21:00 até às 23:59
Festival Profound Whatever 2026

Festival Profound Whatever 2026

Irá ter lugar, entre os dias 14 e 16 de maio de 2026, n’A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão, a quinta edição do 𝐅𝐞𝐬𝐭𝐢𝐯𝐚𝐥 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐨𝐮𝐧𝐝 𝐖𝐡𝐚𝐭𝐞𝐯𝐞𝐫, que ao longo de três dias irá receber 53 músicos num total de 19 concertos.

Neste festival espera-se “uma programação eclética e ousada”, com um cartaz que junta “os nomes mais aventureiros da música nacional” e que irá ocorrer de acordo com o seguinte programa:

𝐐𝐮𝐢𝐧𝐭𝐚-𝐟𝐞𝐢𝐫𝐚, 𝟏𝟒 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐨
𝟐𝟏𝐡𝟎𝟎 𝐂𝐨𝐥𝐞𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐨𝐮𝐧𝐝 𝐖𝐡𝐚𝐭𝐞𝐯𝐞𝐫 “𝐃𝐨𝐳𝐞 𝐅𝐨𝐫𝐦𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐢𝐫” | Auditório
Catarina Silva (trompa), Gabriel Neves (guitarra oitava), Gonçalo Alves (bateria), Jesuíno Simões (voz e eletrónica), Nuno Jesus (guitarra), Nuno Santos Dias (piano) e Vasco Fazendeiro (percussão), sob condução de Gonçalo Baptista, interpretam musicalmente a pintura “Doze Provérbios” de Pieter Bruegel.

𝟐𝟐𝐡𝟎𝟎 𝐓𝐫𝐢𝐨 𝐀𝐕𝐂 | Foyer
João Almeida (trompete e eletrónica), Duarte Ventura (vibrafone e eletrónica) e António Carvalho (bateria). O encontro destes três intérpretes nasce da vontade de explorar uma formação pouco habitual tendo a improvisação como território aberto de experimentação. A música nasce da construção sonora em tempo real, situando-se no cruzamento entre composição, improvisação e experimentação eletroacústica.

𝟐𝟐𝐡𝟒𝟓 𝐐𝐮𝐚𝐫𝐭𝐞𝐭𝐨 𝐍𝐨́ | Museu
Constituído por Catarina Silva (trompa), Manuel Guimarães (piano), Mário Rua (bateria) e Paulo Chagas (flauta e saxofone), o Quarteto Nó insere-se no campo da música exploratória. O seu trabalho caracteriza-se pela dinâmica interpretativa aberta, sustentada na escuta profunda, na espontaneidade e na atenção ao detalhe tímbrico.

𝟐𝟑𝐡𝟑𝟎 “𝐋𝐞𝐢𝐫𝐢𝐚 𝐄𝐱𝐢𝐬𝐭𝐞, 𝐦𝐚𝐬 𝐬𝐨́ 𝐮𝐦 𝐁𝐨𝐜𝐚𝐝𝐢𝐧𝐡𝐨” | Exterior
Leitura encenada de contos do escritor surrealista Mário-Henrique Leiria, com interpretação de João Figueira e Pedro Santos e música ao vivo de João Clemente. Perante a estranheza e a surpreendente lucidez da obra do escritor, o público é convidado a mergulhar num universo paralelo, muito próximo daquele em que habitamos, criado por Mário-Henrique Leiria.


𝐒𝐞𝐱𝐭𝐚-𝐟𝐞𝐢𝐫𝐚, 𝟏𝟓 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐨
𝟐𝟏𝐡𝟎𝟎 𝐌𝐚𝐝𝐞 𝐨𝐟 𝐁𝐨𝐧𝐞𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐉𝐨𝐬𝐞́ 𝐋𝐞𝐧𝐜𝐚𝐬𝐭𝐫𝐞 𝐞 𝐋𝐮𝐢́𝐬 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 | Auditório
Duarte Fonseca (bateria), João Clemente (guitarra) e Nuno Santos Dias (waldorf) convidam José Lencastre (saxofone) e Luís Vicente (trompete) para o concerto de abertura da segunda noite.

