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“Café Curto 2026”

“Café Curto 2026”

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Grátis

O Café Curto regressa em 2026 ao Café Concerto do Convento São Francisco com uma programação alargada e uma nova fase de crescimento, assinalando também os 10 anos deste equipamento cultural. Com sessões semanais entre janeiro e junho e de setembro a dezembro, o ciclo reforça a sua afirmação enquanto referência na promoção da música emergente, introduzindo novos eixos curatoriais, aprofundando parcerias e aumentando o envolvimento da comunidade artística local e nacional. Com curadoria da Blue House, coprodução do Convento São Francisco e financiamento da Câmara Municipal de Coimbra, o projeto consolida um percurso iniciado em contexto pandémico e que deu origem a subciclos como o Café Duplo, o MIC – Música Independente de Coimbra e o Café Longo.


Entre as principais novidades de 2026 destacam-se a parceria com o Festival Emergente, que trará cinco datas dedicadas a novos talentos selecionados por open call nacional, e o reforço do trabalho com o Curso Profissional de Jazz da EACMC, através de residências artísticas com apresentação pública. O MIC passa também a incluir um programa de mentoria intensiva, envolvendo entidades formativas da cidade. Ao longo do ano, o Café Curto articula-se ainda com outros eventos culturais de Coimbra e apresenta mais de quarenta sessões, afirmando-se como um espaço de encontro, experimentação e diálogo artístico no contexto cultural da cidade.

Programa


13.01 JOANA GUERRA + MIGUEL GOUVEIA

Joana Guerra (Lisboa, 1983) é violoncelista, compositora e improvisadora, movendo-se entre a música experimental, a improvisação, o noise, o folk e o jazz. Com um percurso marcado pela colaboração interdisciplinar em contextos de música, dança, performance e teatro, desenvolve um universo sonoro singular, expresso também nos seus discos a solo, entre os quais se destaca Chão Vermelho, e em múltiplos projetos coletivos da música exploratória e improvisada.


Miguel Gouveia, natural de Santo Tirso, com raízes durienses, é editor, tradutor, narrador oral e músico. Fundador da Bruaá Editora, após um percurso no ensino e formação em literatura infanto-juvenil, dedica-se desde 2008 à edição independente, à leitura em voz alta e à mediação literária, sendo atualmente livreiro na Bruaá / Livraria do Convento, em Coimbra.



20.01 MARTA LIMA

A cantautora Marta Lima lançou em 2023 o seu EP de estreia, Murmúrio, afirmando-se desde então como uma das vozes mais promissoras da nova música portuguesa. Com um percurso em ascensão, tem passado por alguns dos principais palcos do país, abrindo concertos de Vitor Kley e Bárbara Tinoco, atuando no palco principal da Semana Académica do Algarve e colaborando com nomes como Buba Espinho, Samuel Úria e Joana Alegre. Integra ainda cartazes de festivais de referência como o Festival F, o NOS Alive e o Vodafone Paredes de Coura.

Em 2024 lançou os singles Passos Marcados, com destaque na Antena 1, Antena 3 e TSF, e em 2025 apresentou o segundo EP, Postal em Branco, num concerto esgotado no Musicbox, seguido de uma digressão nacional com mais de 25 datas. Com uma escrita íntima, presença em palco cativante e reconhecimento crescente, Marta Lima consolida o seu lugar na nova geração da música de autor feita em Portugal.

Este showcase tem a curadoria da Tour Emergente do Festival Emergente.



27.01 CAFÉ DUPLO

Mais informações em breve.

03.02 PUÇANGA

Puçanga é uma cantora, songwriter e produtora musical baseada em Portugal. O nome Puçanga, que significa feitiço ou remédio caseiro, traduz uma identidade artística onde uma voz forte e exploratória se cruza com uma eletrónica experimental de tons dark e bassy. Inspirada no folclore e em canções de resistência, a sua música aborda temas como a justiça social, o feminismo e a eletricidade das emoções. Lançou recentemente o single Maldigo. Vera Marques, criadora do projeto Puçanga, desenvolve trabalho nas áreas da música, do multimédia e da educação artística.



