A exposição reúne um conjunto de trabalhos recentes, posteriores a 2022 até finais de 2025. Correspondem a um período de grandes convulsões sociais, económicas, políticas, geoestratégicas, em que o mundo procura novos caminhos, num mundo crescentemente mais violento e radicalizado.
A segurança é substituída por sentimentos de angústia e de imprevisibilidade. É forçoso que isso se traduza também na pintura ou em qualquer manifestação artística. Os próprios avanços tecnológicos, as novas formas de partilha de informação e tratamento de dados não têm paralelo com situações anteriormente vividas.
Um homem novo ou um homem perdido, afogado em solicitações contraditórias?
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