Que Livro(s) Levarei Para Pasárgada?
Luís Filipe Castro Mendes
Quadragésima primeira edição na Cinemateca Portuguesa das sessões “Que livro(s) levarei para Pasárgada?” • Com organização de Jorge Portugal, Isabel Franco e Diogo Gonçalves • Poeta e ficcionista português, diplomata de carreira, Luís Filipe Castro Mendes nasceu em 1950 e, ainda muito jovem, entre 1965 e 1967, foi colaborador do jornal Diário de Lisboa. Em 1974, licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa. Teve atividade política militante antes do 25 de abril e entre 1974 e 1977, ano em que iniciou a sua carreira diplomática. Foi cônsul geral no Rio de Janeiro, embaixador de Portugal em Budapeste, Nova Deli, UNESCO-Paris e finalmente junto do Conselho da Europa em Estrasburgo. Foi Ministro da Cultura entre 2016 e 2018. Publica o seu primeiro livro “Recados” em 1983, seguindo-se “Areias Escuras” (1984), “Seis Elegias e Outros Poemas” (1985), “A Ilha dos Mortos” (1991), “O Jogo de Fazer Versos” (1994), “Viagem de inverno” (1993), “Correspondência Secreta” (1995), “Modos de música” (1996) e Outras Canções (1998). De 2001 é o ¬livro “Os Dias Inventados” e em 2011 publica “Lendas da Índia”, em 2014 “A Misericórdia dos Mercados” e em 2016 “Outro Ulisses regressa a casa”. Em 2018 publica uma coletânea de “Poemas Reunidos”. Em 2021 publica um novo livro de poesia, “Voltar” a que se segue em 2025 “As Manhãs que não conheces”. Tem uma coletânea de poemas publicada no Brasil (Poemas Reunidos, 1999) e obras traduzidas em alemão (Fremde Nahe, 2018) e em francês (Légendes de l’Inde, 2020). Teve o Prémio Nacional de Poesia Teixeira de Pascoaes em 2021, pelo conjunto da sua obra e teve anteriormente os prémios de poesia do Pen Clube (A Ilha dos Mortos), D. Diniz da Fundação Casa de Mateus (O Jogo de Fazer Versos) e António Quadros, da Fundação António Quadros (Lendas da Índia). As escolhas são os autores Pessoa, Mann e Eça de Queirós • Sessão dia 23 de Junho de 2025, às 18h00, Livraria Linha de Sombra, Cinemateca Portuguesa.
class="html-br">