10.02 SOPHIE DJEBEL ROSE

A artista franco-marroquina Sophia Djebel Rose traz-nos uma música singular e rara, difícil de classificar. Cruzando folk, noise, canção experimental e poesia de vanguarda. Nascida num exílio permanente, entre dois países, transformou o nomadismo na sua maior força. Em palco, apresenta-se a solo, apenas com uma guitarra eléctrica, dando voz à beleza das terras que foi deixando para trás, num gesto de evocação e resistência. As suas atuações ao vivo entrelaçam sonoridades mediterrânicas com temáticas ecológicas e feministas. O mais recente álbum, Sécheresse, editado em fevereiro de 2025, reúne nove temas hipnóticos e transversais a géneros, simultaneamente austeros e barrocos, sombrios e luminosos, crus e refinados.



17.02 JOHN DOUGLAS

John Douglas é músico, artista visual e performer, natural de Rondônia, na Amazónia brasileira, e radicado em Lisboa desde 2016. O seu trabalho cruza música, performance e artes visuais, desenvolvendo uma linguagem própria entre o experimentalismo e a canção popular. Editou o EP MATO (2019), o álbum Jhon Douglas JungleBoys & Maritacas (2022) e o EP Artista Chinelo (2024), afirmando um percurso em constante reinvenção, apresentado nos principais palcos de Portugal, bem como no Brasil, Países Baixos e Espanha.

Com referências que vão de Tom Zé e Itamar Assumpção à energia de Alceu Valença e Elis Regina, Jhon Douglas constrói um universo artístico singular. Em paralelo, desenvolve o projecto Arapucagongon, em colaboração com Henrique Silva, dedicado à investigação e conexão de paisagens sonoras entre o Brasil e Cabo Verde.



24.02 AFONSO CABRAL + CAIO

Afonso Cabral (Lisboa, 1986) é uma presença constante na música portuguesa dos últimos 15 anos, seja com os You Can’t Win, Charlie Brown, em colaborações com Bruno Pernadas, Minta & The Brook Trout ou Mais Alto!, ou como autor de canções para outros intérpretes. Em 2024 lançou Demorar, o seu segundo álbum a solo, amplamente elogiado pela crítica, sucedendo a Morada (2019), num percurso marcado por uma escrita intimista e uma voz singular no centro da canção.


CAIO é uma das vozes mais sensíveis da canção portuguesa contemporânea. Aos 27 anos e com sete álbuns editados, apresenta Ritmo de Procura (2024), um trabalho que celebra a simplicidade das emoções e a profundidade das ligações humanas, afirmando-se como um contador de histórias atento à fragilidade, à ternura e à autenticidade num tempo acelerado.



03.03 CPJAZZ

Na importância fulcral dos primeiros palcos e apresentações ao vivo, os alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra sobem ao palco do Café-Concerto para mostrar muito do que vão aprendendo no mundo imersivo da sua formação académica. A presença no Café Curto surge, sobretudo, como desafio para que os jovens músicos apresentem repertório e trabalho original. Ao longo de 2026, os showcases do Combo de Jazz serão preparados de forma intensiva em estágio/residência artística no estúdio da Blue House.


10_03_JULIEN TASSIN

Julien Tassin é um guitarrista belga de abordagem singular. Com afinações originais e linguagem crua e lírica, funde blues, jazz, clássico, oriental e africano, criando paisagens sonoras intensas onde liberdade, emoção e experimentação se encontram. Julien Tassin apresenta Wild Around (Challenge Records, Dezembro 2024), o seu quarto álbum a solo. Inspirado pela selvajaria do mundo e pelas tempestades interiores, o guitarrista belga explora a crueza, o lirismo e a liberdade da sua música, onde blues, jazz, clássico, oriental e africano se cruzam. Gravado com mínima pós-produção, cada tema é uma dança íntima entre músico e guitarra, oferecendo ao ouvinte uma viagem intensa, texturada e profundamente cativante.



