Itinerário: (S.) Vicente em Belém

Mário Caeiro

A cores é que a gente se entende!





Vitral. c. 1240-5. Mosteiro de Saint-Germain-des-Prés, Paris, França. A iconografia de S. Vicente raramente aparece em conjunto. Para além do barco e dos corvos (que estão no símbolo de Lisboa), elementos da miraculosa preservação do corpo, outros elementos iconográficos frequentes são a mó e a palma da vitória, símbolo do martírio…

 

Um itinerário, em antecipação do VICENTE ‘13

 

Uma marca Vicente é um sonho do homem perpetuado no esquecimento da história.
Carlos Coelho

 

O Projecto Cultural VICENTE, que se realiza em Belém, apresenta desde 2011 criadores contemporâneos que captam uma sensibilidade própria. O projecto radica numa hipótese: um conceito cultural preciso, com origem histórica e mítica, pode contribuir para a renovação e expansão simbólica da identidade de Lisboa e de Portugal na actualidade e através da arte.

VICENTE oferece assim um enquadramento inédito a um mito que não se esgota da hagiografia de S. Vicente de Saragoça. A figura, depois de ter escolhido Lisboa, como que estava à espera destas novas plasticidades para se projectar para além do campo da banalidade turística. VICENTE ’13 Dito e Refeito! – o dizer e refazer da história – é mais uma vez o regresso ao imaginário de S. Vicente e à mitografia das relíquias e dos corvos, para aí, nesse lugar-espírito, continuar a vislumbrar a emoção de um mistério.


André Fernandes Trindade. 4.º Prémio (Vencedor Fãs do Facebook) do Concurso ‘Desenha a tua sardinha’, pelos dez anos da ideia. Festas de Lisboa ’12

 

 


Este ano, o mote do programa sofre uma inflexão. Ao preto e ao branco a que demos toda a atenção nas edições anteriores – o black&white  da calçada lisboeta e da bandeira de Lisboa… o negro do símbolo recortando-se no branco do céu… –, justapomos… a Cor. Já que a cor é a luz sobre as coisas (obrigado João Ribeiro), imaginámos um VICENTE disponível para o sensível e a evidência fenomenal das coisas, propondo-nos o poder da criatividade artística como consciência do concreto.

O programa do VICENTE deste ano é assim apropriação pela arte de valores fundamentais que nos orientam (n)o destino, individual e colectivo, oitocentos e quarenta anos depois de um episódio fabulosamente importante para a invenção da identidade de Lisboa (Sarmento de Matos).



Ilustração para programa das festas da cidade, por Almada Negreiros. 1934

 

Alegria no projecto, desejo de existir


Enquanto espaço público mítico, VICENTE é uma viagem ao princípio de todos os futuros. Esta terceira estação encerra um primeiro ciclo de afirmação do conceito. Em todos os momentos destes arquivos em movimento de desassossego e emergência – ver os livros editados em 2011 e em 2012 –, esteve implícita a ideia de uma cidadania estética e criativa. Este tipo de cidadania é fundamental para o cidadão lidar com todas as esferas da vida social em tempos pautados por toda a gama de conflitos artificiais e reduções alienantes. VICENTE, de alguma forma, é assim que preenche de nada o vazio que se encontra no âmago da (hipotética) mensagem de Vicente mártir. Recorda-nos que é à Ética que é necessário regressar, e portanto a uma certa ideia de Humanidade

Ora para Espinosa – cuja noção de Alegria inspirou o VICENTE deste ano – estarmos aqui é perspectivado como conatus, a experiência de um esforço, de um combate em que tomamos consciência de que a essência actual de uma coisa não é outra que o seu poder de agir (agendi potentia) ou força de existir (existendi vis). Estamos vivos na exacta medida em que nos esforçamos por existir o mais e melhor possível, e isso está em oposição a tudo o que nos reduza a existência. Ora são três os afectos primitivos: desejo, alegria e tristeza. Esta última coincide com uma perigosa redução da força de existir. Ao contrário da alegria, a tristeza ou o ódio nunca são bons.

Pois então, em sintonia com este Espinosa – o nosso Marrano em Amesterdão – que contribuiu decisivamente para tornar possível a transição dos afectos para as acções, assuma a transmutação S. Vicente/VICENTE o seu estatuto luminotécnico, alumiando a jornada que nos espera. Desejo é termo-chave em tal empresa. O desejo, e não a razão, é o que está no fundo do nosso ser, o que é realmente válido na vida de cada um, como na de todos nós em conjunto. Um país sem desejo é uma bruma sem figuras recortadas no horizonte. Sem critérios de humanidade, sem capacidade de julgamento e avaliação. Sem legitimidade para aceder a uma liberdade autêntica.

