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A CANÇÃO DA TERRA | Temporada Darcos  - Homenagem às vítimas e aos que lutam contra a pandemia

A CANÇÃO DA TERRA | Temporada Darcos - Homenagem às vítimas e aos que lutam contra a pandemia

A CANÇÃO DA TERRA | Temporada Darcos - Homenagem às vítimas e aos que lutam contra a pandemia 

A CANÇÃO DA TERRA | Temporada Darcos
Homenagem às vítimas e aos que lutam contra a pandemia
G. Mahler (1860 – 1911)
Das Lied von der Erde (A Canção da Terra) (arr. para ensemble de R. De Leeuw)

I. "Das Trinklied vom Jammer der Erde” (Canção de Beber da Tristeza da Terra)
II. "Der Einsame im Herbst” (O Solitário no Outono)
III. "Von der Jugend” (Da Juventude)
IV. "Von der Schönheit” (Da Beleza)
V. ”Der Trunkene im Frühling” (O Bêbado na Primavera)
VI "Der Abschied” (A Despedida)

Cátia Moreso, alto
Marco Alves dos Santos, tenor
Nuno Côrte-Real, direção musical


“Sombria é a vida, sombria é a morte. /O firmamento é azul para sempre, e a Terra /Será a mesma, e reverdecerá na primavera/Esvaziai as vossas taças de ouro até à última gota!”

Numa época tão sombria, a Temporada Darcos apresenta A Canção da Terra, uma das obras mais inspiradoras de Gustav Mahler. Em 1908, abalado pela morte da filha e confrontado com uma doença cardíaca incurável, Mahler vivia um dos períodos mais negros da sua vida. E, apesar das circunstâncias, escrevia a Bruno Walter: “arrasta-me, porém, um amor pela vida completamente novo e mais intenso que nunca”. Num momento de profunda meditação sobre a morte, compunha uma sinfonia para tenor, contralto e orquestra sobre poemas chineses antigos traduzidos para alemão que refletem um amor infinito pela Terra, o prazer da contemplação da Natureza, a beleza da vida e da juventude, filtrados pela consciência do adeus e da morte iminente. Mahler encontrou na poesia chinesa o que procurava nos poemas populares alemães. O arranjo de Reinbert de Leeuw, maestro e compositor holandês falecido em fevereiro de 2020 consegue, numa versão para quinze instrumentistas, manter as sonoridades e a força completa da partitura original de Mahler. Os aclamados cantores portugueses Cátia Moreso e Marco Alves dos Santos, assumem respectivamente o contralto e o tenor. Ao tenor, Mahler atribuiu os andamentos mais expansivos e turbulentos, ao contralto de timbre escuro, os mais suaves e melancólicos e a despedida (“Der Abschied”).


ENSEMBLE DARCOS
Nuno Inácio - Flauta
David Costa - Oboé
Cândida Oliveira - Clarinete
Bruno Graça - Clarinete
Joana Maia - Fagote
Paulo Guerreiro - Trompa
Paula Carneiro - Violino
Reyes Gallardo - Viola
Marco Pereira - Violoncelo
Pedro Wallenstein - Contrabaixo
Helder Marques - Piano
Carolina Coimbra - Harpa
Elizabeth Davis - Percussão
Paulo Jorge Ferreira - Acordeão
Site: https://ccc.com.pt/

Fonte: http://agendaviva.smartcityhub.pt/Detalhe-Evento.aspx?v=2&lg=1&g=26387
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