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Arabescos Sobre o Tema de Pirosmani + Máscara de Aço Contra Abismo Azul / ciclo de cinema

Arabescos Sobre o Tema de Pirosmani + Máscara de Aço Contra Abismo Azul / ciclo de cinema

𝟏𝟖 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐢𝐨
ARABESCOS SOBRE O TEMA DE PIROSMANI
Serguei Paradjanov (1985, 21’)

Enquadrada pelo olhar de Paradjanov, a pintura de Niko Pirosmani é avivada, justaposta e decomposta, numa organização em capítulos que lhe visita e entrelaça as obras como os arabescos do título. Exemplo do movimento perpétuo caro ao cineasta, o universo do pintor esgueira-se por um terreno fantástico, antecâmara da capital georgiana em fundo. O filme valeu a Paradjanov um curioso prémio em Roterdão, o de Realizador do Futuro.

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MÁSCARA DE AÇO CONTRA ABISMO AZUL
Paulo Rocha (1988, 64’)

Colagem de documentos de época, em estilo quase de teatro musicado, sobre o início do modernismo em Portugal, apresentados através dos personagens Máscara de Aço e Abismo Azul, criados pelo pintor Amadeo de Souza-Cardoso, e com uma breve aparição do autor.

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Em Maio apresentamos a terceira e última parte do ciclo de cinema «A alegria do mundo toda inteirinha numa tela».

𝐒𝐞𝐠𝐮𝐧𝐝𝐚𝐬-𝐟𝐞𝐢𝐫𝐚𝐬 𝐚̀𝐬 𝟐𝟏𝐡
—filmes apresentados e discutidos em sessão—

A pintura e o cinema vivem em cumplicidade há mais de cem anos, revelando inúmeras afinidades estéticas e formais. Na verdade, são duas artes que desejam fixar, através da imagem, a vida das pessoas e o mundo. O pintor e o cineasta materializam visualmente o seu universo na tela em branco: numa, a imagem é pintada; na outra, é projetada. Será o pintor um realizador do instante? Será o cineasta um pintor do movimento? Entre eles existe diálogo e uma troca incessante de cores, formas, sentimentos e imagens.

No entanto, percebe-se que o cinema há muito sente um fascínio singular pelo ato da criação artística, especialmente pela pintura. Os realizadores, enquanto criadores de imagens, ao produzirem biografias filmadas de pintoras e pintores - alguns aclamados, outros desconhecidos - também mitificam e constroem símbolos. Entre o conhecimento histórico e a subjetividade, a Sétima Arte não se limita a representar a pintura e os seus protagonistas: desvenda-os, reinventa-os e projeta-os na tela.

Última sessão do ciclo:

𝟐𝟓 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐢𝐨
PAUL DELVAUX OU LES FEMMES DÉFENDUES
Henri Storck (1971, 25’)
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ANTÓNIO SENA: A MÃO ESQUIVA
Jorge Silva Melo (2009, 59’)

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