nestas conversas, mais do que impor uma leitura imperativa e carregada de urgência, a expressão é preciso abre espaço à manifestação pessoal de formas de compreender o mundo e o nosso lugar nele. Porque é preciso fazer alguma coisa. Ou pode ser preciso se. E, afinal, talvez não fosse preciso nada
Ciclo de conversas mensais, preferencialmente na última quinta-feira de cada mês, cuja premissa assenta em ter à mesa duas pessoas de contextos diversos. Ao par de convidados é apenas pedido que pense, antecipadamente, na primeira resposta, que surgirá na sequência da pergunta: o que é que é preciso? Nestas conversas, mais do que impor uma leitura imperativa e carregada de urgência, a expressão “é preciso” abre espaço à manifestação pessoal de formas de compreender o mundo e o nosso lugar nele. Porque é preciso fazer alguma coisa. Ou pode ser preciso se. E, afinal, talvez não fosse preciso nada. Queremos desenhar cartografias de vida. Da que vivemos. Ou da vida desejada. Ou a vida possível. Porque o que é preciso nem sempre é o que é possível. As conversas ocorrem, alternadamente, no Semente Atelier e no Teatro Académico de Gil Vicente e são potenciadas pela participação do público, tendencialmente preciso em diálogo, listas e jogos de minúcia.
Local Semente Atelier
Moderação Inês Moura, Sílvio Correia Santos
Fotografia João Duarte
Fonte: https://tagv.pt/agenda/ser-preciso-ser-aqui-conversas-com-pessoas-dotadas-de-minucia-fevereiro-2026-2/