15:00 até às 16:00
Couve Rosa, Morango Amarelo

Couve Rosa, Morango Amarelo

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Couve Rosa, Morango Amarelo
Teatro | M/10
Graça Ochoa / Monstro Coletivo

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Espectáculo  | m/10 | 55'
Sab. 28 Mar. 2026 15h00
Entrada | Contribuição livre equitativa e consciente entre 

reservas: festival.corpodehoje@gmail.com

Estúdio_corpodehoje // Loulé
Travessa de Santiago, 1 R/C 

SEM REDE_conversa com o público após o espectáculo
Participação Livre 


Sinopse:
Uma couve rosa, uma rosa couve, uma rosa verde, um morango amarelo e uma banana lilás... Há mais fruta para além das laranjas e se gostássemos todos de amarelo era uma seca! Veste saia, despe calças, veste calças, despe saia...Experimenta uma banana, despe duas maçãs...E com uma flor atrás da orelha?... Bom, "se hoje sou assado, amanhã serei assim"...
Com Couve Rosa, Morango Amarelo pretende-se baralhar os conceitos, abanar "pré-conceitos", questionar estereótipos como o de masculino e feminino. Um espetáculo pensado para um público jovem, onde as frutas, provocadoras de peripécias, estão sempre presentes. É em volta delas que tudo acontece.



Ficha Artística
Graça Ochoa criação e interpretação, Sofia Silva concecão plástica, Margarida Chambel apoio a criação e facilitadora da oficina, Dolores de Matos apoio a criação, Alexandre Nobre desenho de luz e fotografia, Jorge Salgueiro musica, Regina Guimarães letra



https://gracaochoa.wixsite.com/gracaochoa 


biografia_Graça Ochoa


É actriz, intérprete, criadora e encenadora com valências na área da dança, do canto e do clown. Estuda teatro na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Porto, curso que termina em 2002 e em 2014 conclui o mestrado em teatro - encenação e interpretação, na mesma escola. A formação é uma aposta contínua, procura estar em pesquisa constante na área do teatro, da dança, do estudo do corpo e da voz, do clown e da pedagogia através da realização de diversos cursos e do encontro e da partilha de experiências, uma constante no seu trabalho. Como complemento da sua formação académica destaca o Curso de Técnicas de Dança para a Comunidade do Fórum Dança onde tem como formadores Madalena Vitorino, Joana Providência, Madalena Wallenstein, Marianne Gogh(entre outros), a Formação Intensiva Acompanhada do C.E.M. - centro em movimento onde trabalha com Sofia Neupart, Peter Michel Dietz, Lisa Nelson, Ainhoa Vidal, o Curso de Teatro do Gesto com Norman Taylor - discípulo de Jaques Le Coq. Na área do Clown destaca as formações intensivas com Andre Riot Sarcey, Pepe Nuñes e Tom Ross. Fez o 1º ano do curso de canto no Conservatório Regional de Gaia. Cantou no Coral de Letras da Universidade do Porto, no Coro Setúbal Voz e actualmente canta nas Vozes da União Setubalense. É praticante regular de Yoga desde 2005. Como intérprete, o seu percurso é marcado pela colaboração com a Circolando desde o início da companhia, nos espectáculos Caixa Insólita (2000), Giroflé (2002), Casa Abrigo (2007), Mansarda (2009), Água (2015) e Derivas (2017). Enquanto criadora e intérprete dos seus próprios projectos estreia em 2005 A Galinha da Minha Vizinha, um solo de palhaça sobre a solidão, em 2013 Sopa de Jerimú um solo de teatro dança para uma mulher e várias abóboras e em 2014 Viúva Papagaio em parceria com Alberto Carvalhal a partir do conto A Viúva e o Papagaio de Virgínia Woolf a convite do Serviço Educativo do Teatro Municipal do Porto. Todos projectos satélite da Circolando e dirigidos a um público familiar. A sua pesquisa de mestrado incide sobre a temática do feminino e em 2013 desenvolve Yoni, uma criação colectiva de quatro actrizes e duas cenógrafas e em 2014 dirige Liquefacção – Natureza Viva com Frutas projecto final de mestrado criado com um grupo de mulheres não actrizes; que é reposto em 2020 com um novo elenco em Setúbal. Em 2016, em parceria com a artista plástica Helena Mancelos e o músico Jonas de Andrade, cria Gira Sol da Companhia Colibri – teatro, poesia e ilustração um espectáculo poético para a infância a partir da obra Breviário do Sol de Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder.
Em 2017 muda-se do Porto para Setúbal. Em 2018 decide revisitar e reinventar a sua pesquisa de mestrado e cria a solo couve rosa, morango amarelo dirigido a um publico jovem, uma produção FIAR/CAR que estreia no FIAR 2018 onde se abordam questões como identidade de género e bulliyng. Colabora como actriz com o Teatro Estúdio Fontenova em Auto da índia em 2019 e em Paz Perpétua em 2020. Em parceria com Inês Oliveira e Bernardo Tello criou a performance instalação sonora “Cacofonia de memórias à memória do Zeca Afonso” a convite da AJA (Associação José Afonso) –Setúbal em 2019
Em 2020 cria a Monstro Colectivo, colectivo de artistas das artes performativas e visuais sediado em Setúbal e em 2023 é inaugurado o Espaço Monstro – Centro de Artes Performativas onde maioritariamente, a associação desenvolve as suas actividades. Destaca a direcção artística de Avós – Histórias Germinadas no Quintal(2020), de O Homem primeiro tropeça, depois anda, depois corre, um dia voará a partir de “O Memorial do Convento” (2021) e a visita encenada à exposição Primaveras Estudantis da crise de 62 ao 25 de Abril (2023).


www.corpodehoje.pt 

https://corpodehoje.pt/festivalprograma2026.html 


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