Após vários dias de exame do caso em tribunal, a defesa e a acusação terminam os seus trabalhos e o júri entra numa sala para decidir se um jovem é culpado ou inocente do homicídio do seu pai. As instruções são claras: “Se houver qualquer tipo de dúvida razoável nas vossas consciências quanto à culpabilidade do acusado, então devem declará-lo «não culpado». Se, contudo, não houver qualquer tipo de dúvida, deverão declará-lo «culpado». Qualquer que seja o vosso veredicto, terá de ser unânime.”
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