17.03 LIBRA

Libra é cantora, rapper e compositora, fundindo hip-hop consciente, R&B alternativo e soul experimental. O álbum de estreia, Everyone’s First Breath, editado em maio de 2026, afirma-se como um manifesto de sensibilidade e força feminina, revelando uma identidade artística madura e comprometida. Reconhecida pela crítica e aclamada pelo público, Libra tem vindo a construir um percurso promissor. Em 2025 recebeu a Menção Honrosa Música nos Novos Talentos FNAC e, em conjunto com a banda Mão Cabeça, irá representar Portugal no concurso europeu de novos talentos GrassRoots.



24.03 MERAI

Mariana Frangioia Portela, nascida em 2000, Lisboa, opera sob o nome artístico de "Merai", inspirado numa personagem que criou, uma mulher-pássaro. Procura explorar a fragmentação do ser, refletindo sobre a necessidade de união. Por isso, a sua obra abrange diversos géneros e temáticas profundas, que podem ir de música-manifesto contra a violência sexual a melodias indiefolk sobre amor e lendas antigas. Apresenta-se num novo formato em palco, com banda e performance.



31.03 MARGARIDA CAMPELO + WOLF MANHATTAN

Margarida Campelo é uma presença marcante da música portuguesa, conhecida pelas colaborações com Bruno Pernadas, Cassete Pirata, Joana Espadinha ou Minta & The Brook Trout, enquanto teclista e cantora. Estreou-se a solo em 2023 com Supermarket Joy, álbum aclamado pela crítica que cruza pop, soul, R&B e jazz experimental, e em 2025 apresentou Eu Sei Que o Amor, tema finalista do Festival da Canção, antecipando novos trabalhos.


Wolf Manhattan é um dos projetos de João Vieira, DJ, músico e produtor com percurso iniciado em Londres no final dos anos 1990. Figura central da cena clubbing portuguesa dos anos 2000 como DJ Kitten e fundador do Club Kitten, editou dez álbuns entre carreira a solo e os X-Wife. Desde 2020 tem desenvolvido bandas sonoras para teatro e projetos culturais e, em 2023, publicou The Story of Wolf, o seu primeiro livro de ficção.



07.04 MIC

Desde 2022 a Blue House organiza uma Open Call inserida na programação do Ciclo Café Curto, que procura dar palco e apoiar artistas emergentes nos seus primeiros passos. Em 2026, serão cinco os projetos selecionados pela convocatória MIC: Música Independente de Coimbra, que se estende a todos os artistas naturais ou residentes na Região Centro, a passar pelo palco do Café Concerto do Convento São Francisco. Um espaço privilegiado para conhecer e ver alguns dos novos nomes da música emergente portuguesa.



14.04 CPJAZZ

Na importância fulcral dos primeiros palcos e apresentações ao vivo, os alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra sobem ao palco do Café-Concerto para mostrar muito do que vão aprendendo no mundo imersivo da sua formação académica. A presença no Café Curto surge, sobretudo, como desafio para que os jovens músicos apresentem repertório e trabalho original. Ao longo de 2026, os showcases do Combo de Jazz serão preparados de forma intensiva em estágio/residência artística no estúdio da Blue House.



21.04 ESTEVES SEM METAFÍSICA

Esteves sem Metafísica nasceu Teresa, em 1991, e cresceu em Arruda dos Vinhos, onde a paisagem e o silêncio se tornaram matéria-prima da sua escrita e da sua música. Formada em Artes e Humanidades pela Faculdade de Letras de Lisboa, iniciou o seu percurso criativo entre a crítica literária e musical, com colaborações ocasionais na revista Brotéria desde 2018. Em 2023 publicou, em edição de autor, o livro de poesia A Morte não tem Pátria, um exercício de lucidez e desassombro que assinala o surgimento de uma voz singular no panorama contemporâneo português.