Ao nosso mártir Vicente, talvez acompanhado por outra figura lumínica – Sta. Luzia [1] – fica muito bem abençoar-nos na celebração de todas as cores do real. Todas essas cores com que nos brinda o mundo, iluminado pela luz. Toda essa alegria que se constrói na indeterminação do desejo, do sonho, do horizonte entrevisto pelo edificar da alegria. No VICENTE, este é um processo de criação de uma identidade subtil, avessa ao fechamento de um qualquer objectivo imediato. É uma arte sobretudo atenta aos lugares que os humanos criam para que tenham onde aparecer como são.



A resiliência da cor no Miradouro de Sta. Luzia em Lisboa. Foto de Ágata Wiorko.


[1] A grande maioria dos santos cristãos são personagens psicogeográficas que adaptam a iconografia de velhos deuses, atribuindo-se-lhes lendas sagradas que depois são alimentadas pela devoção popular, que se reconhece nos seus destinos exemplares. Tal como Vicente vem de Vencedor, Luzia (Sta. Luzia, igualmente martirizada em 304) vem da conversão da deusa solar Lusina (luzia, luz) dos celtiberos em figuração cristianizada. Daí um dos seus atributos mais visíveis e que dialoga directamente com a componente lumínica da hagiografia lde Vicente: dois olhos num prato.


 

Mitologia(s) contemporânea(s) – o prazer da potência

As long as intelligence is sealed up by banality, people are not interested in their place, which seems given; they fix their imaginations on the ghost lights that appear to them in the form of names, identities and businesses. What recent philosophers have termed forgetfulness of being [Seinsvergessenheit] is most evident as an obstinate willful ignorance of the mysterious place of existence. — Peter Sloterdijk 


Hoje a cores e alta resolução – ontem em pálidos tons de offset ou num trágico preto e branco (Barrento) – o tempo de VICENTE responde à chamada indo de encontro a uma ideia do filósofo Peter Sloterdijk, que defende que os heróis da história não são os homens, mas os ritmos e as forças do nascer e do pôr-do-mundo, onde os homens encontram o seu lugar. O que nos revela isto quanto ao papel do mito no quotidiano? E da arte face ao mito? Que ou sabemos ler nas entrelinhas do ruído do tempo, ou estamos perdidos no deserto de histórias mal contadas. 

Portanto sim, o mundo está cheio de deuses, ainda bem: rebentos-Filhos anunciadores de mudanças, invenções, avanços, que deixam para traz os caules secos das figuras Pai, mas sem renegar em absoluto essa herança (Barrento). Sempre foi assim, sempre foi assim, sempre foi assim, mas está a ser diferente (Sérgio Godinho). Agora, que o formato e a informação se transformaram numa nova metafísica em que o suporte substitui a substância, qualquer nova e provisória síntese aponta a uma nova ordem mitológica. A biopolítica do agora que a corrida estoirou / e os animais se elevam no esforço (António Manuel Ribeiro).

Este universo fractal (de que o parágrafo anterior não sai incólume!), transforme-se o quanto antes numa tensão habitada pela despossessão (uma ideia que Silvina Rodrigues Lopes desenvolve a partir dos textos de Maria Gabriela Llansol). É no seu seio que podemos rejeitar o lamento e conspirarmos para reinventar o destino. Individuarmo-nos, individualmente mas também como comunidade, como diz Bernard Stiegler ao explicar como se tornou filósofo. Assim saibamos viver as intensidades e as paisagens, expandindo-as do mundo conhecido e visível para o possível e o provável. 



Stencil, Lisboa. Foto de Manuel A. Madeira

 

Equações de cor: das palavras aos actos


Na geometria desta edição, VICENTE é portanto cor, a luz sobre as coisas. O mundo aparece ao VICENTE deste ano como a festa da renovação dos nossos votos com o mundo. As coisas do mundo. O mundo das coisas. A cor, latente, presente, ausente, impondo-se, furtando-se ao sol ou esgueirando-se na sombra, é da ordem de uma radical abertura ao sensível – em perigosa mas decidida proximidade com o fáustico feeling is everything.

