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10:30 até às 02:00
2 dia Festival Encontros -  Sem Vaidade + Viuva + Dani Vitalie + Kenny Caetano + Melech Mechaya + TERRAKOTA + DJ Pemba

2 dia Festival Encontros - Sem Vaidade + Viuva + Dani Vitalie + Kenny Caetano + Melech Mechaya + TERRAKOTA + DJ Pemba

10H30 | HOMENAGEM AVÓ JULIANA 
A avó Juliana, como é conhecida por muitas das crianças do nosso Concelho, percorre as escolas de lés-a-lés com a magia das suas histórias onde a cultura da sua tribo é uma constante. Ensina o seu dialeto e leva-os a viajar pelo mundo dos animais com fábulas únicas cheias de emoção e cor.
Para a 9ª edição do Festival Encontros, quisemos homenagear esta contadora de histórias nata que, desde do primeiro momento, abraçou o Festival e muito contribui para a sua diversidade. Representa Moçambique e tudo o que as suas origens têm para nos oferecer.

15H00 | AFRO JAMAICANAS | DANÇAS AFRICANAS
Grupo de dança com ritmos afro house. Um estilo de origem angolana que compreende uma fusão de ritmos africanos com uma componente eletrónica. África está-lhes no sangue e no movimento do corpo. Chegam até nós com os diferentes estilos de dança africana, levando-nos a uma longa viagem pelos países quentes do continente africano.

15h30 | CHAPULINES: GRUPO FOLCLÓRICO MEXICANO EM PORTUGAL | DANÇA TRADICIONAL MEXICANA
Primeiro grupo de dança folclórica do México em Portugal, fundado em março de 2015 por um grupo de Mexicanos. É liderado pela professora, coreógrafa e bailarina Adriana Nuñez Domínguez e por membros apaixonados pela cultura Mexicana. 
Os Chapulines é um grupo autodidacta que está em constante formação, com 12h a 15h de ensaio por mês. Desde o México, e virtualmente, o Professor Fernando Jiménez Cuevas, diplomado da Academia da dança mexicana do INBA (Instituto Nacional de Bellas Artes), apoia-nos com alguma orientação e aconselhamento. (Coreografias de vários participantes: Adriana Nuñez, Fernando Jiménez, Susana Moraleda, entre outros...)

16H00 | GRUPO SEM VAIDADE (CABO VERDE)
Grupo de música tradicional de Cabo Verde de mornas e coladeiras.
A morna e a coladeira são géneros musicas e de dança de Cabo Verde. A morna, tradicionalmente tocada com instrumentos acústicos, reflete a realidade insular do povo de Cabo Verde, o romantismo intoxicante dos seus trovadores e o amor à terra (ter de partir e querer ficar). Nos últimos anos, a morna foi levada a ser conhecida internacionalmente por vários artistas, nomeadamente em França e nos Estados Unidos, sendo a mais famosa Cesária Évora. A coladeira nasceu da morna apresentando caraterísticas comuns.

16H30 | OFICINA DE DANÇAS TRADICIONAIS DO MUNDO
Com Leónia de Oliveira
Um encontro em torno de danças populares do Mundo, em que todos são convidados a participar ativamente, não como meros espectadores, mas como parte importante da engrenagem que faz mover uma roda de gente. Tendo como motivo a aprendizagem de uma mão cheia de danças tradicionais de vários países do Mundo, esta oficina visa aliar o reconhecimento da importância da divulgação do património imaterial, música e dança, com a atividade física, e acima de tudo o convívio informal e saudável. Nesta oficina, à medida que se aprendem e dançam coreografias de um repertório culturalmente variado, com um certo gostinho a intemporalidade, vive-se também a experiência da partilha de um momento especial, intenso e descontraído. Dança como lazer, atividade de relaxamento, satisfação e prazer. Serão abordadas danças de roda, em linha e de pares provenientes de diversos países do Mundo. Saímos de Portugal em direção a França, Grécia, Inglaterra, Israel, Estónia entre outros.

18H30 | VIÚVA (PORTUGAL)
Os Viúva, com a invulgar formação de guitarra acústica, bateria e acordeão, têm uma abordagem muito própria da música popular portuguesa, que misturam com ritmos de outras latitudes. Os três músicos que se juntam neste projeto trazem percursos diversos, com a formação em jazz do baterista André Neves, a aclamação no circuito de acordeão nacional com composições para acordeão do acordeonista Tiago Inácio, e o percurso do guitarrista e vocalista João Antunes pela jovem banda de punk-rock Cat Bombs e pela experiência de um curso de produção musical em Londres. Reencontrando-se no Barreiro em 2017, estes três músicos empenham-se a empregar a sua técnica e estudo da música de uma forma anti-virtuosa, que confirma como intemporal o espírito da música popular. A temática existencialista-naive das letras, por vez irónica e por vezes mordaz, cria uma estética relaxada e um espetáculo dinâmico.

19H30 | GRUPO DE DANÇA MIORITA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL DOS IMIGRANTES MOLDAVOS (MOLDÁVIA)
A Miorita é já bem conhecida por todos como uma associação dinâmica que representa a comunidade moldava. Com a alegria dos seus trajes, coros e danças contagiantes, prometem, mais uma vez, um ambiente fraterno e de festa onde todos são bem-vindos.

