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16:00 até às 17:00
A Nova Bailarina de Aldara Bizarro

A Nova Bailarina de Aldara Bizarro

A nova Bailarina de Aldara Bizarro

Sáb, 7 mar às 16h00, para famílias | Teatro Sá da Bandeira

Dança | Classificação Etária famílias M/7 | Duração 01h00 | Preço Gratuito

A Nova Bailarina é um espetáculo sobre a democracia que nos remete para o papel de cada um na sociedade e para a consciência cívica, abordando, através da dança, de uma forma não convencional, e com muito humor, questões éticas e de valores base de construção pessoal e social.
O público é assim convidado a pensar, escolher e decidir, através de questões que vão sendo colocadas pela bailarina, que age, como se o público nunca tivesse ouvido falar destas temáticas. Estes terão assim que tomar posições de cidadania, unindo-se, chegando a ter que se opor à Bailarina, que por vezes, não tem um comportamento nada democrático.
Na sequência do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela coreógrafa Aldara Bizarro, esta é uma peça em que a palavra está muito presente, sempre com o objetivo de reforçar a consciência da ligação entre o corpo e a mente, ligando o pensamento à dança, e potenciando uma nova forma de viver o lugar do corpo na sociedade.

Aldara Bizarro, Maputo 1965. Estudou dança em Luanda, Lisboa, Nova Iorque e Berlim.
Como intérprete trabalhou com Paula Massano, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Francisco Camacho e Madalena Victorino.
Começou a coreografar em 1990 com a peça me my self and Influências, premiada no IV Workshop coreográfico da Companhia de Dança de Lisboa. Desde então, assina as suas peças, que têm sido apresentadas em diferentes salas destacando a trilogia Love Series, Encaramelado, Uma Bailarina, A Preguiça Ataca?, A Casa, Projeto Respira, Cara, O Baile, Sombra e Gráfico do Gesto e Volta.
A sua peça A Nova Bailarina, foi distinguida pelo jornal Público como uma das melhores peças de 2011.
Como formadora trabalha com o Fórum Dança, Escola Superior de Dança, Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural Vila Flor, SMUP e outros teatros nacionais.
Foi diretora artística de Jangada, uma estrutura de dança financiada pela Direção Geral das Artes, durante 16 anos.
Atualmente desenvolve projetos para jovens e para a comunidade, cruzando a dança com outras artes, com enfoque na componente artística, social e pedagógica.

Costanza Givone, Florença 1983. Fez os seus estudos de dança contemporânea no CPDC (centro de aperfeiçoamento dança contemporânea de Florença), no CEM e de teatro, no Teatro del Giglio, fez a pós-graduação em dança contemporânea da ESMAE, Porto.
No seu percurso artístico destaca os mestres N.Karpov, Virgilio Sieni, Simona Bucci, Sofia Neuparth, Peter Michael Dietz, Vera Mantero, Alexej Merkushev da companhia Derevo, Gey Pin Ang, Gabriella Bartolomei e os coreógrafos e encenadores Madalena Victorino, Aldara Bizarro, João Garcia Miguel, André Braga e Cláudia Figueiredo com as quais trabalha como intérprete.
Em 2006 foi cofundadora da companhia Zaches Teatro para aprofundar o estudo da relação do corpo com o objeto, a máscara, a marioneta. Desde 2012 ao lado do trabalho de interprete desenvolve projetos pessoais em colaboração com artistas de diferentes áreas: Salomè ha Perso il Lume (finalista do Premio Scenario, estreia no FIMFA), Santas de Roca (produção Artemrede 2013), Tempo Rói (estreia TAGV, Coimbra, 2015), Viagem ao País da Levitação (estreia e coprodução Teatro Maria Matos, 2014). Nos últimos dois anos, graças aos projetos espírito do lugar 1.0, 2.0, 3.0 e derivas, com a direção artística da companhia Circolando, desenvolveu trabalhos site-specific no Porto e Coimbra.


Ficha Técnica 
Conceção, Direção e Coreografia Aldara Bizarro | Interpretação Costanza Givone | Música Fernando Mota | Apoio na área da filosofia Dina Mendonça | Vídeo promocional Catarina Santos | Coprodução Cinema Teatro Joaquim D’ Almeida, Montijo; TEMPO – Teatro Municipal de Portimão; Teatro Municipal de Faro; Cineteatro João Mota – Sesimbra; CCB/Fábrica das Artes; CDCE – Companhia de Dança Contemporânea de Évora; Centro Cultural do Cartaxo | Patrocínio Brancal, Polux, Yunit | 
Apoios Câmara Municipal de Cascais e Centro em Movimento | Financiamento Governo de Portugal/Secretaria de Estado da Cultura/Direção Geral das Artes
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