Ora a cor é uma construção cultural, complexa e rebelde a qualquer generalização, senão a toda a análise (Michel Pastoreau). A cor não é um fenómeno apenas físico e perceptivo, é um facto de sociedade. Demonstrar a importância da cor no nosso contrato com o mundo, investigar as cores antigas e novas de (S.) Vicente em VICENTE é então, ao limite, o questionar das ideias feitas na arquitectura e na paisagem, e claro, na publicidade ou na sinalética, formas actuais da heráldica. Assumir a cor é uma operação de apropriação que, no fundo, procura a luz certa para olhar o mundo sob a lente vicentina. Isto sem escamotear (como faz o artesanato urbano que tem colorido figurinhas de Santo António) o facto de, na cor, todos os materiais, técnicas, químicas, iconografias, artisticidades, simbólicas – se colocarem em simultâneo.

Para Giusepe Di Napoli, a cor nunca vem só; o seu sentido é pleno apenas quando a cor se encontra em oposição a outras cores. O que torna tudo isto mais complexo – e fascinante – é o facto de a nossa ideia sobre cada cor mudar constantemente, logo também a nossa percepção dos contrastes e da sua significância. E de facto, noções como as de cores frias ou quentes, primárias ou complementares, de acordo com classificações do espectro ou do círculo cromático, as leis da percepção ou do contraste simultâneo, não são verdades eternas, mas sim etapas da história dos saberes.

Vejamos. Na Idade Média, o azul – do mar, do céu… – era considerado uma cor quente, senão a mais quente das cores. Mais, duas cores justapostas, e que hoje nos pareceriam fortemente contrastantes, poderiam entabular uma suave vizinhança; e inversamente, jogos de cores que hoje encaramos como discretos poderiam ser considerados ‘berrantes’. Curiosamente, associar o amarelo ao verde – como faz o VICENTE deste ano! – correspondia na Idade Média ao contraste mais violento: usava-se para vestir os loucos e sublinhar comportamentos perigosos, transgressores ou diabólicos! As coisas que a cor nos diz, em função de como a vemos no mundo!



Imagem VICENTE ’13. Rosa Quitério e Mário Caeiro s/ desenho de Cordel (s/ lettering de SILVA DESIGNERS).

 


(Dois) artistas do mundo


No âmbito do VICENTE ’13, os dois artistas convidados para intervir à Travessa do Marta Pinto e na Ermida N. Sra. da Conceição são respectivamente o português Xana e o francês Régis Perray.

Xana chega do Algarve. Vive no perímetro de cativação de um dos mais fundamentais lugares de memória da cultura portuguesa: Sagres, símbolo de transitoriedade e de passagem, banhado pelo mistério das incertezas oceânicas (Paulo Pereira). Na obra de Xana para o VICENTE, esta noção de transição manifesta-se no reduto da comunicação, a palavra, sob a forma de mensagens crípticas na esfera pública. São mensagens cujo sentido eventual decorre da vontade do transeunte lhes reconstruir um futuro na intimidade, primeiro da leitura individual, depois de debate que se lhe segue, ambos motivados, (des)orientados – desconversados – lá está, pela resiliência cromática.



Xana, intervenção na praia da Rocha, Allgarve, 2008, Algarve.


Em trabalhos anteriores, Xana tem carregado de uma enérgica cor as suas construções efémeras. Recorrendo à acumulação arquitectural de objectos de plástico retirados do quotidiano – caixas de plástico, baldes… – Xana edifica casas, castelos, torres, muros. Em todas as peças a cor é uma dimensão de dasein que arranca aos transeuntes uma emoção irremediavelmente lúdica. 

Para o VICENTE o artista desenvolveu um projecto de comunicação urbana que atira palavras (de [des]ordem) à rua, numa espécie de sinalética. A complexidade caótica da cor na palavra tipografada torna-se então um elogio do irredutível na própria leitura; o povo a interpretar estes dí(s)t(ic)os lê menos palavras e sobretudo um horizonte discursivo.


Xana, Amor Libera Lux, VICENTE’13 (artes finais para impressão)

 


Regis Perray chega de França. À La découverte du Portugal. Ao encontro dos seus antepassados, uma família do Porto (Perray é evolução etimológica de… Pereira). Perray traz-nos o terroir de paragens em que S. Vicente anda de cacho de uvas na mão, protegendo os vinhateiros das geadas de Janeiro. Inscritos no corpo e na biografia do artista, um acervo de gestos solitários e concentrados, sob a forma de acções registadas em vídeo, fotografia e notas de produção que são programas de vida, Perray empreende uma espécie de nano-filosofia (se considerarmos, de novo com Sloterdijk, que é a filosofia que ensina a inteligência a aprender como as suas paixões vão ao encontro de conceitos).