No final de 2024 realizou uma residência artística em Cernache, onde compôs duas das canções que integram o álbum de estreia, de.bu.te., um trabalho que cruza palavra, som e textura num gesto de libertação do excesso, reconciliação com o quotidiano e reconhecimento da fragilidade como fonte inesperada de fortaleza. Inspirada pela personagem de Álvaro de Campos em Tabacaria, assume o desassossego como método e a dúvida como ponto de partida, num imaginário onde convivem os Beatles, a literatura, a cultura irlandesa e um amor secreto pelo Fado, combinando melancolia, humor, intensidade e uma curiosidade obstinada pela imperfeição humana.



28.04 BERNARDO MOREIRA + GIL DIONÍSIO

Bernardo Moreira é um dos mais ativos e reconhecidos contrabaixistas do jazz português, com carreira iniciada em 1985 no Moreiras Jazztet. Formado com mestres como Niels-Henning Ørsted Pedersen, Rufus Reid e Reggie Workman, desenvolve uma intensa atividade como músico e pedagogo, integrando o corpo docente da Escola Superior de Música de Lisboa. Colaborou com grande parte dos músicos de jazz nacionais e internacionais e apresenta-se regularmente em festivais e palcos de referência em Portugal e no estrangeiro.


Gil Dionísio (1988) é um artista multidisciplinar que cruza música, literatura, performance, rádio, cinema e artes visuais. Autor do livro A Particularidade dos Bichos e Outras Animalidades (2021), desenvolve desde 2011 um vasto trabalho musical a solo e em coletivo, movendo-se entre o punk, o tradicional, o noise, a eletrónica e a experimentação vocal. Fundador da Rádio Trauma e de várias plataformas culturais, é também realizador, DJ e curador, mantendo uma prática artística profundamente ligada à palavra, à voz e à intervenção poético-política.



05.05 ESTEVES

Após o disco homónimo de 2019 e O Alpinista (2022), aclamado pela Blitz como um dos discos do ano, Esteves — também letrista e vocalista dos Trêsporcento — regressa em 2025 com o EP Onde Seria Onde. Em O Alpinista, o músico debruçou-se sobre temas contemporâneos como o drama dos refugiados (Que o Mar Leve), a pandemia (Ter Onde Ficar) e a celebração da beleza natural de Portugal (Caminho Plano). No novo EP, que conta com a participação de vários convidados, entre os quais Cat Falcão (Golden Slumbers, Monday), Frankie Chavez e Pedro Branco, Esteves aprofunda a exploração da condição humana e do contexto social e cultural que a molda, cruzando a tradição popular portuguesa com a folk anglo-saxónica, sempre guiado pela sua inconfundível escrita em português. Neste showcase, Esteves assume a voz e as guitarras, acompanhado em palco pelo multi-instrumentista João Gil (Vitorino Voador, You Can't Win, Charlie Brown, SAL).



12.05 MIC

Desde 2022 a Blue House organiza uma Open Call inserida na programação do Ciclo Café Curto, que procura dar palco e apoiar artistas emergentes nos seus primeiros passos. Em 2026, serão cinco os projetos selecionados pela convocatória MIC: Música Independente de Coimbra, que se estende a todos os artistas naturais ou residentes na Região Centro, a passar pelo palco do Café Concerto do Convento São Francisco. Um espaço privilegiado para conhecer, ver alguns dos novos nomes da música emergente portuguesa.



19.05 LIKA

LIKA, nascida no Cazaquistão, formou-se no Tchaikovsky Almaty Music College e no Hot Club de Lisboa, residindo em Portugal desde 2015. Desde então, tem conquistado o público com os seus temas originais, a solo ou acompanhada pela sua banda, passando por salas intimistas como o Teatro Bocage e por palcos de maior dimensão, como o Festival Paredes de Coura (Jazz na Relva).

