Conhecemo-lo em A dos Barbas, empoleirado num bambo banco, a tentar improvisar alguma luz para o Conjunto Cuca Monga não actuar às escuras naquela noite feia de Outubro. Estávamos em 2016 e tínhamos ajustado que íamos em tour pelos caminhos de Portugal. Uma viagem que passou por Vila Real, Braga, Barcelos, Freamunde, Coimbra, Viana do Castelo e Évora, numa carrinha a ziguezaguear ente clubes, tascos, salas improvisadas, frango de churrasco, som manhoso e outras cenas tristes. Foi uma viagem memorável, uma tour maluca, e um (hor)ror de musanas, expressão que o próprio Tomás criou devido ao alto ABV da nossa Born in the IPA. Uma relação que se fez de estrada, mas que se solidificou por cá, quando o convidamos a ele e o resto da Cuca Monga para curar uma noite por mês, no número 83 da rua do Açúcar, ou quando lhes pedimos para dar a cara por uma das nossas principais cervejas – Frank APA. Hoje tem lugar cativo cá em casa, ele e as suas fritarias psicadélicas, o seu sambinha bom, os seus devaneios “garageiros”, os seus clássicos tugas e o alento de nos deixar “sempre bem”.
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