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Palmira • Anabela Duarte & Sara Almeida

Palmira • Anabela Duarte & Sara Almeida

Cultura em Expansão 2022 Associação de Moradores do Bairro Social da Pasteleira - Previdência/Torres Rua Gomes Eanes de Azurara, 129

ENTRADA GRATUITA mediante levantamento de bilhete (até dois por pessoa) no dia e local do espetáculo, a partir de uma hora antes do seu início.

-- 𝗣𝗮𝗹𝗺𝗶𝗿𝗮 • 𝗔𝗻𝗮𝗯𝗲𝗹𝗮 𝗗𝘂𝗮𝗿𝘁𝗲 & 𝗦𝗮𝗿𝗮 𝗔𝗹𝗺𝗲𝗶𝗱𝗮 𝚃𝚎𝚊𝚝𝚛𝚘, 𝟼𝟶 𝚖𝚒𝚗., 𝙼/𝟷𝟸

Criado e interpretado por Anabela Almeida e Sara Duarte, "Palmira" parte da história da avó materna de Anabela.

𝘗𝘢𝘳𝘵𝘪𝘮𝘰𝘴 𝘥𝘢 𝘩𝘪𝘴𝘵ó𝘳𝘪𝘢 𝘥𝘦 𝘷𝘪𝘥𝘢 𝘥𝘦 𝘶𝘮𝘢 𝘮𝘶𝘭𝘩𝘦𝘳 𝘦𝘮 𝘱𝘢𝘳𝘵𝘪𝘤𝘶𝘭𝘢𝘳, 𝘢𝘷ó 𝘥𝘦 𝘶𝘮𝘢 𝘥𝘦 𝘯ó𝘴, 𝘶𝘮𝘢 𝘮𝘶𝘭𝘩𝘦𝘳 𝘤𝘰𝘮 𝘶𝘮 𝘱𝘦𝘳𝘤𝘶𝘳𝘴𝘰 𝘧𝘰𝘳𝘢 𝘥𝘢 𝘯𝘰𝘳𝘮𝘢 𝘯𝘰 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘦𝘹𝘵𝘰 𝘳𝘶𝘳𝘢𝘭 𝘦𝘮 𝘲𝘶𝘦 𝘷𝘪𝘷𝘦𝘶, 𝘱𝘦𝘯𝘴𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘦𝘮 𝘴𝘦𝘨𝘶𝘪𝘥𝘢 𝘯𝘢𝘴 𝘢𝘷ó𝘴 𝘥𝘦 𝘰𝘶𝘵𝘳𝘢 𝘥𝘦 𝘯ó𝘴. 𝘛𝘦𝘮𝘰𝘴 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘤𝘪ê𝘯𝘤𝘪𝘢 𝘥𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘢𝘴 𝘩𝘪𝘴𝘵ó𝘳𝘪𝘢𝘴 𝘥𝘦𝘴𝘵𝘢𝘴 𝘮𝘶𝘭𝘩𝘦𝘳𝘦𝘴 𝘵ê𝘮 𝘦𝘮 𝘤𝘰𝘮𝘶𝘮 𝘤𝘰𝘮 𝘰𝘶𝘵𝘳𝘢𝘴 𝘮𝘶𝘭𝘩𝘦𝘳𝘦𝘴, 𝘮ã𝘦𝘴, 𝘧𝘪𝘭𝘩𝘢𝘴, 𝘵𝘪𝘢𝘴, 𝘪𝘳𝘮ã𝘴, 𝘱𝘦𝘴𝘴𝘰𝘢𝘴 𝘥𝘰 𝘴𝘦𝘹𝘰 𝘧𝘦𝘮𝘪𝘯𝘪𝘯𝘰 𝘨𝘦𝘯𝘦𝘳𝘢𝘭𝘪𝘻𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘦 𝘶𝘵𝘪𝘭𝘪𝘻𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘰 𝘤𝘰𝘯𝘤𝘦𝘪𝘵𝘰 𝘣𝘪𝘯á𝘳𝘪𝘰 𝘥𝘦 𝘥𝘪𝘷𝘪𝘴ã𝘰 𝘥𝘰 𝘮𝘶𝘯𝘥𝘰, 𝘦 𝘯𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘥𝘪𝘷𝘦𝘳𝘨𝘦𝘮 𝘦𝘮 𝘵𝘦𝘳𝘮𝘰𝘴 𝘥𝘦 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘦𝘹𝘵𝘰𝘴 𝘴𝘰𝘤𝘪𝘢𝘭, 𝘱𝘰𝘭𝘪𝘵𝘪𝘤𝘰, 𝘦 𝘤𝘰𝘮 𝘵𝘰𝘥𝘢𝘴 𝘢𝘴 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘪𝘯𝘨ê𝘯𝘤𝘪𝘢𝘴 𝘱𝘦𝘴𝘴𝘰𝘢𝘪𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘢𝘴 𝘤𝘢𝘳𝘢𝘤𝘵𝘦𝘳𝘪𝘻𝘢𝘮. 