Compositora em português e inglês, cantora e guitarrista, LIKA desenvolve uma linguagem musical que cruza rock, jazz, pop e soul. Participou com grande destaque no programa The Voice em 2021 e encontra-se atualmente a gravar um novo álbum de originais, em português e inglês, em colaboração com Luíz Caracol e João Cabeleira.




26.05 ESTELA ALEXANDRE + MARIA ROQUE

Natural de Leiria, Estela Alexandre iniciou o percurso musical ao piano, passando pelo Orfeão de Leiria, Conservatório de Música de Coimbra e pela Escola Superior de Música de Lisboa, onde se licenciou em Jazz, aprofundando a escrita para orquestra. Desenvolve trabalho como intérprete, compositora e arranjadora, colaborando com diversos músicos e orquestras de jazz em Portugal e no estrangeiro, incluindo a Basel Jazz Orchestra. Vencedora do Concurso Internacional de Composição Musical de Leiria em 2023, é também pedagoga, lecionando atualmente na School of Rock, em Lisboa.


Maria Roque, natural de Castelo Branco, iniciou o seu percurso musical no piano e no canto, tendo formação clássica no Conservatório Regional de Castelo Branco. Em 2020 lançou o projeto a solo MaZela, onde afirma a canção em português como espaço de intimidade e transformação. O EP de estreia, Desgostos em Canções de Colo (2024), foi amplamente reconhecido, levando-a a palcos e festivais como o NOS Alive e o Vodafone Paredes de Coura, e integra ainda os Human Natures.



02.06 MAIA BALDUZ

"Maia Balduz em Duo” é um concerto com canções escritas por Maia Balduz e Simão Bárcia, fixadas no álbum de estreia homónimo, com uma linguagem musical influenciada pelo jazz, pela pop, pelo fado e pelo clássico. Maia e o guitarrista Simão Bárcia musicam vários poemas, sendo que a maior parte deles é retirado dos "Inéditos” de Fernando Pessoa, trabalho que acharam importante destacar, tendo em conta sua relativa obscuridade.



09.06 CAMAFEU

Eduardo Roque Martins veste a pele de um país assombrado pela nostalgia e dá voz a histórias do Arco-da-Velha, daquelas que se ouvem em borralhos tardios por personagens velhas rodadas no tempo e espaço. Traz-nos um projeto de música instrumental focado na guitarra clássica e elétrica, em que explora ressonâncias, phase shifting e improviso.

O seu disco de estreia deu-nos uma mão cheia de harmonias galopantes e teimosas. Mais recentemente lançou Ex-Voto um trabalho de cariz mais espiritual com foco na ideia de fé, nas promessas por cumprir e no sítio onde vive. Este Camafeu conta-nos sempre por onde andou e conduz-nos através de um set impressionista e de paisagem intrincada.



16.06 CPJAZZ

Na importância fulcral dos primeiros palcos e apresentações ao vivo, os alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra sobem ao palco do Café-Concerto para mostrar muito do que vão aprendendo no mundo imersivo da sua formação académica. A presença no Café Curto surge, sobretudo, como desafio para que os jovens músicos apresentem repertório e trabalho original. Ao longo de 2026, os showcases do Combo de Jazz serão preparados de forma intensiva em estágio/residência artística no estúdio da Blue House.



23.06 MIC

Desde 2022 a Blue House organiza uma Open Call inserida na programação do Ciclo Café Curto, que procura dar palco e apoiar artistas emergentes nos seus primeiros passos. Em 2026, serão cinco os projetos selecionados pela convocatória MIC: Música Independente de Coimbra, que se estende a todos os artistas naturais ou residentes na Região Centro, a passar pelo palco do Café Concerto do Convento São Francisco. Um espaço privilegiado para conhecer, ver alguns dos novos nomes da música emergente portuguesa.



