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21:00 até às 00:30
Juncal Jazz | OFA + Diogo Duque 4to- 17 de Março

Juncal Jazz | OFA + Diogo Duque 4to- 17 de Março

21h00 | COMBO da Ofício das Artes

A OFÍCIO DAS ARTES – Escola Profissional de Montemor-o-Novo estará presente no próximo dia 17 de Março (sábado) no Festival Juncal Jazz 2018.
O combo composto pelos alunos Ana Casa Branca (voz), António Arimatea(bateria), Gilner Neves (trombone), Lamine Carvalho (piano), Marcos Gonçalves (saxofone) e Pedro Silva (contrabaixo), sob a direção musical do professor José Soares, atua pelas 21h00 como abertura.

Sobre a OFÍCIO DAS ARTES – Escola Profissional de Montemor-o-Novo

Com início em Setembro de 2015 e projeto da Ofício das Artes – Associação para o Ensino, Formação e Desenvolvimento de Atividades Artísticas, a Escola Profissional de Montemor-o-Novo conta atualmente com duas turmas de Instrumentista de Jazz, onde são lecionados saxofone, trompete, trombone, bateria, piano, contrabaixo, guitarra e voz, em associação com as restantes disciplinas gerais.
O curso tem a duração de três anos, equivalência ao 12o ano e conjuga a interpretação e improvisação jazz, criação de arranjos, elaboração de partituras e diversos projetos artísticos para apresentação ao vivo.

A Ofício das Artes – Escola Profissional de Montemor-o-Novo conta com professores de renome nacional como Eduardo Lála (Trombone e Orquestra), José Soares (Guitarra), Beatriz Nunes (Voz), Pedro Pinto (contrabaixo), Mateja Dolsak (saxofone), Moisés Fernandes (trompete), Ulf Ding (piano), Joel Silva (bateria), entre outros.


22h00 | Diogo Duque

A VIAGEM DE LANIAKEA
Espectáculo-concerto-performance visual de som, imagem & poesia.

A Viagem de Lanieakea é um projecto musical multi-disciplinar concebido pelo músico e trompetista Diogo Duque, um conceito que pretende aliar ao seu universo musical um dispositivo visual, poético e narrativo apresentado ao vivo.

 LANIAKEA é um incrível superaglomerado de galáxias que integra a Via Láctea. Significa, literalmente, “paraíso infinito” ou “universo imensurável”.

Vivemos numa era em que as mais variadas galáxias, linguagens e dimensões se fundem e confundem, e em que cada vez mais se torna necessário compreender a criação artística enquanto processo abrangente de cruzamento e humanização.

A Viagem de Lanieakea pretende uma expansão cada vez mais próxima da obra total, uma consciência com o eu e o todo num mesmo plano; uma viagem sonora, visual e poética algures entre a canção e a paisagem, numa suíte ambrosíaca defolk-rock-canção, minimal e contemplativa.

A Viagem conta com o som sensível e quente das melodias de Diogo Duque que convida Pedro Branco (guitarra), Francisco Brito (contrabaixo) e José Salgueiro (bateria) a percorrer uma travessia de emoções num espaço visual e performático animado ao vivo por Valerio Giovannini (artista visual) e Ana Sofia Paiva (narrativa poética).

DIOGO DUQUE é instrumentista de referência do panorama musical português e um dos mais versáteis instrumentistas da sua geração. Natural de Trás-os-Montes, Diogo Duque sempre gostou de improvisar. Iniciou a sua actividade musical na Banda Filarmónica de Felgar, estudou Jazz na Escola Superior de Música de Benfica e alia influências dos mais variados estilos (salsa, música brasileira, música africana, erudita, fado, folk português e europeu, soul, funk, jazz, entre outros). Integrou o Mingus Project, um projecto de homenagem ao contrabaixista Charles Mingus, com o qual percorreu grande parte dos mais importantes festivais de jazz e palcos nacionais e internacionais. Colabora com artistas como Tito Paris, Aurea, The Black Mamba, Mallu Magalhães, Salvador Sobral, Ricardo Ribeiro, Carlos do Carmo, Marco Oliveira, João Pires, Don Kikas, Victor Zamora, Ricardo Toscano, Júlio Resende, Carlos Barreto, Carlos Bica, Alexandre Frazão, João Paulo Esteves da Silva, entre muitos outros. Gravou em cerca de 40 projectos discográficos de diversos artistas desde 2011. É Director Técnico e Coordenador da Escola de Música “Sabor Artes” e docente de Trompete no curso Creative WorldMusic da ESTAL.
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