Numa sociedade distópica, uma mulher tão fria como uma máquina tenta persuadir uma assistente social durante a entrevista de adoção de um bebé. Quando o absurdo se instala, o seu marido chega para intervir. Fora dali, uma superpopulação de lobos ocupa ruas, passeios e linhas de metro… Este texto atual, vencedor de alguns dos principais prémios da dramaturgia brasileira exprime um retalho da sociedade, expondo, através de um drama nonsense, a falta de sentido da condição humana e suas urgências.
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