17:00
Orquestra de Câmara Portuguesa
©Patrícia Andrade

Orquestra de Câmara Portuguesa

Grande Auditório

Uma pausa, o vazio?
Uma respiração, um final, um início.
Uma ressonância?
O que (nos) acontece quando a música para?
Numa exploração do limiar da audibilidade, Lachenmann abre o território deste concerto em forma de reflexão: os músicos da OCP irão igualmente intervir com a palavra.
O extraordinário músico sueco Joseph Martin Kraus (1756-1792), profundamente influenciado pela ópera e o teatro, criou a música incidental para o serviço fúnebre de Gustavo III: sem a utilização dos contrastes e forma habitual da sinfonia, Kraus cria uma tapeçaria sonora única e rica, interrompida por pausas profundas.
Depois do intervalo (uma fermata?), ouviremos a luminosa Haffner de Mozart, intercalada com comentário em forma de som (Takemitsu, Friedman e Jarrell), elaborando passo a passo a conclusão.
Um final?


Flauta Rui Borges Maia
Clarinete Ana Maria Santos
Trompete Óscar Carmo
Textos Teresa Simas e Pedro Carneiro
Encenação Teresa Simas
Direção musical Pedro Carneiro


Helmut Lachenmann (1935) Guero
Joseph Martin Kraus (1756-1792) Sinfonia Fúnebre em Dó menor, VB148

Intervalo

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) Sinfonia n.º 35 em Ré maior, Haffner, K. 385*

* Os andamentos da Sinfonia n.º 35 em Ré maio, K. 385 serão intercalados com as seguintes obras:

Toru Takemitsu (1930-1996) Itinerant: in memory of Isamu Noguchi
Stanley Friedman (1951) Solus (IV. Fanfare)
Michael Jarrell (1958) Assonance II


Produção | CCB


Fonte: https://www.ccb.pt/Default/pt/Programacao/Musica?a=1821
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