30.06 ANDRE JÚLIO TURQUESA + GASPAR VARELA

Quatro anos depois do lançamento de Orgônio, disco considerado pela Blitz como um dos 50 melhores álbuns nacionais em 2020, André Júlio Turquesa, cantautor, compositor e músico multi-instrumentista, também conhecido pelas suas composições de bandas sonoras para Teatro e Cinema, apresenta agora o seu novo DISCO DE RECLAMAÇÕES.

Um álbum composto por 11 temas com composições e letras de sua autoria, cantadas em português, e que conta com a participação de vários artistas nacionais e internacionais, num universo que se funde entre Indie Folk, o Tradicional Português e a World Music.


Gaspar Varela aprendeu a tocar guitarra portuguesa aos sete anos, para poder acompanhar a bisavó Celeste Rodrigues nas casas de fado. Em 2017 dá-se o feliz encontro com Madonna e o convite para que Gaspar se juntasse à tour "Madame X”, a digressão da rainha da pop com sonoridades inspiradas em Lisboa. A experiência estimulou-o a criar o projeto "Expresso Transatlântico”, juntamente com o irmão, Sebastião Varela, e o amigo Rafael Matos, com o brilhante 1º álbum "Ressaca Bailada” (2023). O que não consta da sua biografia oficial é que Gaspar talvez seja o primeiro músico a "surfar” a multidão com uma guitarra portuguesa



08.09 DELA MARMY

Dela Marmy apresenta ao vivo o delicado e sensível álbum de estreia Acaso, sucessor dos EPs Captured Fantasy e Dela Marmy. O showcase oscila entre densidade e leveza, nos gestos, nas palavras, no canto e na dança, partindo de um corpo poético, cru, empático e político. Em Acaso, composto por cartas-canções em português, a artista reflete sobre amor, procura, perda, intimidade, desintegração, desejo e esperança, evidenciando o acaso que se apresenta na vida e as possibilidades que se abrem nesse espectro inesperado. O álbum configura-se como um manifesto contra o superficial, o individualismo, a cultura acrítica, a ditadura do algoritmo e o alheamento, tão presentes na sociedade atual.



15.09 SARA CRUZ

Sara Cruz é uma cantora e compositora açoriana que tem conquistado público e crítica pela sua sonoridade internacional e envolvente. Nascida no meio do Atlântico, entre a Europa e a América do Norte, incorpora no seu trabalho a influência do folk, blues e R&B, misturada com o universo pop/singer-songwriter. Foi reconhecida como Novo Talento FNAC (2019), venceu o NiT New Talent (2019), participou no documentário House of Talents (2021) e foi ainda uma das artistas selecionadas para o Festival IKFEM (2024). "Fourteen Forty-Five (1445)” é o título do seu álbum estreia e refere-se à distância em quilómetros que separa Ponta Delgada, a sua terra natal, de Lisboa, onde o disco ganhou vida.




22.09 EMERGENTE

Este showcase tem a curadoria da Tour Emergente do Festival Emergente.



29.09 MARIANA CAMACHO + CARLOS RAPOSO

Mariana Camacho (Funchal, 1993) é uma artista multifacetada que se move entre géneros, guiada pela urgência de explorar todas as formas possíveis de fazer música, desde que tragam diversão e descoberta. Desde 2019 apresenta-se a solo no circuito nacional independente, fundindo influências musicais e impressões do mundo sem regras. A sua pesquisa inclui oficinas sobre cantigas de raiz tradicional, explorando a voz como elemento expandido que habita lugares e reflete paisagens. Amante do canto coletivo, passou por diversos coros, dirigiu o CoLeGaS — Coro LGBTI+ da ILGA Portugal (2018–2025), integra o trio de improvisação vocal Guarda-Rios, colabora como cantora e multi-instrumentista e participa em projetos de teatro e dança como PULSAR - Companhia do Corpo.


