Entre paisagens e narrativas que deslumbram, os sons da orquestra pintam cenários de luz, sonho, mistério e modernidade. Debussy tomou as «nuvens» e as «festas» como pretexto para buscar perceções difusas tão livres como a imaginação. A partir do impressionismo literário de Mallarmé, divagou em torno da história de um fauno que, enquanto toca flauta de pã no meio da floresta, se deixa inebriar pela presença das ninfas. Mussorgsky também se inspirou em palavras, mas de Godol. Em Uma noite no Monte Calvo sugere murmúrios subterrâneos de vozes sobrenaturais, aparições de espíritos das trevas e celebra a missa negra, o sabbat. Por fim, Gershwin retratou musicalmente o deslumbramento de um turista americano diante do glamour dos Campos Elísios e da Torre Eiffel.
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