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21:30 até às 22:30
ContraDizer_42 LUÍS VICENTE - trompete | MOSTAFA ANWAR - voz, tambura, harmónica.

ContraDizer_42 LUÍS VICENTE - trompete | MOSTAFA ANWAR - voz, tambura, harmónica.

MOSTAFA ANWAR e LUÍS VICENTE tocam juntos desde 2015 por todo
o país, em várias salas e festivais.
Jornada espiritual e mágica. Um encontro musical onde o oriente e o
ocidente se cruzam através da música sacra da Índia e do discurso de jazz / impro no trompete.

Luís Vicente:Trompetista português radicado em Lisboa. É um músico
muito ativo, tocando em vários grupos com diferentes conceitos - desde música totalmente livre até música composta -tendo sempre presente a sensação de liberdade, que nunca pode deixar de lado.
Já tocou em dezenas de locais, festivais pela Europa e na América do
Norte.
Apresentou-se e gravou com Carlos Zingaro, Wilbert De Joode, Akira Sakata, Johannes Bauer, William Parker, Hamid Drake, Michael Moore, Roger Turner, Mars Williams, Jorrit Dijkstra, Jasper Stadhouders, Mary Oliver, Paal Nilsen Love, Joost Buis, Tobias Delius, Wolter Wierbos, Frank Gratkowski, Mark Sanders, Olie Brice, Marco Franco, Mette
Rasmussen, John Dikeman, Alexander Hawkins, Ziv Taubenfeld, Roberto Negro, John Butcher, João Lobo, Hugo Antunes, Valentin Ceccaldi, Seppe Gebruers, Onno Govaert, Théo Ceccaldi.
Toca as suas próprias músicas em trio e quarteto e é membro de: VicenteGebruers-Govaert; Vicente-Trila; Câmara 4; Vicente-Brice-Sanders; Corda Bamba; Twenty One 4tet; Frame Trio; Relógios e nuvens; Deux Maisons; Em camadas; Vicente-Marjamaki; Full Sun de ZivTaubenfeld; Ecos da África do Sul; Falhar melhor !; Conjunto de improvisação internacional de Jasper Stadhouders.

Mostafa Anwar:
Oriundo do Bangladesh, Mostafa Anwar Swapan é um homem dos sete ofícios: cantor, compositor, instrumentista, actor e investigador, estando ligado à Information Management School da Universidade Nova de Lisboa.
Ao longo do último ano, vimo-lo em aparições cada vez mais frequentes no
Espaço Desterro (um dos novos locais essenciais de Lisboa) mostrando a sua música profundamente espiritual, assente na tradição clássica indiana e no seu sistema de ragas, mas tocando vários outros modos fundamentais da música no Médio Oriente, em momentos de uma partilha tão autêntica quanto rara.
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