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18:30 até às 21:30
V Konfirensia Panafrikanu di Lisboa

V Konfirensia Panafrikanu di Lisboa

PANAFROTOPIAS: PRÁTICAS AFROCONTEMPORÂNEAS DE IMAGINAÇÃO EMANCIPATÓRIA; O TEATRO, A MUSICA E AS ARTES MARCIAIS.
 
 A imaginação e o imaginário enquanto enquanto espaços /poderes de criação, permitem aos corpos-espíritos pensantes e sencientes, revolucionar a própria existência corpórea e material. Convictos disso e, resgatando o apelo de Amadou-Mahtar M'Bow (1978), esta V Konfirensia Panafrikanu di Lisboa, convida aos artistas, escritores-as, cantores-as, bailarinos-as e praticantes das artes marciais, a partilhar connosco o seu conhecimento e a mostrar que os povos precisam também existir no imaginário. 
 
Desta vez recebemos Felwine Sarr, um dos maiores e mais solicitados pensadores africanos da atualidade que, através do seu  ecletismo ímpar, não cessa de reenventar formas de pensar e dizer a África . Professor na Duke University (EUA), Felwine Sarr é economista escritor, músico, compositor e praticante de artes marciais entre outras atividades várias às quais se dedica. Junto com Achille Mbembe tem organizado desde 2016 os Ateliers de la Pensée de Dakar, um espaço de reflexão que reúne cientistas, ativistas, artistas, entre outros produtores de conhecimento da África e das Diásporas,e que, vem-se afirmando-se cada vez mais, como um espaço de referência. 

Em 2016, Felwine Sarr publicou Afrotopia, livro onde propõe uma reflexão sobre a forma como a África deve reposicionar-se e reafirmar-se no mundo, tendo em conta a a sua própria iniciativa e com base numa visão  que tenha em conta as suas próprias particularidades. 
 Segundo Felwine Sarr, "Afrotopia é uma utopia ativa que visa descobrir na realidade africana o imenso espaço de possibilidades, e fecunda-lo".  Neste sentido, trata-se de um trabalho de desbravamento e cultivo de uma vasta arena, onde todos os recursos, todas as mãos são chamadas ao labor.
 
 Nesta quinta conferência propomos uma reflexão em torno do Teatro, da Musica e das Artes Marciais como "pensatórios" desta utopia ativa ou seja, como espaços e técnicas onde se pensa e se produz a emancipação no real . 
 
 Para esta esta sessão que será conduzidas com Felwine Sarr, por Nina Vigon Manso,  pan-africanista, antropóloga, investigadora em ciências agrárias na Universidade do Porto, artista, activista e cronista;
 Zia Soares, diretora artística e atriz do Teatro GRIOT. 
 
 Marcus Veiga conhecido como Scúru Fitchádu, o músico que mistura Punk com funana e produz a sacrílega musica " das emoções e do combate" 
 

Si nu matuta djuntu, nu ta bira kada bes mas forti, nu ta avansa mas lonji i ningen  ka ta  podanu ki  fari indjutunu
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