10:00 até às 13:00
Roteiro Aqueduto Águas Livres: Arcos Vale Alcântara e Amoreiras

Roteiro Aqueduto Águas Livres: Arcos Vale Alcântara e Amoreiras

16.05.2021 (domingo) – 10,00H
Visita Guiada ao Aqueduto das Águas Livres de Lisboa. Venha conhecer e apreciar esta notável obra do século XVIII, obra ímpar de engenharia hidráulica, que os Portugueses deixaram à Humanidade, realizando a travessia do Aqueduto dos Arcos do Vale de Alcântara até às Amoreiras.
09,45h | Encontro na entrada do Aqueduto – Calçada da Quintinha, 6 - Campolide - Lisboa
10,00h | Início da visita guiada ao Aqueduto com a travessia do Passeio dos Arcos no Vale de Alcântara
12,00h | Arco Triunfal D. João V e Arcos das Amoreiras
12,30h | Lanche Jardim das Amoreiras.
Condições de Inscrição
- Esta visita guiada, será realizada em conformidade e cumprimento de todas as Regras de Segurança, Sanitárias, Socias COVID19 e com o limite máximo de 10 participantes.
- Obrigatório Inscrição, devido à reserva exclusiva para a Explore Latitudes
- Valor do Roteiro - 15,00€ p/pessoa
(Incluído no Roteiro: Visita Guiada, Bilhete de Entrada no Aqueduto, Rádio Guias, Lanche, Seguros para a actividade)
- Jovens até 18 anos - 10,00€
- Crianças até 10 ano

Inscrições e Informações: 217 264 179 ou 918 959 584; info@explore-latitudes.pt ou www.explore-latitudes.pt

Aqueduto das Águas Livres de Lisboa
A intenção da construção do Aqueduto começa a ter forma com a ideia de levar a água das nascentes das Águas Livres, em Belas, para a cidade de Lisboa, nos reinados de D. Manuel, D. João III e D. Sebastião.
Em 1571, Francisco de Holanda, para garantir o abastecimento de água à capital, propôs ao rei D. Sebastião a reconstrução de um aqueduto e da antiga barragem romana de Olíssipo. Só no reinado de D. João V, em pleno Séc. XVIII foi decidido avançar com a construção, tendo os custos sido integralmente suportados pela população de Lisboa, através de taxas sobre a carne, o azeite e o vinho.
O projecto e a construção do aqueduto devem-se essencialmente ao brigadeiro Manuel da Maia, ao sargento-mor Custódio Vieira, ao capitão de engenharia Carlos Mardel e ao procurador da cidade, Cláudio Gorgel do Amaral, pela sua determinação em resolver o problema do abastecimento de água à cidade de Lisboa. O rei D. João V, saturnino por devoção, assinou em 12 de Maio de 1731, um sábado, o decreto régio para a construção do Real Aqueduto das Agoas Livres.
Apesar de ter começado a abastecer de água uma rede de chafarizes na cidade de Lisboa a partir de 1748, só ficou concluído em 1834.
O Aqueduto das Águas Livres guarda um conhecimento, um saber únicos, uma obra hidráulica notável, uma beleza inigualável, o trabalho de inúmeros pedreiros que desbastaram as pedras para lhe dar forma, o único monumento câmara escura jamais construído, que permite o reflexo da paisagem exterior num jogo de cor, luz, sombra, aromas que toca o sagrado e que jamais nos separa do Todo. Um sistema de distribuição de água duplo, que os Portugueses deixam à Humanidade.

EXPLORE LATITUDES EVENTOS CULTURAIS, Lda
NIPC 510 955 380
RNAAT n.º 549/2014
Membro Associação Turismo de Lisboa
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