𝟐𝟐𝐡𝟎𝟎 𝐌𝐚𝐭𝐭𝐡𝐢𝐞𝐮 𝐄𝐡𝐫𝐥𝐚𝐜𝐡𝐞𝐫 “𝐁𝐥𝐨𝐰 𝐦𝐲 𝐦𝐢𝐧𝐝 𝐮𝐧𝐭𝐢𝐥 𝐭𝐡𝐞 𝐥𝐢𝐠𝐡𝐭 𝐛𝐞𝐜𝐨𝐦𝐞𝐬 𝐒𝐨𝐮𝐧𝐝” | Museu
Um solo que se alimenta e se consome a si próprio como material musical – estruturas que viajam por uma narrativa improvisada em territórios em mutação, onde nada é permanente. O som transforma a matéria numa “paisagem que atravessa a hipnose coletiva e individual do imaginário”.

𝟐𝟐𝐡𝟒𝟓 𝐀́𝐠𝐮𝐚 𝐞𝐦 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐒𝐨́𝐥𝐢𝐝𝐨 | Foyer
O duo Água em Estado Sólido propõe uma viagem por paisagens sonoras assentes na eletrónica de Jesuíno Simões, que ganha liberdade e cor pelas mãos de João Lucas na manipulação da tape machine e pedais de efeitos.

𝟐𝟑𝐡𝟑𝟎 𝐆𝐨𝐥𝐝 𝐌𝐨𝐭𝐡𝐞𝐫 | Auditório
Gold Mother é um projeto de spoken word que cruz poesia e improvisação. Em palco, a voz de Margarida Azevedo dialoga com os músicos Luís Guerreiro (trompete e eletrónica), Jorge Nuno (guitarra), Hernâni Faustino (contrabaixo) e Flak (bateria), num processo de criação em tempo real. Um concerto onde “a linguagem se torna corpo, ritmo e respiração, num território aberto, feito de escuta, risco e presença”.

𝐒𝐚́𝐛𝐚𝐝𝐨, 𝟏𝟔 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐨
𝟏𝟒𝐡𝟑𝟎 𝐓𝐨𝐮𝐩𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐆𝐮𝐢𝐥𝐡𝐨𝐭𝐢𝐧𝐚 | Exterior
Toupeira Guilhotina é um sintoma que nasce de diferentes pontos do país, sendo o encontro improvisado e a palavra a génese da proposta do grupo. A formação do projeto é flexível perante a contemporaneidade do tempo, tal como a sua sonoridade. N’A Moagem apresentam-se Bernardo Rocha (voz, trompete e objetos), Gonçalo Alves (bateria), João Clemente (guitarra), José Vale (guitarra) e Nuno Jesus (baixo).

𝟏𝟓𝐡𝟎𝟎 𝐌𝐢𝐠𝐮𝐞𝐥 𝐂𝐚𝐥𝐡𝐚𝐳 | Foyer
Músico, professor, freelancer, cantautor e contrabaixista, mantém vários projetos musicais nas áreas do jazz, da world music e da música portuguesa.

𝟏𝟔𝐡𝟎𝟎 𝐌𝐚𝐧𝐞́ 𝐅𝐞𝐫𝐧𝐚𝐧𝐝𝐞𝐬 | Foyer
Guitarrista, compositor e improvisador. Compõe e toca música a que gosta de chamar Post-Beat Aesthetics. Esta abordagem “nasce, sobretudo, da música negra americana e da sua relação pessoal com ela. Acredita que a música de Busta Rhymes e a de John Coltrane têm mais em comum do que aquilo que as separa, e dedica-se a encontrar e aprofundar essas semelhanças”.

𝟏𝟔𝐡𝟑𝟎 𝐉𝐮́𝐥𝐢𝐚 𝐌𝐢𝐫𝐚𝐧𝐝𝐚 𝐞 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐚 𝐑𝐨𝐜𝐡𝐚 “𝐀 𝐟𝐨𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐫𝐮𝐣𝐚𝐬” | Foyer
“A fonte das corujas” nasce da rotina de encontros matinais de domingo de Maria Rocha (violino) e Júlia Miranda (contrabaixo). O duo explora uma sonoridade que “funde o ambiente citadino com o abissal. Através de múltiplos sons murmurantes, trazem-nos o eco desses veios sonoros que nasceram na paisagem montanhosa da Lousã”.

