Espectáculo baseado no último disco de Jorge Ferraz “Machines for Don Quixote… et… viva la muerte?”, envolvendo concerto, projecção e manipulação de vídeo, cenografia móvel e performance. 16 criações de guitartrónica e poesia-ruído assumidamente radicais, serenamente aquáticas e borbulhantes e/ou violentas e distorcidas, organizadas em quatro movimentos/partes – talvez pseudo-géneros musicais distintos – com uma duração de cerca de 40 min. Um caminho que vai de infantis melodias de adeus a súbitas atonalidades intrometidas, num sempre aberto jogo de manipulação analógica e digital de tempos, “pitches” e “loops” que resulta do confronto entre a guitarra e outras máquinas. Um vaivém entre o interventivo e o contemplativo, a rutura ativa e a desistência, o rigor maníaco e a displicência ladina, o romântico e o desencantamento irónico. Música e temas onde também se pergunta o que é a identidade de um artista e criador e de onde vem. Qual é a sua liberdade e onde reside a sua coerência? Um romantismo derrotado…de que nunca se desiste. Entrada: 4€ Organização: CMS
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