“Um espetáculo microscópico invulgar que reflecte sobre os paradigmas do grande teatro”. O maior teatro do planeta, 300 actores em palco, uma orquestra militar, uma banda de rock, animais, carros e até um helicóptero. Tudo isto e muito mais é oferecido em “Mi gran obra”, de David Espinosa. Com uma pequena nuance: a escala não é 1:1. O teatro de Espinosa cabe numa mala e tornou-se um dos espectáculos revelação da última temporada.
Políticos, flamencas, suicídios, exibicionistas, crianças, procissões, casamentos... Apenas três filas de vinte espectadores - estes com binóculos para não perderem nenhum pormenor - poderão descobri-los em cada sessão desta joia artesanal de Espinosa que, para além de questionar o valor dos grandes projectos culturais, que, com orçamentos elevados, estão carregados de ornamentos mas vazios de conteúdo, desdobra perante os nossos olhos a evolução da própria vida.
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