21:30 até às 22:30
CONCERTO - REQUIEM EM DÓ MENOR, OP. 23 — JOÃO DOMINGOS BOMTEMPO

CONCERTO - REQUIEM EM DÓ MENOR, OP. 23 — JOÃO DOMINGOS BOMTEMPO

Grátis

𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐚 𝐦ú𝐬𝐢𝐜𝐚 𝐞 𝐚 𝐚𝐫𝐪𝐮𝐢𝐭𝐞𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐬𝐞 𝐞𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚𝐦
𝐂𝐎𝐍𝐂𝐄𝐑𝐓𝐎 - 𝐑𝐄𝐐𝐔𝐈𝐄𝐌 𝐄𝐌 𝐃Ó 𝐌𝐄𝐍𝐎𝐑, 𝐎𝐏. 𝟐𝟑 — 𝐉𝐎Ã𝐎 𝐃𝐎𝐌𝐈𝐍𝐆𝐎𝐒 𝐁𝐎𝐌𝐓𝐄𝐌𝐏𝐎
📍 𝐈𝐠𝐫𝐞𝐣𝐚 𝐝𝐞 𝐒ã𝐨 𝐉𝐨ã𝐨 𝐍𝐨𝐯𝐨 | 𝐒𝐄𝐗 𝟓 𝐃𝐄𝐙 | 𝟐𝟏𝐡𝟑𝟎
𝐄𝐧𝐭𝐫𝐚𝐝𝐚 𝐥𝐢𝐯𝐫𝐞, 𝐬𝐮𝐣𝐞𝐢𝐭𝐚 à 𝐥𝐨𝐭𝐚çã𝐨

Na próxima sexta-feira, o Requiem em dó menor, Op. 23, de João Domingos Bomtempo, será apresentado na Igreja de São João Novo, edifício barroco cuja espacialidade e acústica lhe conferem um carácter próprio na cidade. Composto em 1818 e dedicado à memória de Camões, o Requiem marca o momento em que Bomtempo aproxima Portugal dos ideais do classicismo europeu, refletindo novas formas de pensar a música sacra.

O concerto reúne intérpretes com percurso nacional e internacional, que interpretam esta obra central da história musical portuguesa no enquadramento patrimonial deste templo setecentista:
Sofia Marafona (soprano)
Helena Ressurreição (mezzo-soprano)
Leonel Pinheiro (tenor)
Job Tomé (baixo)
Coro Polifónico da Lapa
Orquestra Filarmónica Portuguesa
Direção musical: Osvaldo Ferreira

𝐏𝐫𝐨𝐠𝐫𝐚𝐦𝐚
João Domingos Bomtempo (1775—1842)
Requiem em dó menor, Op. 23
«À memória de Camões»
I. Introitus (Requiem) & Kyrie
II. Dies Irae
III. Offertorium
IV. Sanctus
V. Benedictus
VI. Agnus Dei

𝐉𝐨ã𝐨 𝐃𝐨𝐦𝐢𝐧𝐠𝐨𝐬 𝐁𝐨𝐦𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨 (𝟏𝟕𝟕𝟓—𝟏𝟖𝟒𝟐) - O compositor e o Reformista
João Domingos Bomtempo foi uma das figuras centrais da renovação musical portuguesa no início do século XIX. Pianista com carreira reconhecida em Paris e Londres, aproximou a música nacional dos ideais do classicismo europeu, seguindo as correntes de Haydn, Mozart, Clementi e Beethoven.

Defensor de uma prática musical mais moderna, fundou uma sociedade de concertos que dinamizou a vida cultural de Lisboa e foi responsável pela criação do Conservatório Nacional, que dirigiu até à sua morte. Liberal convicto e reformista, enfrentou um período político instável, mas manteve sempre o propósito de afirmar uma escola musical alinhada com a Europa do seu tempo. A sua obra, editada internacionalmente, consolidou o seu prestígio nos principais círculos culturais europeus.

𝐈𝐧𝐭é𝐫𝐩𝐫𝐞𝐭𝐞𝐬 𝐞 𝐃𝐢𝐫𝐞çã𝐨 𝐌𝐮𝐬𝐢𝐜𝐚𝐥
Sofia Marafona (soprano) – Formada no Conservatório do Porto e na Guildhall School (Londres), com pós-graduação na International Opera Academy (Bélgica). Atua em ópera e música de câmara, com destaque para repertório contemporâneo. Premiada em concursos nacionais e internacionais, fundou o duo Interdito, promovendo novas criações.

Helena Ressurreição (mezzo-soprano) – Natural de Barcelos, estudou em Barcelona e apresentou-se em palcos como Gran Teatre del Liceu e Ópera Comique. Participou em festivais internacionais e gravou repertório inédito de Pauline Viardot. Reconhecida pela versatilidade e aposta em repertórios inovadores.

Leonel Pinheiro (tenor) – Licenciado pela Universidade de Aveiro, com mestrado em ópera na Guildhall School. Atuou em óperas como Carmen e La Traviata em palcos internacionais, incluindo Royal Opera House. Destaca-se também em oratória, com obras de Mozart, Mahler e Beethoven.

Job Tomé (baixo) – Formado na ESMAE, com experiência em ópera e concerto em Portugal e na Europa. Fundador da companhia “all’Opera”, dedica-se à promoção do repertório operático. Reconhecido pela profundidade interpretativa e aposta na música contemporânea.

Coro Polifónico da Lapa – Fundado em 1998, especializado em música sacra e coral-sinfónica. Apresenta-se em salas e igrejas de referência, com repertório que inclui Bach, Mozart e Verdi. Colabora com orquestras e maestros de renome.

Orquestra Filarmónica Portuguesa – Criada em 2016, considerada uma das melhores formações sinfónicas nacionais. Apresentou-se em salas prestigiadas como o Théâtre des Champs-Élysées e a Filarmónica de Berlim. Dirigida por Osvaldo Ferreira, aposta na inovação e promoção da música portuguesa.

Osvaldo Ferreira (maestro) – Fundador e diretor artístico da Orquestra Filarmónica Portuguesa. Estudou direção em Chicago e São Petersburgo, tendo trabalhado com Claudio Abbado. Apresentou-se como maestro convidado em Berlim, Viena e Londres. Uma das figuras mais influentes da música clássica portuguesa.

📸 Fernando Noronha

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