Partindo da geologia eruptiva dos Açores, a performance ausculta o planeta enquanto corpo inquieto, explorando a ideia de inquietação a vários níveis e sentidos e como condição planetária, corporal e relacional – vibracional, tectónica e imaginativa.
O trabalho desenvolve-se a partir de gravações de campo, experimentação realizada em residências em São Miguel e Faial e, ainda, a partir da recente experiência do incêndio que passou pela sua aldeia de Frádigas (Parque Natural da Serra da Estrela) e que, em termos de área ardida, se tornou no maior incêndio florestal de sempre em Portugal.
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