Titanic Sur Mer
Cais da Ribeira Nova , Armazém B. Cais do Sodré, Lisboa - Lisbon 26961
LISABANG#1 26 OUTUBRO 2018 SCURU FITCHADU + ALLEN HALLOWEEN + FIRMEZA 23H - 06H / 10€ LINEUP: 23H - 01H DJ APU 01H - 02H SCÚRU FITCHADU 02H - 03H ALLEN HALLOWEEN 03H - 06H DJ FIRMEZA HALLOWEEN Allen Halloween tem a capacidade de conciliar a linguagem mais coloquial do hip-hop, das ruas, cozinhá-la numa lírica agressiva, gelada, e embrulhá-la depois num emaranhado lírico e musical negro que perturba. Perturba não pelo seu conteúdo semântico (por vezes básico e brutal), mas sim pela inteligência com que é construído, pela consciência perfeita daquilo que é, do que quer e como quer transmitir. Sendo um dos fundadores da YK (Youth Kriminals), em 1999, e tendo lançado um conjunto de maquetes retiradas dos grandes circuitos, só em 2006, lança o seu primeiro álbum intitulado “Projecto Mary Witch”, seguido de A Árvore Kriminal (2011) e Híbrido (2015), que lhe deram uma grande visibilidade em Portugal, consagrando-o de forma meteórica como uma espécie de lenda viva do Hip Hop português SCURU FITCHADU Atitude punk e distorção cruzam-se com os ritmos cabo-verdianos do funaná, mediados pelas técnicas do dub ou hip-hop e pelas metamorfoses electrónicas. No Portugal dos últimos meses é difícil encontrar uma outra aventura musical tão vital. Por detrás dela está o português Marcus Veiga, também conhecido pela alcunha Sette Sujidade, e agora também como Scúru Fitchádu. Em casa ouvia funaná e falava crioulo e na rua ouvia punk, metal ou hip-hop. Agora, aos 37 anos, Marcus Veiga é Scúru Fitchádu e expõe essas experiências, numa das aventuras vitais da música portuguesa actual FIRMEZA Quinta do Mocho, Sacavém: é aqui que podemos encontrar Dj-Firmeza, um dos principais nomes da editora Príncipe Discos, de que fazem parte DJ Marfox, DJ Nigga Fox ou DJ Maboku. Filho de angolanos, Firmeza nasceu em São Sebastião da Pedreira, Lisboa. Cresceu a ver as festas dos pais e demais africanos no chamado Mocho antigo. "Eu sei porque é que sou assim, porque gosto de música. Havia semba, kizomba, plena, techno dos anos 90, pop, funaná, pimba. Angola é uma cultura que adapta tudo", explica. Perguntamos-lhe se alguma vez pensou em mudar-se para Lisboa, onde toca desde os 15 anos, nas noites africanas do então Alcântara-Mar."Viver lá não, só ficar lá uns tempos e ganhar mais inspiração. Penso em viver fora, mas não completamente fora do mundo [entenda-se, Quinta do Mocho]. Assim nos arredores. O teste é cá. Aqui é a base"
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