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O Barroco em França, Itália e Alemanha

O Barroco em França, Itália e Alemanha

Percorrendo França, Itália e Alemanha, o presente concerto apresenta-nos alguns dos nomes mais consagrados do período barroco.

Figuras incontornáveis desta época histórica, tais como Bach, Vivaldi, Charpentier ou Telemann estarão presentes neste concerto de encerramento da terceira edição do Festival de Música Antiga de Torres Vedras, oferecendo uma riqueza estilistica impressionante, através da abordagem musical de cada um dos compositores e do idioma musical que os caracteriza.

Desde árias de cantatas sacras até sonatas da chiesa do período barroco, neste concerto podemos experienciar a arte da improvisação barroca em concerto, bem como a descoberta de um dos instrumentos mais emblemáticos da orquestra barroca: a flauta travessa ou flauta barroca.

Ensemble barroco: Ars Eloquentia
Mezzo soprano: Carolina Figueiredo
Soprano: Patrycja Gabrel

Ars Eloquentia
Agrupamento fundado em 2015 com o objetivo de dar destaque à música barroca composta para duas flautas e baixo contínuo, através de uma interpretação baseada em dados históricos, e com recurso a cópias de instrumentos dessa época.

A constituição instrumental deste ensemble não é estanque, recorrendo por vezes à colaboração de outros músicos para obras que requerem maior diversidade instrumental ou a inclusão de vozes.

Participou em prestigiados festivais nacionais, sendo de destacar o Festival de Música do Palácio de Mafra, Festival de Música de Sintra, Temporada de Música de Oeiras e Ciclo de Órgão de Torres Vedras.

Constituído por músicos profissionais com sólida formação no campo da música antiga, o Ars Eloquentia apresenta neste concerto, Sofia Cosme e José Rui Fernandes (Flauta travessa barroca), Vânia Moreira (Violoncelo barroco) e Daniel Oliveira (Cravo).

Patrycja Gabrel
Patrycja Gabrel é uma soprano polaca com mestrado em canto pelo Conservatório de Música Fryderyk Chopin em Varsóvia e pela Escuela Superior Reina Sofia em Madrid, sob orientação do professor Tom Krause. Teve ainda oportunidade de participar em masterclasses com Riri Griest, Charles Kellis, Anita Garança e Helmut Deutsch.

Foi vencedora do prémio “Alfredo Kraus” do Melhor Jovem Músico em Madrid, e também do prémio do concurso “Arte da Canção Polaca” (Rádio Clássica). Foi bolseira da Fundação Gulbenkian para projetos ENOA e também membro do Coro entre 2010-2014. Prossegue atualmente o seu aperfeiçoamento vocal com a professora Joana Siqueira.

Patrycja participou em vários Festivais como o Festival d’Aix-en-Provence, Flagey Brahms Festival em Bruxelas, Festival do Órgão de Madeira, Festival Internacional de Música de Macau. Integra com frequência prestigiados agrupamentos nacionais, como Grupo Vocal Olisipo, Capella Patriarchal e Ludovice Ensamble.

Cantou com a Orquestra do Norte, a Orquestra Metropolitana, a Orquestra de Camara Portuguesa, a Orquestra Filarmónica de Varsóvia, a Orquestra Divino Sospiro e também com a Orquestra Gulbenkian tanto no domínio da Oratória como em outros tipos de repertório. Como solista cantou ainda sob a direção de Michel Corboz, Michael Zilm, Paul McCreesh, Leonardo Garcia Alarcon, Lawrence Foster, Jean- Marc Burfin, Osvaldo Ferreira, Jorge Matta, Joana Carneiro, Jan Wierzba.

Em 2015 gravou o papel da Mére na estreia da Opera L’Autre Hiver de Dominique Pauwels. O seu repertório operático inclui papéis como Violetta - La Traviata de Verdi, Rainha da Noite - Flauta Magica de Mozart, Lucia - Lucia di Lammermoor de Dionizetti, Lulu da ópera de Alban Berg.

Carolina Figueiredo
Formou-se em Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa em 2005, trabalhando hoje regularmente com Manuela de Sá e sendo acompanhada por Susan Waters e Lucia Mazzaria em âmbito de masterclass.

