Henrique Furtado Vieira e Lígia Soares unem-se pela primeira vez numa criação que explora a arte nascida do colapso, inspirando-se em momentos históricos de crise e nas vanguardas que deles emergiram, como o Dadaísmo, a dança expressionista e o teatro do absurdo. Morrer Pelos Passarinhos propõe uma reflexão poética e coletiva sobre o fim de um mundo e as possibilidades de luto, reconstrução e encontro entre as pessoas. A apresentação nasce da residência artística Butôdadá, envolvendo o contexto local e a participação ativa do público, que é convidado a integrar ações performativas e a imaginar futuros possíveis.
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