CCB - Centro Cultural de Belém
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Na coreografia original, o Bolero soa numa estalagem da Andaluzia, onde uma mulher dança com xaile e castanholas sobre uma mesa, rodeada de homens refestelados num cenário a meia-luz. O clima é de sedução e culmina em êxtase. Desde então (1928), a música emancipou-se. Tornou-se ícone da cultura popular e principal selo do nome Ravel. Mas este representa muito mais: foi um ilustre representante das texturas sonoras difusas típicas da música francesa do seu tempo, de que são exemplos a música que compôs para o bailado Daphnis et Chloé, La mer de Debussy e Paraísos Artificiais de Luís de Freitas Branco. Estas quatro obras-primas do repertório sinfónico recriam de maneira impressiva imaginários fantasiosos, com precisão e fluidez, parecendo fácil.
Bolero de Ravel
Orquestra Sinfónica Metropolitana
Luís de Freitas Branco Paraísos Artificiais
C. Debussy La mer
M. Ravel Suíte N.º 2 do bailado Daphnis et Chloé
M. Ravel Bolero
Yue Bao maestro
Conversa pré-concerto às 16h30 com o musicólogo Rui Campos Leitão.
Atividade exclusiva para portadores de bilhete para o concerto.
Fonte: https://www.metropolitana.pt/programacao/bolero-de-ravel/
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