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21:30 até às 23:30
A Cidade dos Pássaros, de Bernard Chartreux

A Cidade dos Pássaros, de Bernard Chartreux

A CIDADE DOS PÁSSAROS de Bernard Chartreux
(adaptação de “As aves” de Aristófanes)
Estreia a 3 de Julho no Parque D. Carlos I – 21h30

O Teatro da Rainha volta de novo à rua com mais uma produção realizada em colaboração com a Câmara Municipal de Caldas da Rainha; este ano será “A cidade dos pássaros”, uma adaptação de “As aves” de Aristófanes realizada pelo dramaturgo francês Bernard Chartreux.
“A cidade dos pássaros” é um espectáculo sobre a corrupção da democracia, sobre a sua degeneração e sobre o modo como, em nome de uma alternativa, o que se gera é uma ditadura. É um texto - cómico - sobre os populismos. Sobre as derivas autoritárias que vestem a pele das regenerações, das utopias regeneradoras demagocráticas. 
Evélpidos e Pistesteros, este com vocação de ditador, virando as costas à Atenas corrupta, fundam junto dos pássaros uma nova cidade, depois de convencerem estes das suas origens nobres - filhos da realeza, como o galo e a sua crista, a carriça real - e depois de, por assim dizer, os colonizarem, alterando os seu modo de vida ancestral pelo moderno modo de vida dos homens, centrado na produção em grande escala, nos impostos e na militarização da sociedade.
Os do Olimpo - Zeus e a pandilha - pagam agora impostos para que os fumos sacrificiais que os humanos lhes dedicam possam atravessar as alfândegas da cidade fortificada e instalada nas nuvens, assim como os humanos passam a sacrificar aos pássaros e não aos velhos deuses. 
É claro que Zeus se chateia e a tentativa acaba mal, Zeus usa a sua arma de destruição massiva, o trovão e companhia: raios, granizo, ventos, tsunamis, etc. Pisteteropolis é um falhanço, como Sodoma e Gomorra, Cápua, como Mahagony, como, esperemos, a great america de Trump, o Brasil do Bolsonaro, a Hungria de Órban, as Filipinas de Duterte, a Itália de Salvini e a França da LePen, etc.

O espectáculo estará em cena de 3 a 6 de Julho, às 21h30, no Parque D. Carlos I.

Equipa Artística
Tradução – Luís Varela
Encenação de Fernando Mora Ramos
Versão de Isabel Lopes e Fernando Mora Ramos
Cenografia – José Serrão
Desenho de som – Francisco Leal
Desenho de Luz – Filipe Lopes 
Máscaras – Origami produções, cenografia e audiovisuais, Ldª
Desenhos: Fernando Mora Ramos

Interpretação – Alexandre Calçada, Fábio Costa, Isabel Leitão, José Carlos Faria, Carlos Borges, Mafalda Taveira, Cibele Maçãs, Venâncio Calisto, António Plácido, José Ferreira, Manuel Freire, Adélia Duarte, Nuno Machado, Vítor Duarte e o coro: Cacilda Caetano, Fernando Rodrigues, Filipe Ferreira, Luís Coto, Manuel Gil e Teresa Paula.
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