A sonoridade telúrica e ancestral da viola campaniça, tão presente no percurso criativo de Carlos Raposo, encontra uma nova respiração no diálogo íntimo com os arranjos de Alexandre Manuel Pinto. O duo propõe uma viagem acústica onde tradição e contemporaneidade se entrelaçam, revelando uma faceta mais intimista e clássica da criação de Raposo, expandida pela interpretação e sensibilidade de Alexandre Manuel Pinto. Um concerto sob o signo da cumplicidade musical – simples e profunda.
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