Sinopse Um espetáculo de dança entre limiares, numa criação que invoca as Mahavydias, deusas ferozes da sabedoria impura que dói e que ri, Fernando Pessoa delirando “Oriente a oriente do Oriente”, Camilo Pessanha exalando melancolia entre lençóis de linho, Al Berto destilando medo em éter poético, Paul Celan invocando a “Canção de uma Dama na Sombra”.
Fonte: https://www.teatroaveirense.pt/pt/evento/quando-vem-a-taciturna-de-limiar-em-limiar-o-presente-fragil/