Colabora em concerto com grandes coros e orquestras nacionais, tendo-se apresentado em grandes obras de reportório como Paixão segundo S. João (J. S. Bach), Messiah (Haendel), Stabat Mater (Pergolesi), Requiem e Missa da Coroação (Mozart), Te Deum (Charpentier), Magnificat (Vivaldi), Petite Messe Solennelle (Rossini), Les Nuits d’Eté (Berlioz), Manfred (Schumann), Les Béatitudes (Franck), Lauda per la Natività del Signore e Il Tramonto de Respighi, Oratória de Natal (Saint-Saens).

Participou das estreias modernas de obras de compositores portugueses como Quatro Absolvições de Bomtempo, Magnificat e Missa a 4 vozes de António Leal Moreira, Te Deum e Missa em Fa de Francisco António de Almeida.

Nos palcos do Teatro Nacional de S. Carlos, Fundação Gulbenkian, CCB e Teatro D. Maria II integrou o elenco de Eugene Onegin(Tchakovsky) - Condessa Lárina; Roméo et Juliette (Gounod) - Gertrude; La Traviata (Verdi) - Annina; Madama Butterfly (Puccini) - Kate Pinkerton; L’enfant et les sortilèges (Ravel) - Maman, Tasse Chinoise e Libellule -; Beaumarchais (Pedro Amaral) - Condessa Rosina; Der Zwerg (Zemlinsky) - 3ª Camareira; Dialogues des Carmelites (Poulenc) - Mère Jeanne. Trabalhou, entre outros maestros, sob a direção de Leonardo García Alarcón, Michael Corboz, Lorenzo Viotti, Michele Gamba, Domenico Longo, Laurence Foster, Cesário Costa, Joana Carneiro, Pedro Amaral, João Paulo Santos, Marcos Magalhães, entre outros maestros.

Apresenta-se também regularmente em recital de música romântica, acompanhada por Olga Prats, João Paulo Santos, José Brandão e Anna Tomasik. Destaca-se a recente participação no certame dos Dias da Música 2019, num recital sob o tema de Shakespeare. Protagoniza regularmente produções de música contemporânea, de compositores como Carlos Marecos (Dor e Amor), Jorge Salgueiro (Vida de um Vinho, Eros) e Hugo Ribeiro (Canções do espaço e da luz), cujas obras estreou e gravou.

Licenciada em Direito e com o Diploma Internacional de Tradução do Chartered Institute of Linguists, Carolina Figueiredo dedica-se em paralelo à área da tradução jurídico-legal.

Info e reservas de lugar: 261 320 760 | cultura@cm-tvedras.pt

Pelo terceiro ano consecutivo, o Festival de Música Antiga de Torres Vedras apresenta-se novamente ao serviço da cultura e da comunidade torreense, dando a conhecer o importante património histórico do concelho.Conscientes que vivemos tempos de grandes desafios, este festival é, sem duvida, um evento que traz energia positiva ao nosso quotidiano. Numa versão mais reduzida no que respeita ao número de concertos e atividades e respeitando todas as restrições e normas implementadas pela DGS, este festival sugere-nos, uma vez mais, uma autêntica viagem ao passado, numa deliciosa degustação de sonoridades, cores e texturas musicais, respeitando e revitalizando os espaços históricos onde se apresentam os concertos.Torres Vedras, é dotada de um património impar, desde o litoral ao interior do concelho. Assim, nesta terceira edição, composta por três concertos e duas atividades pedagógicas, assistiremos a um compromisso e um diálogo bastante dinâmico entre o passado e o presente, dando a conhecer instrumentos tão distantes como a viola da gamba, o cravo ou a harpa ibérica.Numa prática historicamente informada, todos os concertos serão comentados e contextualizados. Música de prestigiados compositores do barroco e do renascimento como J.S.Bach, Telemann, Purcell, John Dowland ou Sebastián Durón, assim como a de vários compositores ibéricos, vai fazer-se ecoar em alguns dos espaços históricos mais emblemáticos do concelho.Respeitando a lotação permitida em cada espaço, será necessária a reserva de lugar e, por que este é um festival de "todos e para todos", os eventos serão transmitidos online.Revitalizando património, divulgando práticas, instrumentos e compositores, que este seja um festival de convergências e um contributo para uma sociedade mais sensível, mais positiva e mais dinâmica. Daniel Oliveira, Diretor artístico

Fonte: http://www.cm-tvedras.pt/agenda/detalhes/115436
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