geração. As texturas electrónicas em que se move são difíceis de rotular, mas a sua paixão pela jazz e pela música de improviso é bem conhecida. Depois de vários EPs na sua Eglo Records eis que chega o álbum de estreia em 2015: o aclamado “Elaenia”. Se o disco é incrível, a sua adaptação a concerto não é menos do que isso. No palco há uma mandala interactiva de luz led e laser que veio de Saturno para nos hipnotizar; dois guitarristas, um baixo, uma bateria, e o rapaz prodígio nas máquinas. Sempre num jogo de silêncios com crescendos, mantras e explosões sónicas difíceis de descrever. Como DJ já me tinha convencido no Lux, mas confesso que não sabia muito bem o que esperar deste formato live. Foi uma gigante surpresa, que concerto!   

A electrónica da dupla Islandesa Kiasmos é 2016 e tipicamente europeia. Os ritmos são lentos, ambientais mas sempre com aquelas linhas de baixo que estão em todo o lado. Foi quentinho mas, sendo meia-noite, confesso que preferia ter visto um concerto de uma banda (Capenter por exemplo) no palco Super Bock que estava bem cheio. Estes dois moços atrás da cabine de DJ tinham funcionado muito melhor no palco Pitchfork umas boas horas mais tarde: erros de programação.



De volta ao Palco. a tempo e horas para Tortoise. São 5 músicos virtuosos no jogo da cadeira dos instrumentos onde toda a gente toca tudo. Uma pura jam sempre instrumental. As atmosferas jazz encontram-se com o rock e levam a viagem para bem longe dos territórios mais convencionais da música pop. Um Concerto com “C” grande para quem gosta de música a sério. Já tinha dito que o som deste palco era o melhor do festival?

Cabia aos Beach House a tarefa de fecharem o palco principal esta noite e fizeram-no com nota muito positiva. A banda está toda de preto e a sua vocalista debaixo de um capuz e de cabelo na face, As canções começam lentas lá em baixo, iluminação mínima no palco, a atmosfera melancólica das canções entranha-se: altamente recomendável para quem esteja em modo conchinha com o seu mais que tudo, mas impróprio para quem esteja a sofrer de depressão ou de coração partido. Depois há uma explosão, uma luz... e quando acontece é o fim do mundo em 30 segundos. É sem duvida um concerto que ganharia na atmosfera de uma sala fachada. 

Pitchfork, três e meia da manhã. os Roosevelt são três rapazes novos e cheios de vontade, mas o registo indie-dance-mellow tão colado a Cut Copy não me encheu as medidas, serviu mesmo foi para ir aquecer motores ao bar com uns shots.

The Black Madona é uma loira oxigenada bem avantajada com um estilo a piscar o olho ao camionista mas toda cheia de atitude. Boa DJ, se a técnica é irrepreensível com os CDJs, a seleção foi surpreendente e sem complexos, só podia ser americana. A viagem começou na electrónica mais pop até à techno mais pura e irreverente. O clássico “20000 Htz”  de Capricorn foi um dos momentos altos: senti-me a dar os primeiro passos de raver em 1996 no Climakz de Lisboa. Obrigado senhora!

 

Sábado 11




O ultimo dia de festival é sempre o mais complicado, especialmente depois de um pequeno-almoço prolongado em boas companhias no Viseu no Porto. Deu para chegar a tempo dos Battles, destes sou fã desde 2007, quando saiu “Mirrored” e, apesar de já os ter visto umas quatro vezes, se pudesse via-os todos meses, nem que fosse só para ouvir como se fosse a primeira vez a maquinal "Atlas" na sempre versão épica com mais de 10 minutos. Há disco novo para apresentar — "La Di Da Di" — e neste parece haver mais instrumentais e um abandonar do formato dos cantores convidados de “Gloss Drop” de 2011, onde cantava por exemplo Matias Aguayo. Esta é uma banda composta por apenas três elementos e sem vocalista, onde os teclados desfiam a gravidade e a bateria tem o prato no tecto do palco. Consigo descrever o som deles como techno a sair de uma banda rock. Só vendo.

Entretanto já não sei se beba água, uma cidra ou um shot de rum (cerveja já não me assiste)… Optei pelos três por nenhuma ordem especial.




Os Air  ou Amour Imagination Rêve — nunca desiludem, no palco há 3 caixas de luz tridimensionais com as letras A, I,  R, que nos transportam rapidamente ao universo retro-futurista destes franceses.  Os dois músicos estão serenos e contemplativos como sempre, viajam entre a já extensa discografia, desde os seminais “Moon Safari”  e “Virgin Suicides” até aos mais recentes “Talkie Walkie” ou “Love 2”. O exercício é o de sempre na sua música, o jogo da contenção nos momentos mais melancólicos com rasgos aqui e ali da pop electrónica mais feliz. Para o fim estava guardado o melhor, “La Femme D'Argent” na versão ultra-extended a subir vários níveis de intensidade da canção original gravada no disco. É aquele final previsivel que já estás à espera mas que te apanha sempre de surpresa e voltas a emocionar-te como daquela primeira vez.




Pessoas da Argentina que se chamam Explosions In The Sky e fazem música desta só podem estar de bem com a vida.  Esta é uma banda a tocar com a intensidade sempre alta, como que a fazer amor com os instrumentos. O rock melódico destes senhores tem um pouco de Mogwai, mas leva-nos por melodias melancólicas a mergulhar às profundezas para depois nos levar em sentido inverso à erupção de descarga sonora com a distorção a fazer testar os limites do PA. São assim em disco mas ao vivo a coisa amplifica-se, talvez por isso a experiência deste concerto se recomende ser feita a solo e em silêncio. Irás encontrar a luz, ou ela a ti.

Os Moderat que me perdoem mas tendo tocado Ty à mesma hora, só deu mesmo tempo para ouvir as três últimas. Deu no entanto para perceber que tinham sido os vencedores da noite. Fechar o palco principal com electrónica é sempre aquele risco. Na edição passada, os Underworld a tocarem “Dubnobasswithmyheadman” acabaram por ser um tiro no pé, já que com o som muito baixo perdeu-se a intensidade de um dos melhores álbum da história da música de dança. Hoje esta espécie de superbanda que junta ModeseleKtor e Aparat a um terceiro elemento no baixo enchem este e qualquer palco. Canções e componente visual à altura fazem um espetáculo de encher o olho e o ouvido; o público responde com entusiasmo e o palco NOS fecha em festa!

Agora a cereja no topo do bolo: Ty Segall é aquele rapaz que nos faz acreditar no rock outra vez e que só podia vir da California. Foi o concerto mais intenso de todo o festival, o que não me surpreendeu pois já o tinha visto como Fuzz e sei bem as nódoas negras que isso me custou. É difícil traduzir aqui em palavras o que ali se passou. Tudo no máximo a cheirar a queimado e a pegar fogo ao circo no final, com a melhor cover de La Woman dos The Doors que o universo alguma vez já viu. Eu rejubilei e o Rei Lagarto ficou com certeza a corar no paraíso. Finais felizes.



 

Esta crónica foi escrita com sangue suor e lágrimas, e com poucas horas de sono debaixo de muitos km entre palcos, litros de cerveja, cidra, alguns shots e sabe deus que mais: o segredo é treinar de caneleiras (frase que aprendi no Porto).

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