A coreógrafa Cherish Menzo explora a figura do monstro em FRANK — abreviatura de Frankenstein. Mais do que (re)produzir uma representação física ou visual do monstro, ela investiga o monstruoso enquanto encarnação de crenças e narrativas que nos aterrorizam e nos horrorizam, mas que, ao mesmo tempo, nos atraem. A distorção é um leitmotiv coreográfico usado para gerar material de movimento e como ferramenta para devorar a dança e soltar a sua estrutura. Cherish Menzo analisa a ação da decomposição e como algo que se desfaz gradualmente e se torna pior ou mais frágil pode influenciar os gestos.
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