Carlos Raposo percorreu Portugal em 2024 com o EP Trip to Innerlight e inicia 2025 a apresentar o seu segundo EP, O Reino da Ilusão. Este novo trabalho combina o rufar dos bombos e caixas tradicionais portuguesas com o tom doce da viola campaniça, entrelaçando-se com paisagens sonoras de eletrónica hipnotizante, serena, bela e melancólica. Um percurso sonoro que faz deste "Reino da Ilusão” um destino musical inevitável em 2025.



06.10 BERNARDO COUTO

Bernardo Couto, nascido a 19 de dezembro de 1979, iniciou os estudos de guitarra portuguesa aos 13 anos com o guitarrista e compositor Carlos Gonçalves. Formou-se na Escola de Música do Conservatório Nacional, onde concluiu o 7.º grau em Guitarra Portuguesa e Formação Musical. Anos mais tarde iniciou atividade profissional na casa de fados Mesa de Frades, desenvolvendo desde então um reconhecido percurso como acompanhador de artistas como Raquel Tavares, Camané, Ana Moura, Cristina Branco, António Zambujo e Rão Kyao. Integra o duo com o bandoneonista Martin Sued e o trio SUL, com Luís Figueiredo e Bernardo Moreira. Em 2022 lançou, com a chancela editorial do Museu do Fado, um disco em nome próprio dedicado exclusivamente ao repertório das guitarradas tradicionais de Lisboa.



13.10 CPJAZZ

Na importância fulcral dos primeiros palcos e apresentações ao vivo, os alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra sobem ao palco do Café-Concerto para mostrar muito do que vão aprendendo no mundo imersivo da sua formação académica. A presença no Café Curto surge, sobretudo, como desafio para que os jovens músicos apresentem repertório e trabalho original. Ao longo de 2026, os showcases do Combo de Jazz serão preparados de forma intensiva em estágio/residência artística no estúdio da Blue House.



20.10 MIC

Desde 2022 a Blue House organiza uma Open Call inserida na programação do Ciclo Café Curto, que procura dar palco e apoiar artistas emergentes nos seus primeiros passos. Em 2026, serão cinco os projetos selecionados pela convocatória MIC: Música Independente de Coimbra, que se estende a todos os artistas naturais ou residentes na Região Centro, a passar pelo palco do Café Concerto do Convento São Francisco. Um espaço privilegiado para conhecer, ver alguns dos novos nomes da música emergente portuguesa.



27.10 GIULIA GALLINA + INÊS CONDEÇO

Giulia Gallina, natural de Milão e residente em Lisboa, é música, artista sonora e linguista. Formada em composição e línguas, desenvolve um trabalho centrado no piano e na eletrónica, cruzando música electroacústica, gravações de campo e práticas site-specific. Influenciada por práticas meditativas e somáticas, cria ambientes sonoros imersivos que exploram espaços liminares, ritual e a relação com o mais-do-que-humano, integrando os projetos The Loafing Heroes e Asteria Ensemble.


Inês Condeço é pianista e compositora portuguesa, licenciada em Piano pela Universidade de Évora e pós-graduada em Arte Sonora na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Artista a solo, explora música eletrónica, ambient e experimental, combinando piano, voz e sintetizadores. O seu primeiro álbum, Lacuna (2024), foi destacado entre os 50 melhores álbuns nacionais pela Blitz/Expresso, e a sua música percorre atmosferas contrastantes, do etéreo ao obscuro, refletindo a busca pela simbiose entre piano, voz, corpo e eletrónica.



03.11 CATARINA BRANCO

Catarina Branco é uma cantora e compositora portuguesa nascida em 1996 nas Caldas da Rainha. Com formação em Artes Plásticas e estudos de piano e piano-jazz no Conservatório das Caldas da Rainha, Catarina transita para a música com um repertório que mistura introspecção, sonoridades contemporâneas e raízes tradicionais. Catarina Branco surge como uma voz nova e empenhada da música portuguesa contemporânea, alguém que conjuga sensibilidade, introspecção e referências culturais profundas com uma vontade de explorar e reinventar. A sua trajetória parte de um espaço íntimo e cresce para um universo de expressão maior, mantendo sempre uma ligação ao que a formou.



