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Itinerários de Lisboa

Itinerários de Lisboa

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Os Itinerários de Lisboa levam os munícipes e visitantes à descoberta da cidade. Elaborados a partir de vários temas, abordam a vida quotidiana da cidade, o património edificado e literário, as ruas e as paisagens urbanas. Cada tema é preparado e conduzido por técnicos da autarquia, que definem o percurso e o percorrem a pé.

Programa:

2 dezembro: 10h
O ARQUITETO CARLOS MARDEL E OS CHAFARIZES DE LISBOA
Em 1731, de forma a responder ao problema de escassez de água em Lisboa, o rei D. João V decretou a construção do Aqueduto das Águas Livres, uma obra pública e monumental que implicou a construção de chafarizes reveladores de novas praças e largos da cidade. Alguns destes são da autoria do arquiteto Carlos Mardel que se fixou em Portugal e que foi também uma das figuras com protagonismo na reconstrução da cidade após o Terramoto de 1755.

3, 4, 10 dezembro: 10h
HISTÓRIAS DE AMOR EM LISBOA
As histórias de amor de personagens conhecidas da vida de Lisboa, ou do país, são desvendadas nestes percursos que mostram locais de encontros e desencontros. Nem sempre felizes, algumas destas histórias abalaram a sociedade ou mudaram o curso da história.

5 dezembro: 10h
HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE LISBOA
Elevada a município na época romana e gerida a partir da alcáçova do Castelo pelo alcaide mouro a cidade recebeu foral no reinado de D. Afonso Henriques, em 1179. O governo municipal fazia-se no adro da Sé. No século XIV a Câmara passou a reunir junto à Igreja de Santo António, até à divisão eclesiástica da cidade no século XVIII. Entre 1717 e 1741 existiu uma segunda Câmara junto ao Hospital Real de Todos os Santos. Após o Terramoto de 1755 é projetado um novo edifício dos Paços do Concelho no local onde ainda hoje se mantém.

5, 6, 12, 13, 19, 20 novembro: 10h
DE SANTO AMARO À JUNQUEIRA
Um percurso que tem como ponto de partida a capela de Santo Amaro do século XVI, onde são ainda notáveis as casas dos trabalhadores das docas. A presença operária e o espírito de bairro tradicional convivem com a transformação urbana, permitindo compreender as transformações sociais, económicas e culturais que moldaram a capital. Em contraponto, a Junqueira foi durante séculos uma zona de quintas, palácios e conventos, espaços que ganharam novos usos culturais e museológicos integrando-se numa Lisboa em permanente renovação, mas enraizada na sua história.

9 dezembro, 27 janeiro: 10h
DAS JANELAS VERDES A ALCÂNTARA
Partindo do chafariz das Janelas Verdes, em frente ao Museu Nacional de Arte Antiga e seguindo a Rua Presidente Arriaga chega-se à zona da Pampulha, que já existia no século XVII, junto à chamada Cova da Moura e que no século XIX, ficou conhecida por ter existido no local uma célebre fábrica de bolachas. Alcântara, topónimo mouro que significa ponte, era uma das zonas fabris mais importante de Lisboa, local onde outrora se desenrolou uma célebre batalha, entre os partidários de D. António Prior do Crato e o exército do rei Filipe II. Neste itinerário contam-se as histórias e fatos, percorremos as igrejas, os palácios e os locais ligados às antigas fábricas.

9, 11, 16, 18 dezembro, 15 janeiro: 10h
O BAIRRO DE CAMPOLIDE II
A paisagem do atual Bairro de Campolide era, na Idade Média, marcada pelos campos de cultivo onde se destacava a plantação de vinhas. A grande alteração chegou com a construção do Aqueduto das Águas Livres, obra monumental que pretendeu solucionar o problema do abastecimento de água na cidade, e que trouxe a fixação de muitos dos trabalhadores. O crescimento da população e o desenvolvimento urbano dos séculos XIX e XX moldaram a identidade deste sítio, desvendada neste percurso. Senhor de uma enorme extensão territorial, Campolide tem a necessidade de mais um itinerário que complete o anterior para que se possam cobrir os seus locais mais relevantes.

12 dezembro: 10h
DUARTE PACHECO – UM ENGENHEIRO DA MODERNIDADE
Duarte José Pacheco (1900-1943) é considerado um dos mais marcantes políticos do século XX pela profunda transformação que conduziu no país. Enquanto Ministro da Instrução Pública, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e Ministro das Obras Públicas planificou e concretizou obras fundamentais como bairros sociais, autoestradas ou o aeroporto de Lisboa. Este percurso mostra algumas das mais emblemáticas como o Instituto Superior Técnico, o edifício do Instituto Nacional de Estatística ou a Alameda.