As obras de Perray são acções-rituais de limpeza, restauração, cuidado, ostentando um envolvimento tão íntimo quando total com a monumental pequenez do mundo. Têm a capacidade de fazer acontecer o humano no esplendor – ridículo, se formos a ver o seu alcance limitado – de um engajamento com a cidade. A sua ‘imagem de marca’ para VICENTE é aliás uma foto em que o artista se dirige para Portugal montado num vigoroso… rolo compressor. Se houvesse isso de um santo-artista contemporâneo, este performer novo-vicentino, aí estaria para anunciar uma novel fórmula de religio – aqui num sentido de escrúpulo, exactidão consciente, piedade, não menos que espanto religioso, superstição, observância, santidade. Estes são outros actos únicos.



Regis Perray, À la découverte du Portugal. A caminho de Portugal em 2013

 

As bandeirolas grafo-visuais de Xana dão cor ao texto da cidade; Xana poeta linguisticamente; Régis inverte a noção usual que temos da escala das coisas. Na prática, são dois modelos para o alimento da convicção. Verbo e sabedoria, juntos, são duas vezes grandes. A vontade de ser – aliada a um vazio-secreto que seria, numa lógica hermética, o seu sentido oculto – é a arma que a resiliência da arte tem para estender a sua influência propedêutica a um horizonte que salve. É ela que nos faz vencedores, já, aqui e agora. O desafio do desassossego em VICENTE seja dar cor a este redesignar da esperança.

 

Cidade celeste: abrir o livro


No livro do VICENTE deste ano, com o título Dito e Refeito! (‘respondendo’ ao Rever para crer… do ano passado) estas intuições espacializadas hão-de ser ampliadas pela pintura punk de João Fonte Santa e a colagem googlada de João Pombeiro. 



João Fonte Santa. 3.ª Aparição da Virgem a Frederick von Hayek nas Ruínas do Centro de Investigação para o Desconhecido. Ilustração.

 



João Pombeiro, VICENTE’13. Ilustração.

 



Ambos multiplicam as superfícies de reflexão do nosso VICENTE com as suas próprias visões (alucinadas?) do mundo actual. Um vem da pop política e outro de uma tradição conceptual, mas ambos têm em comum a noção de que há um universo de referências visuais que a sua iconologia vai recompor em ponto crítico, isto é, num abraço esvoaçante de escamas (são palavras de Rosa Alice Branco no poema inédito ‘Corvo solar até ao bico’):

Há um vento na tarde de Lisboa, porque nada é reverente
ou quedo.As águas remoinham, esquecem as margens
e a ré do barco é apenas o inverso. Chegas de novo e sempre,
porém estando, tu que és capaz desta e outras sínteses
no teu corpo intacto e sempre vivo. Enquanto fores Lisboa
haverá um porto de partida onde chegamos e por mais
que formos, aqui viremos colher as ideias que trazes
do coração do bico, corvo solar de nós que em nós semeia.
A chave da cidade só gira para abrir as Portas,
e de Belém ao viço urbano das colinas os viajantes
acorrem a beber a beleza andrógina da fonte abundante
que ao apaziguar a boca os incita alegremente à mesma sede.


Seja na poesia de Rosa Alice Branco; em Silvina Rodrigues Lopes e sua Kulturkritik; no breviário que Carlos Lampreia dedica à materialidade da arquitectura e da cor em Lisboa, do ponto de vista da (in)formalidade da arte; seja na nota marketeer avançada por Carlos Coelho ou na light fiction de Nelson Guerreiro, VICENTE é todas as manieras de tomarmos consciência da indescirnibilidade entre experiência estética e pensamento, entendendo-se que “a experiência estética consiste na experiência do resto”. Silvina refere-se a um excesso da situação, daquilo que não é reconhecível: O resto, aquilo que excede a capacidade de compreensão, é o que se poderá chamar o impensado, a não confundir com o impensável, o inefável

Pois então, em todos estes labores, partamos de S. Vicente santo chiaro-scuro para chegarmos a VICENTE-conceito, modelo de produção de horizonte. Seja VICENTE a presença invisível que, em ausência, nos acompanha na conquista latente de todas as distâncias. Benditos por este conceito artístico, celebremos todas as cores do real. Todas essas cores com que nos brinda a complexidade do mundo, iluminado pela luz do sol e o brilho da lua.


O presente texto sobre o Projecto VICENTE (de que Mário Caeiro é curador), é um remix abreviado do texto ‘Vicente Alegria’, in VICENTE – Dito e Refeito!, no prelo.
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