12:00 até às 23:59
Inauguração: Exposição Discursos de Decolonialidade

Inauguração: Exposição Discursos de Decolonialidade

A galeria THIS IS NOT A WHITE CUBE e a NOT A MUSEUM têm a honra de convidar para a inauguração simultânea das exposições "BORDERS" de Mariana Dias Coutinho, e "DISCURSOS DE DECOLONIALIDADE", que congrega o trabalhos de 15 artistas de 8 países.

A inauguração decorre no dia 24 de Junho, com horário alargado, entre as 12h e as 0h, no espaço Not A Museum (Rua Castilho, nº 3, Lisboa).

O acesso ao recinto far-se-á ao longo da tarde tendo em conta as orientações técnicas emanadas pela Direção-Geral da Saúde no âmbito da pandemia COVID-19, por forma a minimizar o risco de transmissão e o impacto da doença.

A lotação será condicionada à presença, em simultâneo de, no máximo, 50 pessoas dispersas pelos 4 pisos do edifício, sendo obrigatório o uso de máscara e a desinfecção das mãos à entrada.

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A exposição "DISCURSOS DE DECOLONIALIDADE" constitui uma visão alargada do projecto curatorial desenvolvido, pela This is Not a White Cube para a mais recente edição da Arco Lisboa, que em 2020, atendendo ao contexto actual, assumiu o formato digital.

O projecto expande-se e ganha agora corpo numa exposição física,  que reflecte sobre a emersão de uma visão crítica do colonialismo e a importância que a Diáspora africana, os projectos curatoriais, a investigação e o estudo de fundos documentais assumem na produção de uma renovação do discurso histórico da arte na contemporaneidade.

Curadoria: Graça Rodrigues e Sónia Ribeiro, 2020
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A mostra integra obras inéditas de 15 artistas contemporâneos de África do Sul, Angola, Brasil, Camarões, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e RDC e da Diáspora, cuja prática tem incidido, ao longo dos anos, na pesquisa e desenvolvimento de projectos em torno da noção de memória e identidade, tradição e contemporaneidade.

Através deste projecto, a galeria THIS IS NOT A WHITE CUBE propõe gerar um diálogo entre estes países com afinidades coloniais e históricas, reflectindo sobre o conceito de decolonialidade e procurando promover uma reflexão sobre a forma como a arte contemporânea africana em particular e a arte contemporânea do Sul Global se tem vindo a afirmar à escala global.

Essa afirmação tem-se verificado através da produção de um posicionamento discursivo disruptivo no contexto de um debate pós-colonial que permaneceu ao longo de décadas transversalmente marcado por um certo eurocentrismo cego. Uma teorização enraizada que decorre dos processos de ocupação e partilha dos territórios africanos pelos povos colonizadores, que produziram uma leitura unilateral sobre a sua influência na constituição cultural e artística dos países colonizados.
Recomendamos que confirme toda a informação junto do promotor oficial deste evento. Por favor contacte-nos se detectar que existe alguma informação incorrecta.
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