Galeria Municipal de Arte de Almada
Avenida Dom Nuno Álvares Pereira 74A - Almada Ver website
Programação no âmbito Exposição Matéria Vibrante 21.12.2024 das 14.30h às 20:30h Galeria Municipal de Arte Almada - Workshop de Dani d'Emilia e Mar Mordente Práticas crepusculares: Auscultando Corpos Vibráteis - Curta-metragem Nebulosa de Maura Grimaldi, documentário “Ferros’s Bar” de Cine Sapatão e conversa com a artista e coreógrafa Josefa Pereira Programação no âmbito Exposição Matéria Vibrante de Catarina Botelho curadoria de Maribel Mendes Sobreira 30.11.2024 - 15.3.2025 Galeria Municipal de Arte Almada Inscrições descampado.ocupado@gmail.com ----------- Práticas crepusculares: Auscultando Corpos Vibráteis Workshop de Dani d'Emilia e Mar Mordente Partindo de bases transfeministas, nas quais alianças entre diferentes corpos e resistências sociais se entrelaçam na luta contra o patriarcado e o colonialismo, ampliamos nossa atenção para as alianças que também nos compõem e fortalecem enquanto corpos metabólicos. Essa força se enraíza em relações de reciprocidade que questionam e atravessam os limites das políticas identitárias diante das policrises que nos atravessam. O antropocentrismo tenta nos arrancar das sabedorias dos nossos corpos como extensões vivas do corpo da Terra. Nesta sessão, caminharemos por vias vibráteis para nos reconectarmos com a força transgressora e insurgente da vitalidade inter-espécie. Inscrições descampado.ocupado@gmail.com Dani d’Emilia, artista, educadore e investigadore das intersecções entre artes do corpo, pedagogias radicais e justiça eco-social-relacional. Seu trabalho é movido pela Ternura Radical enquanto força-guia e atravessado por senti-pensares transfeministas e decoloniais. Integra o coletivo Gestos Rumo a Futuros Decoloniais (CA/BR), orienta e colabora em diversos projetos que tem como foco investigar modos através dos quais práticas político-afetivas podem ajudar-nos a tecer relações de respons(h)abilidade em meio às complexidades das crises sociais e climáticas nas quais estamos imerses. +info: www.danidemilia.com Mar Mordente trabalha nas interseções das artes performativas e pedagogias radicais. Mar é movide pelas relações entre arte e medicinas ancestrais, atuando em aliança com as urgências e saberes dos feminismos comunitários indígenas e movimentos decoloniais. Sua pesquisa performativa e pedagógica baseia-se em perspectivas não ocidentais dos sonhos, reparação ancestral e rituais coletivos de cura. Mar é co-fundadore da Casa Conjuro, centro de pesquisa e oferecimento de práticas somáticas decoloniais. Atualmente, participa da Residência Artística REC (Reativando Capacidades Exiladas), projeto do coletivo Gestos Rumo a Futuros Decoloniais. + info: www.marmordente.wordpress.com -------- Curta-metragem Nebulosa de Maura Grimaldi e conversa com a artista e coreógrafa Josefa Pereira Maura Grimaldi propõe um encontro entre a sua prática e a obra de Catarina Botelho no contexto da sua exposição Matéria Vibrante com curadoria de Maribel Mendes Sobreira. Nessa atividade, a ser realizada no próximo dia 21 de dezembro de 2024, Maura apresentará a sua curta-metragem Nebulosa (2024, 16mm transferido para digital) e o documentário Ferro´s Bar (2023) com realização de Cine Sapatão (Aline A. Assis, Fernanda Elias, Nayla Guerra, Rita Quadros). Em seguida, haverá uma conversa aberta com Maura, a artista e coreógrafa Josefa Pereira e o público participante. Maura Grimaldi transita entre a pesquisa académica e a prática artística, nas quais reflete sobre a economia da atenção e as formas de subjetivação na contemporaneidade, a partir da experimentação com dispositivos óticos e tecnologias obsoletas. Sapatão não-binárie, nasceu em São Paulo e realiza, hoje, um mestrado em cinema na Elías Querejeta Zine Eskola - EQZE (Donostia / San Sebastián). Josefa Pereira (BR/PT) é coreógrafa e performer. Nasceu na Bahia, vive entre São Paulo (BR), onde se formou como artista e pessoa, e em Portugal, onde atualmente reside e trabalha. O seu universo criativo orbita em torno de curiosidades não lineares, atraídas à volta de interesses como monstruosidade, comunidade e fabulação. Ao perguntar “o que se faz”, “com o que se faz” e “como se faz”, a artista convida cor, movimento, textura, e uma diversidade de matérias-corpos a se relacionarem para que dança e coreografia emerjam enquanto gesto, sustentação e força motora de transformação.
Avenida Dom Nuno Álvares Pereira 74A - Almada Ver website