01.03.2026 (domingo) – 10H Visita Guiada ao Aqueduto das Águas Livres de Lisboa
Venha
conhecer e apreciar esta notável obra do século XVIII, obra ímpar de
engenharia hidráulica, que os Portugueses deixaram à Humanidade,
realizando a travessia do Aqueduto dos Arcos do Vale de Alcântara até às
Amoreiras.
09,45h – Encontro na entrada do Aqueduto – Calçada da Quintinha, 6 - Campolide – Lisboa
10,00h – Início da visita guiada ao Aqueduto com a travessia do Passeio dos Arcos no Vale de Alcântara
12,00h – Arco Triunfal D. João V e Arcos das Amoreiras
12,30h – Lanche Jardim das Amoreiras
Inscrições: 217 264 179 - 918 959 584 ou albano.pires@explore-latitudes.pt
Condições de Inscrição
Valor do Roteiro - 15,00€ p/pessoa
(Incluído no Roteiro: Visita Guiada e Entrada Aqueduto, Rádio guias, Lanche, Seguros)
Jovens até 18 anos - 10,00€ - Crianças até 10 anos – Gratuito.
N.º máximo de participantes 20 Pessoas. Inscrição obrigatória, Reserva exclusiva.
Aqueduto
das Águas Livres de Lisboa, a intenção da construção do Aqueduto começa
a ter forma com a ideia de levar a água das nascentes das Águas Livres,
em Belas, para a cidade de Lisboa, nos reinados de D. Manuel, D. João
III e D. Sebastião.
Em 1571, Francisco de Holanda,
para garantir o abastecimento de água à capital, propôs ao rei D.
Sebastião a reconstrução de um aqueduto e da antiga barragem romana de
Olíssipo. Só no reinado de D. João V, em pleno Séc. XVIII foi decidido
avançar com a construção, tendo os custos sido integralmente suportados
pela população de Lisboa, através de taxas sobre a carne, o azeite e o
vinho.
O projecto e a construção do aqueduto devem-se
essencialmente ao brigadeiro Manuel da Maia, ao sargento-mor Custódio
Vieira, ao capitão de engenharia Carlos Mardel e ao procurador da
cidade, Cláudio Gorgel do Amaral, pela sua determinação em resolver o
problema do abastecimento de água à cidade de Lisboa. O rei D. João V,
saturnino por devoção, assinou em 12 de Maio de 1731, um sábado, o
decreto régio para a construção do Real Aqueduto das Agoas Livres.
Apesar de ter começado a abastecer de água uma rede de chafarizes na
cidade de Lisboa a partir de 1748, só ficou concluído em 1834.
O
Aqueduto das Águas Livres guarda um conhecimento, um saber únicos, uma
obra hidráulica notável, uma beleza inigualável, o trabalho de inúmeros
pedreiros que desbastaram as pedras para lhe dar forma, o único
monumento câmara escura jamais construído, que permite o reflexo da
paisagem exterior num jogo de cor, luz, sombra, aromas que toca o
sagrado e que jamais nos separa do Todo. Um sistema de distribuição de
água duplo, que os Portugueses deixam à Humanidade.