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16:00
Ouvir, Ver, Emancipar — RAP no Feminino (evento suspenso)

Ouvir, Ver, Emancipar — RAP no Feminino (evento suspenso)

debate 16h00
O RAP em Debate
Café TAGV
Entrada livre
RAP, género e memória: os media e o seu papel na representatividade feminina
Com Núria Pinto, jornalista Rimas e Batidas
Núria Pinto, entre outros projetos, colabora com o Rimas e Batidas, revista digital dedicada à cultura hip hop e às produções musicais nos territórios da eletrónica emergentes em Portugal e além-fronteiras. É na produção alternativa brasileira que tem focado a sua pesquisa e trabalho recentes, enquanto repórter e jornalista, tendo já entrevistado nomes como Karol Conká, Emicida, Criolo, Marcelo D2, Black Alien ou Rincon Sapiência, dentro e fora do podcast mensal que mantém no Rimas e Batidas/Antena 3. Como instrumentista de orquestra durante 12 anos, apresentou-se por diversas vezes como DJ em espaços como o MusicBox Lisboa, Casa Independente, Park Lisboa e em festivais como o Azores Burning Summer, ID No Limits ou Sons da Lusofonia.
Anti-racismo e RAP no feminino
Com Pedro Varela, investigador Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra
Pedro Varela é investigador e doutorando do CES da Universidade de Coimbra, com áreas de pesquisa sobre racismo, anti-racismo e práticas artísticas. Atualmente pertence à equipa do projeto COMBAT: o combate ao racismo em Portugal: uma análise de políticas públicas e legislação anti-discriminação. Na sua participação neste debate abordará o lugar do Rap e da sua lírica que se têm destacado como uma importante ferramenta da juventude negra contra o racismo, moldando e transformando o movimento e consciência anti-rracista e das mulheres que, apesar de invisibilizadas também tido um papel nesta realidade.
Fixar o (in) visível. O mal sucedido sucesso dos primeiros grupos de RAP com mulheres a gravar em Portugal
Com
Soraia Simões de Andrade, investigadora Instituto de História Contemporânea, FCSH NOVA)
Soraia Simões de Andrade nasceu em Coimbra (Sé Nova, 1976). Historiadora da música, pós-Graduada em Estudos de Música Popular e Mestre em História Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea da FCSH NOVA, realizadora, escritora e curadora. A história oral, a relação entre música e cultura populares com sociedade, memória e género são os universos em que têm incidido as suas investigações. Autora das obras “Passado–Presente. Uma Viagem ao Universo de Paulo de Carvalho” (2012), “RAPublicar – a micro-história que fez história numa Lisboa adiada: 1986 – 1996” (Caleidoscópio, 2017) e “Fixar o (in) visível. Os primeiros passos do RAP em Portugal” (Caleidoscópio, 2019). Mentora da webmagazine Mural Sonoro, realizou o documentário “A Guitarra de Coimbra” para a RTP2 (2019). Foi distinguida com o prémio Megafone Sociedade Portuguesa de Autores 2014. Tem no prelo a sua primeira obra de ficção.
Sessão de autógrafos com Soraia Simões de Andrade, autora de “Fixar o (in) visível. Os Primeiros Passos do RAP em Portugal (1986-1998)”, Lisboa, Editora Caleidoscópio, 2019
Cinema 18h00
Mulher na RAP (curta-metragem)
De Raquel Freire
Estreia do filme realizado para o evento “RAP no Feminino”
Raquel Freire, cineasta, escritora, argumentista, produtora, cidadã e mãe. Estudou Direito e História e Estética do Cinema Português na Universidade de Coimbra. Os filmes “Rio Vermelho”, “Rasganço”, “Veneno Cura”, “SOS”, “Esta é a minha cara: criadores de teatro”, “L’Academie”, “Dreamocracy” estrearam em competição em festivais internacionais de cinema. Foi distinguida no Festival de Cannes pela European Film Foundation como jovem produtora europeia. Estreou-se na encenação com o espectáculo “NÓSOUTRXS”, do qual foi criadora e intérprete no Teatro Municipal São Luiz. Os seus livros “Trans Iberic Love” e “ULISSEIA” foram publicados em português em 2015, 2016 e alemão em 2017 na Feira Internacional do Livro de Frankfurt.
Conversa pós-filme com a realizadora Raquel Freire
auditório TAGV
Entrada gratuita
música 21h30
Concerto RAP no Feminino
Com Mynda Guevara (Cova da Moura), Pi (Abrantes/Coimbra), Muleca XIII (Rio de Janeiro), Blink (Lisboa)
auditório TAGV
10€
8€ < 25, estudante, > 65, comunidade UC, rede alumni UC, grupo ≥ 10, desempregado, parcerias

Curadoria Soraia Simões de Andrade Imagem João Pratas Evento integrado na XXII Semana Cultural da Universidade de Coimbra


Fonte: https://tagv.pt/agenda/rap-no-feminino/
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