10.11 BICHO CARPINTEIRO

Os Bicho Carpinteiro, nascidos em Lisboa com raízes na Beira Baixa e no Ribatejo, apresentam-se ao vivo com a energia e intensidade de um verdadeiro espetáculo de clube de dança. Com o seu disco de estreia recém-lançado, combinam música, luz e vídeo para amplificar o conceito artístico de "tradição aumentada”, criando uma experiência imersiva que reinventa as suas raízes culturais através de uma abordagem contemporânea, visceral e contagiante.



17.11 CPJAZZ

Na importância fulcral dos primeiros palcos e apresentações ao vivo, os alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra sobem ao palco do Café-Concerto para mostrar muito do que vão aprendendo no mundo imersivo da sua formação académica. A presença no Café Curto surge, sobretudo, como desafio para que os jovens músicos apresentem repertório e trabalho original. Ao longo de 2026, os showcases do Combo de Jazz serão preparados de forma intensiva em estágio/residência artística no estúdio da Blue House.



24.11 PEDRO MELO ALVES + RITA SILVA

Pedro Melo Alves é um dos bateristas e compositores mais destacados da cena vanguardista portuguesa, reconhecido pela exploração expandida da percussão e pelo cruzamento entre jazz, música erudita, eletrónica e experimental. Premiado internacionalmente, colabora regularmente com músicos e criadores de referência e apresenta os seus projetos em festivais e palcos de relevo em Portugal e no estrangeiro, mantendo também uma ativa prática como compositor para teatro, dança e cinema.


Rita Silva é uma compositora e instrumentista emergente da música experimental portuguesa, formada em composição eletrónica e com estudos no Institute of Sonology, nos Países Baixos. O seu trabalho centra-se na exploração de sintetizadores modulares e na improvisação, com edições como Studies Vol. I e The Inflationary Epoch, tendo integrado a rede Shape+ e colaborado com diversos artistas nacionais e internacionais.



01.12 MIC

Desde 2022 a Blue House organiza uma Open Call inserida na programação do Ciclo Café Curto, que procura dar palco e apoiar artistas emergentes nos seus primeiros passos. Em 2026, serão cinco os projetos selecionados pela convocatória MIC: Música Independente de Coimbra, que se estende a todos os artistas naturais ou residentes na Região Centro, a passar pelo palco do Café Concerto do Convento São Francisco. Um espaço privilegiado para conhecer, ver alguns dos novos nomes da música emergente portuguesa.



08.12 POLAR OPPOSITES

Polar Opposites, a dupla composta por G’Coe (compositor e produtor) e MDT (letrista e vocalista), movimenta-se com naturalidade entre os universos do Hip-Hop e do R&B, construindo um som contemporâneo, dinâmico e emotivo. O seu tema mais recente, Inércia, combina elementos de Pop e Hip-Hop com uma participação vocal intensa, assente numa produção cuidada e de grande impacto. O videoclipe que acompanha a faixa, gravado por Rita Vigon e Alfredo Leite, com edição de Rita Vigon, reforça a dimensão visual e narrativa da música, consolidando a identidade artística da dupla e a sua capacidade de criar experiências sonoras e visuais integradas.



15.12 EMERGENTES

Este showcase tem a curadoria da Tour Emergente do Festival Emergente.



22.12 CAFÉ DUPLO ESPECIAL

Mais informações em breve.



Classificação Etária
Todos os públicos



Informações

Bilheteira: 239 857 191

bilheteira@coimbraconvento.pt




Todas as terças-feiras às 19h30.

Entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço.

Fonte: https://www.coimbraconvento.pt/pt/agenda/cafe-curto-2026/
Recomendamos que confirme toda a informação junto do promotor oficial deste evento. Por favor contacte-nos se detectar que existe alguma informação incorrecta.
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