No século XII, em plena Guerra dos Trinta Anos, Anna Firling, a mãe coragem, percorre os campos de guerra, acompanhando e tentando proteger os seus dois filhos e uma filha muda do recrutamento forçado pelo exército sueco e dos males da guerra. Vai arrastando uma carroça com roupas, armas e víveres que vai vendendo, por entre os destroços da guerra, por pura sobrevivência e por instinto maternal de proteção aos seus filhos. No caminho, cruza-se com vários e distintos personagens que representam o verdadeiro sentido cínico e cruel da guerra. Esta viagem, ao longo dos campos de guerra, arrasta-se por alguns anos e representa a coragem e o instinto maternal no seu mais puro sentido. O texto é, sem dúvida, uma enorme crítica aos males da guerra e aos poderosos senhores que a protagonizam sem atenção ao sofrimento dos mais pobres e vulneráveis. A “atualidade” do texto demonstra que, apesar do evoluir dos tempos, a guerra é sempre igual e quem mais sofre com ela, são os mais humildes…
Município de Cantanhede em parceria com o Grupo de Teatro ARCO e apoio da UF de Covões e Camarneira
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