20H00 | SAXOFONISTA KENY CAETANO (ANGOLA)
Kenny Caetano é estudante de Jazz e Música Moderna. Iniciou o seu contacto com a música aos 11 anos, idade em que aprendeu a tocar saxofone contralto, quando ainda era estudante no Instituto dos Pupilos do Exército. Nos pupilos fez parte do parte do grupo coral e instrumental e, posteriormente, da orquestra dos ex-alunos e alunos, e foi lá que iniciou os primeiros passos musicais, atuações, JAMs, improvisos. etc. 
Teve a satisfação de ter contacto com dois grandes saxofonistas angolanos, o Nanuto e o Sanguito, saxofonistas estes que o ensinaram e com quem teve o prazer de tocar.

20H30 | GRUPO MUZENZA CAPOEIRA PERNADA CARIOCA (BRASIL)
A capoeira  é uma expressão cultural brasileira que mistura arte marcial, cultura popular e música. Desenvolvida no Brasil por descendentes de escravos africanos, é caracterizada por golpes e movimentos ágeis e complexos. Uma característica que distingue a capoeira da maioria das outras artes marciais é a sua musicalidade. Praticantes desta arte marcial brasileira aprendem não apenas a lutar e a jogar, mas também a tocar os instrumentos típicos e a cantar.  Considera-se que a capoeira tenha surgido em fins do século XVI no Quilombo dos Palmares, situado na então Capitania de Pernambuco. A Roda de Capoeira foi registada como bem cultural pelo IPHAN em 2008, com base em inventário realizado nos estados da Bahia, de Pernambuco e do Rio de Janeiro, considerados berços desta expressão cultural. E em novembro de 2014, recebeu o título de Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

21H00 | VITALIE DANI (MOLDÁVIA)
Vitalie Dani é um cantor e compositor. Tem a distinção de " Artista do povo da República da Moldávia ". Muito popular na República Moldova, Roménia, Ucrânia e também entre as comunidades de emigrantes moldavas, romenas e ucranianas de vários países. No seu repertório podemos encontrar géneros de música Clássica, Pop e Tradicional. A sua carreira artística começa na infância, cantando no Coro da Empresa Estatal “Teleradio- Moldova".  Estreou como cantor em 1991. Gravou 6 álbuns (6 discos), vários vídeos.  Canta em romeno, russo, italiano, inglês e francês. Tem feito canções em duetos com várias cantoras reconhecidas na R. Moldova e Roménia. As canções dele tornaram-se um êxito estrondoso e marcaram definitivamente o estilo romântico que caracteriza a sua obra.
 
22H00 | MELECH MECHAYA (PORTUGAL)
Em 2006, João Graça, Miguel Veríssimo, André Santos, João Novais e Francisco Caiado formaram aquela que veio a ser considerada como a primeira e mais proeminente banda portuguesa de música Klezmer. Começando por explorar temas tradicionais judaicos, os Melech Mechaya estreiam-se em palcos na noite de 10 de março 2007. Em 2008, lançam em edição de autor o seu EP de estreia "Melech Mechaya", que incluía já alguns temas originais, e no mesmo ano o grupo dá os seus primeiros passos internacionais com vários espectáculos em Espanha. Em 2009, lançam pela editora Ovação o seu primeiro longa-duração Budja Ba, que conta com a participação das Tucanas. A digressão de apresentação de Budja Ba inclui importantes festivais como o Festival de Músicas do Mundo de Sines, Festival Bons Sons, CCB Fora de Si, Festa do Avante!, Super Bock Surf Fest ou a abertura do concerto de Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Fora de portas os Melech Mechaya atuam no festival Špancirfest na Croácia, e encabeçam vários festivais em Espanha, onde partilham palco com Kroke e Portico Quartet. 
Em maio de 2012, Aqui Em Baixo Tudo É Simples é editado internacionalmente pela Felmay, e em março de 2013 é nomeado para melhor disco instrumental de 2012 nos Independent Music Awards.

23H00 | TERRAKOTA (PORTUGAL)
O ponto de partida é, como sempre, África, de onde se sai e onde se volta, trilhando rotas de escravos em sentido inverso e bebendo na fantástica diversidade musical que daí nasceu e se espalhou pelo mundo fora. Terrakota é a constante procura de uma alquimia musical geradora de um "roots moderno", de uma música sincera e catual, executada integralmente por seres humanos. Secção rítmica pujante, diálogos constantes entre as linhas vocais, as guitarras, o kora, o sitar, o ballafon, as percussões e outros instrumentos provenientes de diferentes culturas que consolidam a linguagem worldrootskota, num mundo interligado e tricotado, onde são suprimidas todas as fronteiras, distâncias e barreiras. Depois de 19 anos de carreira, Terrakota continua a groovar com o mesmo espírito livre de sempre, energetizando as pessoas com o seu amor pela música. Músicos sólidos apoiados em grooves escaldantes, a misturar tudo o que lhes apetece, esgravatando as profundas raízes da expressão musical africana em vários continentes. O seu espetáculo é uma viagem musical sincera cheia de vibrações tropicais, com um profundo respeito pelas origens e contexto das músicas de raiz que os inspiram e com uma forte mensagem social e ecológica. 

01H00 | DJ TCHATCHA AKA PEMBA (MOÇAMBIQUE)
Techsoul records
Quem gosta de sair à noite ou de boa música House ou Techno, com certeza já ouviu falar deste DJ-produtor e dos seus vários projetos como L.O.K.I, PEMBA, entre outros. TCHACTCHA é bastante versátil relativamente ao seu público e trabalho de pista, trazendo na mala múltiplas influências e criando sempre uma atmosfera contagiante à sua volta. Após a participação em inúmeros eventos ligados ao Barreiro, volta à carga e encerra o Festival com uma homenagem à Lara Roberto, responsável por este Festival desde 2015, unindo vontades, amizades e muitas boas recordações. Acreditamos que esta será uma forma de dar-lhe forças para recuperar.


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