9, 13, 16, 20 jan: 10h | 24 jan: 10h30
OLIVAIS ANTIGO
Zona muito antiga com ocupação pré-histórica e romana, os Olivais têm a sua paróquia desde o século XIV, onde e segundo a lenda terá sido encontrada uma imagem de Nossa Senhora no interior de uma oliveira. Foi então construída uma igreja com a designação de Santa Maria dos Olivais. Numa primeira fase predominantemente agrícola, os Olivais cresceram no século XVI e mais tarde o local foi escolhido pela nobreza para construírem as suas quintas de recreio.

13, 29 janeiro: 10h
O BAIRRO DE CAMPOLIDE I
A paisagem do atual Bairro de Campolide era, na Idade Média, marcada pelos campos de cultivo onde se destacava a plantação de vinhas. A grande alteração chegou com a construção do Aqueduto das Águas Livres obra monumental que pretendeu solucionar o problema do abastecimento de água na cidade e que trouxe a fixação de muitos dos trabalhadores. O crescimento da população e o desenvolvimento urbano dos séculos XIX e XX moldaram a identidade deste sítio.

14, 15, 21, 22, 28, 29 jan: 10h
NO RASTO DO ATENTADO
Um dos episódios mais marcantes do século XVIII foi o atentado contra o rei D. José I, ocorrido na noite de 3 de Setembro de 1758, que culminou num dos processos judiciais mais célebres e brutais da história de Portugal – o processo dos Távoras. Mais do que uma viagem no tempo, este percurso convida a explorar as tensões políticas e sociais que moldavam uma Lisboa em reconstrução após o terramoto de 1755. Ao seguir os vestígios deixados por esta trama de conspiração, punição e propaganda, descobrimos uma cidade profundamente marcada por intrigas, ambições e mudanças profundas.

20 janeiro: 10h
LISBOA MAÇÓNICA
A Maçonaria é uma das ordens iniciáticas mais comentadas, respeitadas, contestadas e envoltas em polémica ao longo da História. Como contraponto à influência religiosa, afirma a primazia do Homem, tendo desempenhado um papel decisivo em diversos acontecimentos marcantes na Europa. Este itinerário convida à redescoberta de alguns factos acessíveis aos não iniciados, bem como da simbologia maçónica que pontua a cidade — visível a todos, mas nem sempre reconhecida.

22 janeiro: 10h
LISBOA NA OBRA DE CAMILO CASTELO BRANCO
Camilo Castelo Branco, autor de uma obra prolífera, é um dos grandes escritores portugueses. A sua escrita, como a de Eça de Queiroz, é essencial para compreender o quotidiano e a sociedade do Portugal da segunda metade de 1800. Viveu uma vida intensa e conturbada que se refletiu em muitos dos seus romances. O percurso conduz-nos pela Lisboa da sua época, cenário de livros como A Queda de um Anjo, e pelos episódios marcantes da sua biografia.

27 janeiro: 10h
LISBOA ROMANA
Descubra a fascinante Lisboa Romana através de um roteiro cultural pedestre que revela os vestígios da antiga Olisipo, cidade florescente do Império Romano. O percurso leva-o por locais emblemáticos como as ruínas do Teatro Romano, a zona religiosa, termal e industrial. Ao longo do trajeto conheça a vida quotidiana, a engenharia e os rituais dos romanos que habitaram esta colina junto ao Tejo. Uma viagem a pé pela Lisboa subterrânea e histórica, onde o passado emerge discretamente no coração da cidade moderna.

30 janeiro: 10h
DE SÃO SEBASTIÃO DA PEDREIRA AO BAIRRO DO ANDALUZ I
Lisboa, desde tempos remotos, foi ameaçada por surtos e epidemias de peste devido às más condições de salubridade. Para se protegerem do mal, os crentes invocavam a proteção de São Sebastião, o padroeiro das doenças. Em 1590 há registo da existência de uma ermida no largo de São Sebastião da Pedreira, onde aos domingos, os fiéis acorriam para agradecer e ouvir a missa. A evocação desta memória é o pretexto para um percurso que revela antigos palácios e conventos.

Programa janeiro a julho 2026 aqui



Marcações: itinerarios.culturais@cm-lisboa.pt
218 170 742, a partir do 1.º dia útil do mês que antecede o itinerário, das 10h30 às 12h30 e das 14h30 às 16h30.
NÃO SE REALIZAM MARCAÇÕES PRESENCIALMENTE

4,26 € - Bilhete simples (1 visita)
7,10 € - Bilhete duplo (2 visitas ou duas pessoas)
28,60 € - Voucher 10 Itinerários

Fonte: https://agendalx.pt/events/event/5922/
Recomendamos que confirme toda a informação junto do promotor oficial deste evento. Por favor contacte-nos se detectar que existe alguma informação incorrecta.
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