Os antigos gregos tinham uma maneira extraordinária e mágica de ver e explicar o mundo. Viviam num mundo de magia, criaturas míticas, deuses e imortalidade. Neste workshop, apresentarei aos participantes os principais elementos da Tragédia Grega e eles terão a oportunidade de criar a sua própria versão da Tragédia Grega e da Mitologia. As Tragédias Gregas continuam a inspirar-nos, ensinando-nos sobre a fragilidade humana e a natureza. Neste workshop, Billy Kissa guiará os participantes pelas técnicas dramáticas da tragédia grega, narrativas ousadas, emoções intensas e o poder do coro. Vão explorar o destino, a hybris e a catarse, invocar os deuses e deixar que o destino decida para onde a história nos levará! Vamos abraçar o trágico e o épico. O workshop surge enquadrado no Festival Internacional de Improviso de Lisboa, o Irreverente, que, de 23 a 26 de julho, apresenta vários workshops, espetáculos, jams (palcos abertos), talks e uma feira de artistas locais, com a participação de vários artistas nacionais e internacionais. Tipo: Teatro Idioma: Inglês Tipo de experiencia: INICIANTE EM IMPRO (Pessoas já com alguma experiência com cursos e/ou apresentações de Impro.) AVANÇADO/PROFISSIONAL EM IMPRO (Pessoas já com alguns anos de experiência e/ou carreira em Impro.) Bilhetes neste link: Sobre Billy Kissa: Após se formar na escola de teatro, encontrou no improviso o seu lugar nas artes. Como professor, adapto o seu ensino às necessidades de cada grupo e indivíduo. Acredita firmemente em oferecer o espaço e o tempo que cada aluno precisa para se sentir confortável e seguro, permitindo que encontrem a sua própria voz como atores. Ao combinar diferentes técnicas de atuação, as suas aulas proporcionam uma abordagem completa ao teatro e à interpretação. Como ator, baseia as suas performances na honestidade e vulnerabilidade. Independentemente do género, inspira-se na sua vida e nas histórias das pessoas. Como alguém movido pelas emoções, aborda cada história e personagem com respeito e empatia. Duvida sempre da sua perspetiva e faz perguntas sobre a natureza humana. Não acredita numa “verdade universal”, mas acredita na necessidade dela e na jornada que seguimos por causa dessa busca. Como diretor, trata o trabalho improvisado e o roteirizado da mesma forma: como teatro. A sua formação no teatro roteirizado tem sido essencial para como dirige os espetáculos de improviso. Estética, comprometimento, risco e honestidade são os seus principais focos e guias.