17:30
Lançamento Coreia #13 com a performance Santa de sustrato autónomo por Inés Sybille Vooduness

Lançamento Coreia #13 com a performance Santa de sustrato autónomo por Inés Sybille Vooduness

Grátis

— Teatro Municipal de Vila do Conde - Sala 1 [palco]
27 Set. (Sáb.) | 17:30
Performance + Edição | Acesso gratuito

✨ Espectáculo no âmbito do 21.º Circular Festival de Artes Performativas

No Coreia #13, um conjunto de contribuições explora modos diversos de pensar e experienciar o corpo, o gesto e o mundo. Traduziu-se o manifesto do Pavilhão da Palestina, redigido pelo colectivo Learning Palestine em 2024, sublinhando o papel da arte no contexto geopolítico actual. Alice Chauchat apresenta uma série de partituras coreográficas que reflectem sobre como a dança pode transmitir uma ética da relação, questão que também se desdobra num texto de 2003 de Paula Massano. David Marques & Teresa Silva interrogam sobre as especificidades dos processos e do labor na dança, enquanto Gustavo Ciríaco questiona a relação entre mestria e mistério no fazer artístico. Lucía Russo & Marcela Levi, em conversa com Laura Salerno, mapeiam relações, corpos e espaços, procurando tornar sensível o invisível. Inés Sybille Vooduness cruza identidade e memória numa viagem ancestral sincrética; Izabelle Louise leva-nos pela reconstrução do manto Tupinambá e uma reflexão acerca da importância da arte indígena; Kátia Manjate articula corporeidade e território no contexto de Maputo e Katherine Dunham pensa a dança como contributo para a coesão social. O ensaio visual é de Pedro Barateiro, que desafia as noções de identidade e portugalidade; e Simon Asencio coloca em diálogo rumores, palavras e voz, num texto para ser sussurrado ao ouvido.

Para o lançamento do Coreia #13, contamos com a apresentação de João dos Santos Martins e a performance Santa de substrato autónomo de Inés Sybille Vooduness. A artista catalã de descendência haitiana experimenta uma dramaturgia impactada por estímulos da linguagem da internet, do atrito entre a mártir Santa Inês e Erzulie — loa do amor, da beleza e da maternidade —, e da insistência em passos característicos do Kuduro angolano, mergulhando num estado onde é possível iniciar uma conversa espiritual com divindades do vodu haitiano.


+ info https://tinyurl.com/yc5ufp8d

📷 La Casa Encendida | Lukasz Michalak © estudio_perplejo

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