𝟏𝟕𝐡𝟑𝟎 𝐉𝐨𝐚̃𝐨 𝐕𝐚𝐥𝐢𝐧𝐡𝐨, 𝐌𝐚𝐫𝐜𝐞𝐥𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝐑𝐞𝐢𝐬, 𝐋𝐮𝐢́𝐬 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞, 𝐉𝐨𝐚̃𝐨 𝐋𝐮𝐜𝐚𝐬, 𝐉𝐨𝐚̃𝐨 𝐌𝐨𝐫𝐭𝐚́𝐠𝐮𝐚 𝐞 𝐋𝐮𝐢́𝐬 𝐑𝐨𝐜𝐡𝐚 | Exterior
Todas as edições do festival incluem concertos em que os músicos tocam juntos pela primeira vez. É o caso deste sexteto, numa experiência musical espontânea na qual a comunicação e a exposição assumem o papel principal.

𝟏𝟖𝐡𝟑𝟎 𝐁𝐞𝐥𝐚𝐟𝐥𝐨𝐫 | Foyer
Belaflor inspira-se na arte sacra, em corpos dissidentes e na esperança. “A libertação da carne pela amplificação e pelos circuitos elétricos. Instrumental, sem voz, apenas ondas sonoras”.

𝟐𝟏𝐡𝟎𝟎 𝐕𝐚𝐥𝐡𝐚𝐜𝐨𝐮𝐭𝐨 𝐄𝐧𝐬𝐞𝐦𝐛𝐥𝐞 “𝐀𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐜𝐚𝐧𝐭𝐚𝐦 𝐚𝐬 𝐚𝐯𝐞𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐦𝐚𝐫𝐞́ 𝐜𝐡𝐞𝐢𝐚” | Auditório
João Clemente (composição e guitarra) sobe a palco acompanhado por Bruno Ramos (narração), Duarte Fonseca (bateria), Gonçalo Alves (bateria), João Mortágua (saxofone), José Lencastre (saxofone), Nuno Jesus (baixo), Nuno Santos Dias (waldorf) e Vasco Fazendeiro (percussão), para interpretarem a peça “Ainda cantam as aves pela maré cheia”, composta propositadamente para a presente edição do festival.

𝟐𝟐𝐡𝟎𝟎 𝐍𝐨𝐯𝐞𝐥𝐨 𝐕𝐚𝐠𝐨 | Foyer
Novelo Vago é um trio de música contemporâneo/improvisada constituída por Vera Morais, Teresa Costa e Inês Lopes. “Seguindo as passadas de John Cage e de outros interessados em instrumentos alternativos, dedicam-se a escrever (e improvisar) música para instrumentos de brincar (como o toy piano), instrumentos que oficialmente não são considerados brinquedos – mas que claramente o são (como o flautim) -, instrumentos cuja utilidade é bastante questionável (como a melódica ou o ukelele baixo), e sex toys.

𝟐𝟐𝐡𝟒𝟓 𝐏𝐞𝐝𝐫𝐨 𝐌𝐞𝐥𝐨 𝐀𝐥𝐯𝐞𝐬 𝐞 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚𝐧𝐚 𝐃𝐢𝐨𝐧𝐢́𝐬𝐢𝐨 | Museu
Amigos e colaboradores de longa data, estes dois músicos juntam-se nesta edição do festival para um concerto único.

𝟐𝟑𝐡𝟑𝟎 𝐁𝐚𝐫𝐛𝐚𝐫𝐚 𝐓𝐨𝐠𝐚𝐧𝐝𝐞𝐫, 𝐂𝐥𝐚𝐫𝐚 𝐋𝐚𝐢 𝐞 𝐉𝐨𝐚̃𝐨 𝐕𝐚𝐥𝐢𝐧𝐡𝐨 | Auditório
Barbara Togander (turntable e voz), Clara Lai (piano) e João Valinho (bateria), colaboradores de longa data, trazem uma “fonte de sons e uma criatividade inesgotáveis” para a última noite do festival.

𝟎𝟎𝐡𝟏𝟓 𝐄𝐓𝐊𝐀𝐑 | Exterior
ETKAR (Edgar Ferreira) encerra o festival, como já é tradição. Mais uma vez com total liberdade para brindar o público com a sua profunda arte.

Os bilhetes poderão ser adquiridos n' A Moagem e terão o custo de cinco euros para o bilhete diário e de 15€ para o bilhete geral (entrada para todos os espetáculos). Reserve o seu bilhete através do e-mail bilheteira@cm-fundao.pt ou do contacto telefónico 275 773 032 (custo de uma chamada para a rede fixa nacional).

Recomendamos que confirme toda a informação junto do promotor oficial deste evento. Por favor contacte-nos se detectar que existe alguma informação incorrecta.
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