E se um ditador decretasse a obrigação da normalidade entre todas as pessoas? Se proibisse a diferença? Se perseguisse a individualidade? Se levasse à loucura quem ousasse ter uma voz própria?
Uma peça que é uma reflexão sobre identidade e memória, sobre resistência e loucura, sobre esperança e absurdo. Sobre as diversas casas que cada um de nós habita: corpo, memória, comunidade, planeta. Sobre tudo o que se pode perder quando se abdica da personalidade e da singularidade.
Recomendamos que confirme toda a informação junto do promotor oficial deste evento. Por favor contacte-nos se detectar que existe alguma informação incorrecta.