Começamos pelo Destino. Uma entidade mítica propõe ao público um jogo sobre a lotaria da vida, atribuindo sortes doces ou amargas de forma aleatória. Destino, perda, esperança e luta, são alguns dos temas percorridos, num espetáculo que combina diferentes linguagens cénicas e musicais. Alternando entre o poético e o grotesco, o mítico e o banal, coloca lado a lado tragédias reais e queixas quotidianas, provocando tanto o riso como a empatia.
“Anoitecer” é um lugar-espetáculo onde histórias, pessoas, países, culturas e línguas se encontram naquele momento fugaz entre o dia e a noite. Naquele instante em que os mais velhos cantam, contam e conversam com os mais novos, e onde cabem momentos de aconchego, conforto e amor, de risos e de diversão, de histórias assustadoras povoadas de ogres e papões, e a doçura das canções de embalar.
Artistas profissionais do teatro, da dança e da música juntam-se a participantes de diferentes comunidades e culturas, no mesmo palco, no mesmo espetáculo, na mesma luta, na mesma celebração. A fronteira entre o palco e a plateia também se rompe — afinal, este é um projeto sobre derrubar barreiras, construir pontes, sobre encontros, escuta e entendimento.Processo de Criação...
“Anoitecer” é um lugar-espetáculo onde histórias, pessoas, países, culturas e línguas se encontram. Os mais velhos cantam, contam e conversam com os mais novos. O aconchego, os risos e a diversão convivem com histórias de ogres e papões, e com canções de embalar.
Os criadores Hanneke Paauwe e Graeme Pulleyn partiram em busca destas histórias conversando com pessoas de todo o mundo que atualmente vivem em Portugal: “Pode ensinar-nos um truque, uma habilidade ou um jogo do seu país de origem? Porque partiu? De que sente mais falta? O que valoriza na sua vida em Portugal? Qual é o seu desejo para as crianças de hoje? Que aviso deixa às crianças de hoje?”
As respostas trouxeram todo o mundo dentro delas: da China ao Brasil, dos Países Baixos à Serra Leoa, do Cazaquistão à Jamaica. Histórias de fuga, de sonhos, de resiliência e de dignidade humana. E agora chegam ao palco, interpretadas por artistas profissionais e participantes de diferentes comunidades e culturas, no mesmo palco, no mesmo espetáculo, na mesma celebração.
Saber mais: https://cempalcos.com/trabalhos/anoitecer/
TEXTO Hanneke Paauwe
TRADUÇÃO E ENCENAÇÃO Graeme Pulleyn
CENOGRAFIA E FIGURINOS Filipa Malva
INTERPRETAÇÃO Catarina Moura, Clara Spormann e Mariana Silva
COMPOSIÇÃO, PRODUÇÃO E INTERPRETAÇÃO MUSICAL Bela Noia (Voz, Guitarra: Pedro Vieira; Guitarra: Leonardo Outeiro; Baixo: Gonçalo Alegre; Bateria: Miguel Rodrigues)
INTÉRPRETES NÃO PROFISSIONAIS Anna Chekhova, Dumbuya Slava, Dwight Rose, Hamza Anna Chekhova, Hassan Issad Zagai, Hao Zhang Qiu Chengyu, Karim Kramer, Karina Neiva Rosa Masoum Erfaniyan e Yaya Ceesay
DESENHO DE LUZ Paulo Neto
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO Guida Rolo
PRODUÇÃO EXECUTIVA E COMUNICAÇÃO Laura Tavares
PRODUÇÃO EXECUTIVA E MEDIAÇÃO Roberto Fernandes
PRODUÇÃO E MEDIAÇÃO NA FASE DE ENTREVISTAS Filipa Fróis
ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO Hugo Miguel
DESIGN GRÁFICO, FOTOGRAFIA E VÍDEO Luís Belo
REDAÇÃO DE CONTEÚDOS E ASSESSORIA DE IMPRENSA Susana Morais
ASSESSORIA JURÍDICA Pedro Leitão
PRODUÇÃO CEM Palcos
COPRODUÇÃO Novo Ciclo ACERT, Centro Cultural Carregal do Sal, Centro de Artes de Águeda, 23 Milhas - Ílhavo, Teatro Sá da Bandeira - Santarém
PARCERIA Escola Secundária Alves MartinsEstrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Desporto e Juventude / Direção-Geral das Artes, com o apoio financeiro do Município de Viseu – Eixo Cultura