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10:00 até às 20:00
Caminhar com Ilse: Audiowalks em tempos de confinamento   15 a 21 de março

Caminhar com Ilse: Audiowalks em tempos de confinamento 15 a 21 de março

Caminhar com Ilse
Audiowalks em tempos de confinamento  
Com inscrição prévia e entrega em qualquer ponto da cidade de Coimbra
Atividade Paralela da Criação Ilse, a Menina Andarilha
A partir da vida e obra de Ilse Losa
Serviço disponível diariamente nos seguintes horários: 10h-12h e 17h-20h
Entrega e recolha de leitor de Mp3 apenas na cidade de Coimbra

Ficha de Inscrição: http://oteatrao.com/wp-content/uploads/2021/03/Ilse_AudioWalk_Ficha_insc.-1.pdf

Numa altura em que as saídas de casa são feitas para as atividades essenciais de compras ou caminhadas higiénicas, propomos que estas últimas possam ser feitas na companhia de Ilse.  É uma atividade para todas as idades com excertos de obras da autora que, apesar de muito reconhecida pela sua produção para crianças e jovens, escreveu também para adultos. Caminhar com Ilse necessita apenas de uma inscrição, indicando onde pretende receber e onde poderemos recolher o MP3 que pretende usar. No final o caminhante pode deixar a sua opinião sobre a experiência. A atividade não tem qualquer custo associado.

Textos Disponíveis:

6 aos 10 anos:

AS AVENTURAS DO «CAMISOLA» 
Numa linda manhã de Primavera, Anita encontrou no seu quarto uma gatinha recém-nascida que acolheu e batizou de “Camisola”, por causa do seu pelinho preto do pescoço para baixo. Enquanto crescia, Camisola começou a ter gosto em deixar a casa para se meter em aventuras. Queria conhecer as coisas do mundo! Porém, fartava-se de fazer asneiras… O que lhe valeu aventuras extraordinárias!

AS VOZES DOS ANIMAIS
Quando uma ovelha decide partir à procura de um lugar melhor, juntam-se pelo caminho um galo, um porco, um pato, um gato e um peru, unidos pela fome que há muito os assola. E é numa noite de tempestade, onde a vontade de comer é tanta, que descobrem que juntos conseguem fintar quem quer que seja - mesmo que sejam os lobos ladrões!

PEPE, O PERIQUITO
Pepe, o Periquito, que vivia alegre e livremente ao ombro da Dona Adelaide, passava os dias a repetir as frases que esta dizia. Certo dia, um grupo de crianças descobre o Periquito sozinho na sua velha casa, e decide ajudá-lo a encontrar os seus donos.

O SR. ROBERTO
Algures numa estrada de Espanha para Portugal, caminha um liliputiano de pernas franzinas chamado Batamabamba. É prestidigitador e viaja ao encontro da sua trupe circense, da qual se separou após uma atuação em Salamanca. Ao parar para descansar, depara-se com a coisa mais engraçada que alguma vez vira: um burro com barbas. Este novo amigo lembra-lhe o Sr. Roberto, seu parceiro nos números de magia e companheiro de quem sente muita falta. Juntos partem à aventura e descobrem que o que começou por ser uma jornada para recuperar a alma da representação de Batamabamba rapidamente se transforma numa amizade que irá mudar a vida de ambos para sempre.

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- 10 aos 14 anos

A VISITA AO PADRINHO
É na anual visita de Anselmo ao seu padrinho que, num autocarro cheio de gente a tentar fugir ao frio que (ainda!) se fazia sentir, se inicia uma verdadeira caça ao gato! Depois de uma viagem acidentada, de uma corrida à chuva e ao vento e de uma boleia inesperada de motocicleta, Anselmo encontra-se finalmente em casa do seu padrinho, com um presente muito especial: o Primavera.

NA QUINTA DAS CEREJEIRAS
Vencedora do Prémio da Fundação Gulbenkian em 1982, conta a história da Senhora Rosa e do seu filho, Luís, que se veem obrigados a abandonar a aldeia onde sempre tinham vivido e a ir morar para a cidade, onde se depararam com um mundo cinzento, sem flores nem árvores de fruto, sem animais de criação, sem alegria. A Quinta das Cerejeiras — a urbanização para onde foram morar —, mais não era do que um aglomerado de torres altas, todas elas alinhadas paralelamente. Mas, depois de algum tempo, inventam novas formas de habitar aquele bosque de betão.

O SENHOR PECHINHCA
Numa tarde de verão, Mosquito, que morava com o pai num casebre junto ao mar, conhece o senhor Pechincha, vendedor ambulante que se fazia acompanhar de uma mala de lona rota. Dentro dela havia, no meio de outras tantas “pechinchas”, um barquinho azul. Mosquito fica encantado com ele e decide comprá-lo com a única nota que havia em casa. Acontece que o senhor Pechincha não tinha troco e resolve ir trocar a nota à vila. No entretanto, o pai de Mosquito chega a casa, mas do senhor Pechincha nadinha, e eis que decidem ir procurá-lo…
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Maiores de 14 anos:
"Caminhos sem destino"

ETERNO RETORNO
Neste conto regressamos a um laço perdido, a uma paisagem afetiva de um lugar de infância. Como numa peregrinação pela memória, em busca de raízes e do que nos faz ser quem somos. Revisitamos espaços e personagens do romance de estreia da autora, misturando a realidade e a ficção. “Não escrevas mais histórias, ouves? São inventadas, não dizem a verdade. Só a vida diz a verdade. Aprende a saber da vida…” diz Kleine Oma, a avó de “O Mundo em que vivi” que regressa, anos mais tarde, e se senta com Rose.

ESSA TARDE
Três crianças sobem um monte e nele acontecem coisas. Quando forem adultos, que imagens, que cheiros, que afetos, ficarão gravados na memória daquela tarde? Que pequenos nadas tornam a vida mais suave e mágica?

RETTA OU OS CIÚMES DA MORTE
Um homem de nome Franz, de quem todos gostam e tratam por França, é abordado por um desconhecido que insiste em lhe contar a história da sua mulher, Retta, que cometeu suicídio. Alemã como França, Retta veio para Portugal como bailarina de revista e o casamento trouxera-lhe uma vida sem filhos, sem graça e sem história. As palavras do viúvo, obcecado por tentar responder às causas de tal destino, vão materializando a figura de Retta, enquanto França, que as ouve, vai calando as evidências de uma outra coisa…

Excertos de O MUNDO EM QUE VIVI
Baseado na sua própria vida, este é o primeiro livro de Ilse Losa, publicado em 1949. Ao longo dos excertos deste romance, o caminhante poderá viajar por entre as memórias da tenra infância de Rose com os avós paternos, da sua mudança e vivência em casa dos pais, do seu crescimento e adolescência, ao mesmo tempo que adquire progressiva consciência da sua condição de judia dentro panorama político e social que se vivia na Alemanha Hitleriana, até à fuga forçada do país.

SILKA
Foi numa viagem por terras bálticas, enquanto a autora caminhava junto ao mar, que descobriu um grupo de quatro árvores num lugar ermo: um pinheiro, um cipreste, um choupo e uma faia que sobre elas se elevava como num quente abraço maternal. Ao cismar sobre aquelas árvores, apareceu-lhe um velho pescador que lhe contou a mais extraordinária história que jamais ouvira: a bela e triste história de Silka e Reinaldo, que viveram o seu amor no fundo do mar.


Informações e Inscrições: 912 511 302, info@oteatrao.com
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