𝘗𝘳𝘰𝘤𝘶𝘳á𝘮𝘰𝘴 𝘱𝘦𝘴𝘴𝘰𝘢𝘴 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘤𝘰𝘯𝘷𝘦𝘳𝘴𝘢𝘳𝘮𝘰𝘴 𝘴𝘰𝘣𝘳𝘦 𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘢𝘪𝘯𝘥𝘢 𝘥𝘪𝘴𝘤𝘳𝘪𝘮𝘪𝘯𝘢 𝘶𝘮𝘢𝘴 𝘱𝘦𝘳𝘢𝘯𝘵𝘦 𝘶𝘯𝘴, 𝘳𝘦𝘤𝘰𝘭𝘩𝘦𝘮𝘰𝘴 𝘮𝘶𝘪𝘵𝘢𝘴 𝘪𝘥𝘦𝘪𝘢𝘴, 𝘢𝘭𝘨𝘶𝘮𝘢𝘴 𝘩𝘪𝘴𝘵ó𝘳𝘪𝘢𝘴. 𝘈𝘭𝘨𝘶𝘮 𝘵𝘳𝘢𝘣𝘢𝘭𝘩𝘰 𝘥𝘦 𝘳𝘦𝘧𝘭𝘦𝘹ã𝘰 𝘫á 𝘵𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘴𝘪𝘥𝘰 𝘳𝘦𝘢𝘭𝘪𝘻𝘢𝘥𝘰 𝘱𝘰𝘳 𝘤𝘢𝘥𝘢 𝘶𝘮𝘢 𝘥𝘦 𝘯ó𝘴 𝘴𝘰𝘣𝘳𝘦 𝘢 𝘢𝘪𝘯𝘥𝘢 𝘦𝘹𝘪𝘴𝘵𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘥𝘪𝘷𝘪𝘴ã𝘰 𝘥𝘰 𝘮𝘶𝘯𝘥𝘰 𝘦𝘮 𝘥𝘰𝘪𝘴 𝘦 𝘴𝘰𝘣𝘳𝘦 𝘰 𝘥𝘪𝘧𝘦𝘳𝘦𝘯𝘤𝘪𝘢𝘭 𝘥𝘦 𝘱𝘰𝘥𝘦𝘳 𝘪𝘯𝘤𝘰𝘳𝘱𝘰𝘳𝘢𝘥𝘰 𝘯𝘦𝘴𝘴𝘢 𝘢𝘪𝘯𝘥𝘢 𝘮𝘢𝘳𝘤𝘢𝘥𝘢 𝘴𝘦𝘨𝘮𝘦𝘯𝘵𝘢çã𝘰. 𝘈𝘰 𝘭𝘰𝘯𝘨𝘰 𝘥𝘢𝘴 𝘯𝘰𝘴𝘴𝘢𝘴 𝘤𝘰𝘯𝘷𝘦𝘳𝘴𝘢𝘴, 𝘧𝘰𝘮𝘰𝘴 𝘴𝘦𝘯𝘵𝘪𝘯𝘥𝘰 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘢𝘣𝘴𝘰𝘭𝘶𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘷𝘪𝘵𝘢𝘭 𝘦𝘴𝘴𝘦 𝘦𝘴𝘱𝘢ç𝘰 𝘥𝘦 𝘱𝘦𝘯𝘴𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘧𝘰𝘮𝘰𝘴 𝘤𝘳𝘪𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘱𝘦𝘯𝘴𝘢𝘳𝘮𝘰𝘴 𝘴𝘰𝘣𝘳𝘦 𝘦𝘴𝘵𝘦 𝘵𝘦𝘮𝘢 𝘵ã𝘰 𝘤𝘰𝘮𝘱𝘭𝘦𝘹𝘰, 𝘵ã𝘰 𝘣𝘢𝘴𝘪𝘭𝘢𝘳 𝘯𝘢 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘵𝘪𝘵𝘶𝘪çã𝘰 𝘥𝘰 𝘲𝘶𝘦 é 𝘴𝘦𝘳 𝘩𝘶𝘮𝘢𝘯𝘰. 𝘌𝘴𝘴𝘦 𝘦𝘴𝘱𝘢ç𝘰 𝘧𝘰𝘪 𝘨𝘢𝘯𝘩𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘧𝘰𝘳𝘮𝘢, 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘵𝘪𝘵𝘶𝘪𝘯𝘥𝘰-𝘴𝘦 𝘲𝘶𝘢𝘴𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘶𝘮 𝘰á𝘴𝘪𝘴, 𝘶𝘮𝘢 𝘱𝘢𝘳𝘢𝘨𝘦𝘮 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘯𝘰𝘴 𝘢𝘭𝘪𝘮𝘦𝘯𝘵𝘢𝘳𝘮𝘰𝘴, 𝘥𝘦𝘴𝘤𝘢𝘯𝘴𝘢𝘳𝘮𝘰𝘴 𝘦 𝘦𝘭𝘢𝘣𝘰𝘳𝘢𝘳𝘮𝘰𝘴 𝘪𝘥𝘦𝘪𝘢𝘴, 𝘲𝘶𝘦𝘴𝘵𝘪𝘰𝘯𝘢𝘳𝘮𝘰𝘴 𝘤𝘰𝘯𝘤𝘦𝘪𝘵𝘰𝘴, 𝘢𝘭𝘨𝘶𝘯𝘴 𝘵ã𝘰 𝘦𝘯𝘳𝘢𝘪𝘻𝘢𝘥𝘰𝘴 𝘦 𝘯𝘢𝘵𝘶𝘳𝘢𝘭𝘪𝘻𝘢𝘥𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘴𝘦 𝘵𝘰𝘳𝘯𝘢𝘮 𝘥𝘪𝘧í𝘤𝘦𝘪𝘴 𝘥𝘦 𝘪𝘥𝘦𝘯𝘵𝘪𝘧𝘪𝘤𝘢𝘳, 𝘥𝘦 𝘤𝘰𝘯𝘩𝘦𝘤𝘦𝘳 𝘢 𝘴𝘶𝘢 𝘯𝘢𝘵𝘶𝘳𝘦𝘻𝘢 𝘥𝘪𝘴𝘤𝘳𝘪𝘮𝘪𝘯𝘢𝘵ó𝘳𝘪𝘢 𝘤𝘢𝘳𝘢𝘤𝘵𝘦𝘳í𝘴𝘵𝘪𝘤𝘢 𝘥𝘰 𝘴𝘪𝘴𝘵𝘦𝘮𝘢 𝘱𝘢𝘵𝘳𝘪𝘢𝘳𝘤𝘢𝘭 𝘦𝘮 𝘲𝘶𝘦 𝘦𝘴𝘵ã𝘰 𝘪𝘮𝘣𝘳𝘪𝘤𝘢𝘥𝘰𝘴. 