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Wave State Machine
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37.25 NAP e ZABRA
uma cocriação ZABRA - Centro de Investigação de Arte Pós-Humana, 37.25 - Núcleo de Artes Performativas
conceito e desenho de movimento Lua Carreira
composição e design de som Carincur
design de luz e vídeo João Pedro Fonseca
set design Carincur, Lua Carreira, João Pedro Fonseca
com interpretação André Melo, Catarina Medeiros, Vanessa Canto, Giovana Sanchez
apoio República Portuguesa | Cultura dgARTES - Direção-Geral das Artes
coprodução Teatro Micaelense, 37.25 - Núcleo de Artes Performativas
comunicação e produção executiva Joana Matos
ZABRA (Centro de Investigação de Arte Pós-Humana) propõe um estudo comportamental em cidades flutuantes: ecossistemas oceânicos onde humanos e máquinas coexistem numa arquitetura instável.
Nesta nova criação, o mar deixa de ser fronteira para se tornar infraestrutura operacional. Plataformas habitáveis funcionam como dispositivos de regulação climática, redes sensoriais e sistemas de gestão coletiva. O corpo é monitorizado, adaptado, sincronizado com fluxos ambientais e tecnológicos.
A performance interroga:
Como se comporta o humano quando vive permanentemente sobre o abismo?
Que novas éticas emergem quando a sobrevivência depende de sistemas artificiais que flutuam?
E poderá a instabilidade tornar-se a nova condição de existência?
37.25 – Núcleo de Artes Performativas
As coordenadas 37N 25W situam a ilha de São Miguel e dão nome ao 37.25 – Núcleo de Artes Performativas, um coletivo inicialmente formado por nove bailarinos micaelenses. Nascido da vontade de partilhar experiências através da dança, o núcleo desenvolve o seu processo criativo colaborativo, ligado à herança insular, reunindo intérpretes, coreógrafos e criadores. Aberto a diferentes linguagens e influências, propõe novas perspetivas sobre a cultura açoriana.
ZABRA
A ZABRA - Centro de Investigação de Arte Pós-Humana, desenvolve investigação na área-foco das Artes mediatizadas - passando por outras disciplinas como as Artes performativas, Artes visuais, Arte dos novos media -, onde a tecnologia desempenha um papel crucial na produção ou representação de obras de arte e os seus efeitos no futuro da sociedade. A partir de uma abordagem transdisciplinar e um diálogo interespécies, o centro explora a pós-natureza para a criação contemporânea e incentiva cada artista investigador a desenvolver a sua própria interpretação da arte, tecnologia e ciência, para transformá-la exploratoriamente e aprofundar terrenos desconhecidos.
A questão da investigação individual de cada membro do centro constitui a base do conceito da ZABRA. Ao combinar tecnologias inovadoras com uma mentalidade social e artística, é construída uma rede e uma comunidade que contribui para uma maior democratização ao acesso artístico, tecnológico e científico.
Fonte: https://www.teatromicaelense.pt/agenda/2026-05-01/wave-state-machine/
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