21:00 até às 22:00
Sem planos para o Dia dos Namorados? A Livraria Lello Porto oferece poesia ao vivo aos amantes da cidade

Sem planos para o Dia dos Namorados? A Livraria Lello Porto oferece poesia ao vivo aos amantes da cidade

Para começar a celebrar o Dia dos Namorados, a Livraria Lello Porto sugere uma reflexão sobre amor, liberdade e censura. No dia 12 de fevereiro, a livraria mais bonita do mundo abre as portas a um debate sobre o papel da poesia no amor, acompanhado de declamação de poemas dos dizedores (IN)COMUM.

 

O Dia dos Namorados começa mais cedo na Livraria Lello Porto. Na noite de dia 12 de fevereiro, os amantes de poesia podem usufruir de uma sessão de declamação à luz da livraria.

A sessão “Amor, Liberdade e Censura: Livros que Não se Calaram” propõe que os visitantes reflitam sobre o amor e a liberdade, e questiona o papel da literatura na resistência às pressões da censura, explica a Livraria no seu site, onde as pessoas se podem inscrever para participar.

A conversa irá partir da experiência de João Habitualmente (Luís Fernandes), poeta, psicólogo e académico,” para explorar mecanismos que silenciam ou condicionam a palavra — da censura explícita à autocensura —, combinando análise literária e perspetiva científica”, lê-se na descrição do evento.

Para reforçar a dimensão performativa da linguagem, participam ainda os dizedores de poesia (IN)COMUM. Irão ler uma seleção de excertos emblemáticos sobre Amor, Liberdade e Censura na história literária do seculo XX e XXI em Portugal, “criando momentos de leitura e escuta que ligam a literatura à experiência viva de liberdade.”

A programadora cultural da Livraria Lello Porto, Maria Bochicchio, avança que o evento se irá dividir em três momentos com declamações diferentes. “Normalmente, nestes dias, fala-se de amor romântico, mas na Livraria Lello Porto queremos explorar a censura e a liberdade no amor. Na primeira parte, João Habitualmente (Luís Fernandes) irá refletir sobre o conceito de amor, as várias maneiras como se expressa e a liberdade que temos para o fazer. Para ilustrar este momento, os dizedores vão declamar, por exemplo, Mário Cesariny ou Florbela Espanca. A segunda parte é focada na censura do amor e na repressão do corpo, que a ditadura impôs em Portugal. Não irão faltar poemas de Natália Correia e Maria Teresa Horta. Para terminar a olhar para o futuro, como a Livraria Lello Porto gosta de fazer, iremos perceber qual o papel da poesia no amor do século XX. Podemos revelar que serão lidos poemas de Vasco Graça Moura e David Mourão Ferreira.”

O evento “Amor, Liberdade e Censura: Livros que Não se Calaram” terá lugar na Livraria Lello Porto, no dia 12 de fevereiro, às 21h00. Como sempre, a programação cultural da Livraria é aberta à cidade, por isso a entrada é livre e sujeita a inscrição no site da Livraria Lello Porto.

 

O quê: “Amor, Liberdade e Censura: Livros que Não se Calaram”, reflexão e declamação de poesia com João Habitualmente, Luís Fernandes e (IN)COMUM

Onde: R. das Carmelitas 144, 4050-161 Porto

Quando: Dia 12 de fevereiro, às 21h00

Entrada: Livre, mas sujeita a inscrição no site

 

Recomendamos que confirme toda a informação junto do promotor oficial deste evento. Por favor contacte-nos se detectar que existe alguma informação incorrecta.
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