Um povo é forçado a abandonar o seu território para dar lugar ao progresso. Proibidos de caçar, afastados da terra que os sustentava, os corpos transformam-se, tentam resistir, enquanto a espiritualidade se esvai.
Um olhar estrangeiro procura compreender, mas... o que resta quando tudo é arrancado?
Uma viagem sobre a perda, a compreensão, a adaptação... e o que persiste.
Ficha Artística
Direção: Frédéric da Cruz P.
Direção de Movimento: Bruno Pardo
Direção Plástica: Nuno Viegas
Interpretação: Bruno Pardo, Catarina Carmo, Diana Cunha, Frédéric da Cruz Pires, Henrique Gil, Virginia Achique e Nuno Viegas
Música Original com Interpretação ao Vivo: Surma
Cenografia e Figurinos: Leirena Teatro e Nuno Viegas
Folhas de Sala Inclusivas: Célia Sousa (Equipa do CRID/ ESECS-Politécnico de Leiria)
Direção Técnica: André Pina
Técnico de Som: Nuno Rancho
Design Gráfico: Paulo Fuentez
Fotografia: Carlos Gomes
Gestão e Produção: Andreia Morais e Axel Vala
Cocprodução: Teatro Diogo Bernardes, Teatro Stephens e Cineteatro Louletano
Apoios: Município de Leiria, União de Freguesia de Marrazes e Barosa, União das Freguesias de Leiria, Pousos, Barreira e Cortes, Junta de Freguesia de Arrabal, Paróquia São Miguel Juncal
O Leirena Teatro é uma estrutura financiada por: Direção-Geral das Artes e República Portuguesa.
Informações Adicionais
Espetáculo com serviços de LGP - Língua Gestual Portuguesa, para pessoas Surdas (com "S" maiúsculo são surdos que falam Língua Gestual Portuguesa), e AD - Audiodescrição, para pessoas cegas ou com baixa visão.