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14:30 até às 18:00
Workshop Coffeepaste 'O corpo que não se cala'. Com Lígia Soares

Workshop Coffeepaste "O corpo que não se cala". Com Lígia Soares

Este workshop tem como base a observação e discussão colectiva de exercícios orientados de improvisação de movimento para a criação de bases para a escrita teatral, tornando o movimento como um motor para a escrita e vice-versa e equiparando o discurso verbal e não verbal na criação performativa.

A escrita para cena que não precisa de se afastar do corpo, do tempo presente, do imprevisto e da interrupção. Uma escrita que se alimenta da cena enquanto a reconstrói.

Local
Estúdio da Companhia Clara Andermatt
Edifício Interpress
Rua Luz Soriano, 67 (Bairro Alto)
Lisboa

Destinatários: Qualquer pessoa interessada na criação artística.

Inscrições em https://coffeepaste.com/workshops-coffeepaste/wc_corpo/

Lígia Soares
Lígia Soares (Lisboa, 1978) é uma coreógrafa e dramaturga portuguesa que tem vindo a questionar o espaço cénico como um espaço distanciado. Começou o seu trabalho profissional com a Companhia de Teatro Senssuround em 1997. Foi artista residente da Tanzfabrik- Berlin entre 2004 e 2006, foi bolseira da DanceWeb em 2018 (Viena) o seu trabalho tem sido apresentado nacional e internacionalmente estando presente em vários programas de teatro e dança contemporânea. De 2001 a 2014 co-dirigiu a Máquina Agradável Associação Cultural através da qual promoveu vários programas nacionais e internacionais de programação com outros artistas ou em projetos coletivos como o Demimonde. “Celebração”, Culturgest 2012, “Demimonde na Galeria da Boavista”, 2013, “Meio-Mundo Estrada Fora”, Lisboa/Porto/Madrid/Paris, 2014, “Face a Face- Programa Luso-Brasileiro de Artes Performativas”, 2015, Brasília, 2016, Rio de Janeiro. Na temporada 2015/2016 foi membro do laboratório de escrita para teatro do TNDM II em Lisboa para o qual escreveu a peça “Civilização”.

Na sequência de trabalhos como “Romance”, “Teatro Dentro de Nós” ou “Turning Backs” prossegue uma pesquisa em como criar dispositivos cénicos inclusivos da presença do espetador como elemento constituinte da dramaturgia do espetáculo, incorporando ou substituindo o próprio papel de performer. O seu trabalho “O Ato da Primavera” estreou em Outubro de 2017 no TNDM II e inclui uma curadoria em que convida sete dramaturgos portugueses a escreverem peças para um dispositivo constituído por telepontos. As suas peça “Romance” (2015), “Cinderela” (2018) e “Civilização” (2019) estão editadas pela Douda Correria. “Cinderela” ganhou o prémio Eurodram 2018.
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