𝘌𝘴𝘴𝘢 𝘧𝘰𝘳𝘮𝘢, 𝘦𝘴𝘴𝘢 𝘧𝘰𝘳𝘮𝘢 𝘢𝘭𝘵𝘦𝘳𝘢𝘥𝘢 𝘥𝘦 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘤𝘪ê𝘯𝘤𝘪𝘢, 𝘧𝘰𝘪 𝘵𝘰𝘮𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘢 𝘥𝘰 𝘯𝘰𝘴𝘴𝘰 𝘦𝘴𝘱𝘢ç𝘰, 𝘥𝘰 𝘯𝘰𝘴𝘴𝘰 𝘵𝘦𝘮𝘱𝘰, 𝘥𝘰 𝘯𝘰𝘴𝘴𝘰 𝘤𝘰𝘳𝘱𝘰, 𝘤𝘰𝘭𝘰𝘤𝘢𝘯𝘥𝘰-𝘯𝘰𝘴 𝘦𝘮 𝘗𝘢𝘭𝘮𝘪𝘳𝘢. 𝘗𝘢𝘭𝘮𝘪𝘳𝘢 é 𝘦𝘴𝘴𝘦 𝘭𝘶𝘨𝘢𝘳, 𝘶𝘮 𝘦𝘴𝘵𝘢𝘥𝘰 𝘢𝘭𝘵𝘦𝘳𝘢𝘥𝘰 𝘥𝘦 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘤𝘪ê𝘯𝘤𝘪𝘢 𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘴𝘦 𝘤𝘩𝘦𝘨𝘢 𝘥𝘦𝘷𝘢𝘨𝘢𝘳, 𝘴𝘦𝘮 𝘱𝘴𝘪𝘤𝘰𝘵𝘳ó𝘱𝘪𝘤𝘰𝘴 𝘦 𝘴𝘦𝘮 𝘢𝘭𝘶𝘤𝘪𝘯𝘢çõ𝘦𝘴, 𝘦𝘴𝘱𝘦𝘳𝘢𝘮𝘰𝘴 𝘯ó𝘴.

Direção artística, interpretação e texto: Anabela Almeida e Sara Duarte

Apoio à pesquisa: Luís Godinho e Teresa Gentil

Desenho de luz: Nuno Patinho

Espaço cénico e figurinos: Ângela Rocha

Criação sonora e interpretação musical: Ricardo Freitas

Cocriação sonora e interpretação musical: Ricardo Ribeiro

Fotografia: José Carlos Duarte

Produção executiva: Vanda Cerejo

Registo e edição vídeo: Afonso Sousa

Produção: teatro meia volta e depois à esquerda quando eu disser

Coprodução: Festival Materiais Diversos

Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes

Apoio à residência artística: Companhia Olga Roriz, Causas Comuns e Teatro do Eléctrico

Residências de criação: Comédias do Minho (Paredes de Coura), Lavrar o Mar (Aljezur e Monchique), Materiais Diversos (Cartaxo), Cultura em Expansão - Teatro do Frio (Porto)

Agradecimentos: Alfredo Martins, Ângelo Rocha, Carolina Almeida Leitão, Cláudia Gaiolas, Judite Canha Fernandes, Manuela Santos, Sérgio Delgado, Agência 25, Colecção B, mala voadora e todas as pessoas que partilharam as suas histórias no âmbito das residências de criação

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