O It’s Alive está de volta!
O It's Alive incentiva a experimentação e criação nas diferentes áreas das artes performativas, com o objectivo de proporcionar uma plataforma única para que artistas apresentem novas ideias e trabalhos em desenvolvimento. É uma oportunidade única, uma tarde cheia de criatividade e inovação, onde artistas de diversas disciplinas irão apresentar trabalhos em progresso, performances experimentais e ideias que estão a ganhar vida. Este evento é ideal para quem deseja mergulhar num ambiente de criação artística, onde o processo é tão importante quanto o produto final.
Venha apoiar os nossos artistas, partilhar as suas opiniões e desfrutar de uma tarde inspiradora!Esta edição conta com:
"FALARDANÇAR"
de Isadora Dantas
(Dança)Este é o princípio de uma criação: um estudo para um solo que investiga o nascer da fala e das palavras. Aqui, o corpo torna-se fonte de vozes – vozes que criam gestos e palavras tão físicas quanto a carne. A voz é corpo, é cor, é volume. As palavras mastigam-se, engolem-se, esticam-se e regurgitam-se. Uma dança para um corpo polifónico. Uma solidão povoada.
"A história espiritual da nossa destruição: um poema ecológico"
de Luís Carlos Vicente Ramos
(Poesia)Uma performance poética que propõe uma viagem às causas profundas da nossa crise ambiental. Através do discurso poético, procura-se questionar e transcender as mundivisões que alimentam o colapso ecológico – abrindo espaço a uma nova consciência.
"MAMA"
de Jintong Yu
(Dança)Uma peça que mergulha na jornada intensa e transformadora da maternidade: da gravidez ao parto, da depressão pós-parto à reconstrução da identidade. A partir da experiência pessoal da artista – mãe de três filhos – e de entrevistas com outras mulheres, esta criação dá voz a uma realidade tantas vezes silenciada e invisibilizada.
"OPALINA"
de Sofia Crespo
(Dança, Música, Teatro)Um corpo estranho, disforme, assimétrico. Uma narrativa líquida sobre dor, estagnação, raiva e coragem. O silêncio permeia a escuta, onde pássaros e feitiços se misturam com fogo, furacões e metamorfoses. Uma viagem íntima e arrebatadora no interior de um corpo em ebulição: eStOU VIVA.
"Cultura de Cogumelos"
de Beatriz Pereira e Francisco Semedo
(Dança)Não é uma dissertação sobre o fim. É sobre caminhos, sobre escolhas, sobre a incapacidade de parar. Um corpo em movimento constante, à procura de um lugar onde florescer, mesmo em terrenos difíceis – como os cogumelos, que brotam da decomposição.
Abertura de portas às 15h30
Entrada: 5€